Cariri Cangaço Piranhas 2016


Cariri Cangaço Piranhas 2016
Piranha e Água Branca
Alagoas - Brasil



DIA 28 - Quinta-feira
PIRANHAS - ALAGOAS

18h - Abertura Oficial - Centro Cultural Miguel Arcanjo
18h15min    - Sessão Solene da Câmara Municipal de Piranhas
"Entrega de Título de Cidadão da cidade de Piranhas" a
Manoel Severo Barbosa

19h15min    - Posse dos Novos Conselheiros do Cariri Cangaço

19h25min - Homenagem dos Grupos de Estudos do Cangaço do Brasil ao Deputado Inácio Loiola Damasceno Freitas

19h30min    - Lançamento : "Nas Trilhas do Cangaço"
O Sertão que Lampião Pisou
Márcio Vasconcelos 

21h  - Xaxadão no Centro Histórico de Piranhas




DIA 29 - Sexta-feira
ÁGUA BRANCA - ALAGOAS

8h - Saída para Água Branca

8h30min  - Visita a Fazenda Cobra
"A Vida do Coronel Ulisses Vieira de Araujo Luna"
Edvaldo Feitosa

10h - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição
Centro Histórico de Água Branca
Solenidade de Boas Vindas em Água Branca
Poder Executivo - Poder Legislativo - Poder Judiciário
"O Poder da Cultura e o Poder da Violência no Cangaço"
Dr. José Geraldo Dantas Santos

11h - Inauguração do Memorial Dra Quitéria Bezerra de Melo

11h30min - Manifestações Artísticas
Danças Indígenas - Tribo Kalankó
Teatro - O Dia em que Lampião invadiu Água Branca

12h - Visita a Casa do Barão de Água Branca
América Fernandes Torres
Participação: Dra. Maria Stela Torres Barros Lameiras
Representando as Família Siqueira Torres e Veira Sandes
Participação: Dra. Wilma Nóbrega
Superintendente do Arquivo Público Estadual

13h - Visita e Almoço no Engenho São Lourenço
Sanfoneiro Du DE BIA

15h - Mercado Público 
"Música e Cultura - Augusto Calheiros na MPB"
 Múcio Procópio

Lançamento: "O Messianismo no Brasil"
José Silva
"Fé e Tradição - O Catolicismo Popular Praticado no Alto dos Coelhos"
 Bruno Mafra
"Nossas Riquezas: Patrimônio Material e Imaterial de Água Branca"
Amosiel Feitosa

16h30min - Homenagem da Câmara Municipal ao Cariri Cangaço

17h15min - Visita de Encerramento no Mirante do Calvário
Filarmônica Santa Cecília

18h30min - Retorno para Piranhas

21h - Programação Cultural
Centro Histórico de Piranhas




DIA 30 - Sábado
ENTREMONTES E PIRANHAS - ALAGOAS

8h30min  - Saída para Entremontes

9h - Visita guiada pelas ruas de Entremontes 
e principais cenários históricos locais

10h - Apresentação dos fatos históricos de Entremontes 
Igreja Local
Celsinho Rodrigues

PIRANHAS
12h - Almoço em Piranhas

14h - IFAL - Instituto Federal de Alagoas

14h30min - Reflexões sobre a Criação da Editora Cangaço
Raul Meneleu Mascarenhas
Manoel Severo

15h - Palestra: "O Desfecho de Angico" 
Leandro Cardoso Fernandes

16h - Palestra: "Sobre o Nome de Maria Bonita" 
Luiz Ruben Bonfim 
João de Sousa Lima

Debatedores:
Raul Meneleu Mascarenhas
João Tavares Calixto Junior
Cristiano Ferraz

19h30min - Centro Cultural Miguel Arcanjo


Lançamento : "Sila: Do Cangaço ao Estrelato"
Elane Marques

Lançamento: "Lampeão Antes de ser Capitão"
Luiz Ruben Bonfim

Lançamento: "Império dos Rifles"
Bibi Saraiva

Palestra: "A Rota do Cangaço"
Jannyne Barbosa
Celsinho Rodrigues

Palestra: "Piranhas: Cidade das Volantes"
Paulo Britto

Debatedores
Wescley Rodrigues
Marcos de Carmelita
Jorge Remígio

22h Encerramento


IMPORTANTE

NOTA CARIRI CANGAÇO: informamos a todos que a "Missa do Cangaço" que se realizará a partir das 9h da manha do dia 28 de Julho de 2016 - quinta feira, na Grota do Angico, município de Poço Redondo em Sergipe; é uma promoção da Sociedade do Cangaço, não fazendo parte da Programação Oficial do CARIRI CANGAÇO PIRANHAS, entretanto a organização local do Cariri Cangaço estará disponibilizando transporte fluvial, partindo do porto de Piranhas, a todos os participantes que desejarem estar presentes a Missa na Grota do Angico, com saída prevista para as 8h da manha do dia 28 de julho do Porto Local.

