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Canindé, terceiro anfitrião no Centenário da Rainha do Cangaço

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Concluindo as atividades do segundo dia do Seminário Internacional do Centenário de Maria Bonita, o Ciclo de Conferências da noite, aconteceu no município sergipano de Canindé do São Francisco, a pouco mais de 15km de Piranhas.

 Mesa de Abertura em Canindé do São Francisco
Jairo Luiz e Ângelo Osmiro, debatedores da noite

As Conferências ficaram a cargo do deputado estadual, pesquisador do cangaço, Inácio de Loiola, que apresentou uma síntese dos dois últimos dias de vida de Lampião, 27 e 28 de julho de 1938, o antescendente e o dia final do cerco e fogo do Angico, onde morreram Lampião, Maria Bonita, nove cangaceiros e o volante Adrião. Inácio destacou dentre outros aspectos: A pressão que o  governo getulhista passava a exercer sobre os interventores do nordeste, as pretensas ligações de comandantes de volantes e coiteiros poderosos, com o chefe cangaceiro e os últimos fatos e atos que culminaram na morte de Virgulino e sua Maria.

deputado Inácio Loiola

Já Alcino Alves Costa, reconhecido pesquisador e escritor do município de Poço Redondo, trouxe aspectos da vida pessoal e íntima de Maria de Oliveira Gomes, a Maria do Capitão e para o resto do planeta, a Maria Bonita. Seus pretensos anseios e sonhos de menina moça, seu casamento destruido, sua aproximação e a devastadora paixão pelo Rei do Cangaço, a fuga para aventura pelas caatingas até seu fim em Angico.

Alcino Alves Costa, o decano.

Alcino e Inácio Loiola

 Manoel Severo e os professores Emanuel e João Paulo do Projeto Memória de Dores

Ao final das atividades do dia, o município de Canindé do São Francisco ofereceu jantar para os participantes e convidados do Seminário Internacional.
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