Cariri Cangaço Piranhas 2016
Piranhas e Água Branca
Alagoas - Brasil 

SBEC Convoca !


CONVOCAÇÃO

A SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço CONVOCA a todos os seus sócios para a Assembléia Extraordinária a se realizar no próximo dia 20 de Julho de 2016, na Biblioteca Pública de Mossoró, Rio Grande do Norte a partir das 16 horas.

A Assembléia realizará Eleições para renovação de sua diretoria para o próximo biênio.
A SBEC informa que as inscrições estão abertas para possíveis chapas.
Atenciosamente,

Benedito Vasconcelos Mendes
Paulo Gastão

Virgulino Injustiçado ? Por:Jorge Remigio

Virgulino e seu bando, por Benjamim Abraão

A tese de um Virgulino injustiçado, vítima, ela tem pouca sustentação ou nenhuma. Até o próprio, disseminava essa ideia, sendo já um Lampião, justificando a sua sanha avassaladora e cruel, e muitos acreditavam. Ou pelo menos diziam acreditar. As confusões de Virgulino com Saturnino nunca foi motivo de abraçar uma vida cangaceira.

Conflitos de vizinhos eram corriqueiros. O cangaço era um atrativo para quem tinha um viés, uma propulsão para o crime ou um interesse "comercial" naquela atividade bandoleira. Virgulino e os irmãos Antônio e Livino sempre foram problemáticos. Claro que tiveram desafetos problemáticos. Porém, nunca foram "empurrados" para o crime. A não ser, pela própria genitora.

Ingrid Rebouças e Jorge Remígio

Vejam bem; de uns trinta anos para cá, é pouco tempo, o estudo do cangaço evoluiu em outra perspectiva, que foi aprofundar-se na crítica e centrar à pesquisa privilegiando mais os documentos do que exclusivamente a oralidade. Claro que a pesquisa oral é importantíssima, uma vez que haja compromisso com o método. 

Em trabalhos sérios, determinados, criteriosos, não se identifica uma única bondade por parte de Lampião em dezoito anos de cangaço. A área que privilegia o mito, a fantasia, o folclore, foi construída desde os anos vinte e absorvida pela população rural nos Sertões nordestinos. O estudo do cangaço hoje é debatido em seminários e tema de mestrados e teses acadêmicas. Claro que se deve saber que Sinhô convidou Lampião para acompanhá-lo até a atual Dianópolis. Ele recusou porque adorava a vida bandida e era a grande oportunidade que caia ao seus pés ou mãos, a chefia de um bando, até então de cangaço de vingança que automaticamente passou a ser um Cangaço Meio de Vida, de Negócio, no dizer de Frederico Pernambucano de Melo. 

Louro Teles, Heldemar Garcia, Jorge Remígio, Narciso Dias e Jair Tavares em visita do Cariri Cangaço ao Sítio Passagem das Pedras

Mesma ideia teve, quando em entrevista em 1926, questionado se não desejava abandonar àquela vida, respondeu que estava muito bem nela e que não cogitava sair de suas atividades. Outro porém. Lampião nunca quis vingar-se dos seus inimigos declarados. José Alves Sobrinho (Zé Saturnino) e o Tenente José Lucena de Albuquerque Maranhão. Apesar de viver falando deles. 

Jorge Remígio
Pesquisador, membro do GPEC
Conselheiro Cariri Cangaço

O Primeiro Cariri Cangaço a gente nunca esquece Por:Antônio Edson

Cariri Cangaço em Patos de Irerê

Princesa Isabel, Paraíba, março de 2015. Meu primeiro Cariri Cangaço. Lá estava eu sozinho no mundo daquela cidadezinha paraibana, aconchegante, para participar daquele evento cultural onde o Brasil de alma nordestina se encontra: Cariri Cangaço Princesa 2015. E lá estava eu na cerimônia de abertura. Um mundo de gente e eu ali sozinho onde de conhecido somente José Bezerra Lima Irmão, grande escritor, um dileto amigo e colega do curso de Direito. 

Aquela gente toda passando em minha frente e eu ali sentado assistindo ao evento. Uma abertura muito gratificante, muito bem organizada, contando inclusive com um grupo local de "cangaceiros" numa apresentação fantástica. Assim que cheguei no local da abertura do evento, vi aquela figura que conhecia apenas pelo face: Manoel Severo Barbosa. Me aproximei dele e indaguei: Você é Manoel Severo? Ele me respondeu: sou sim e você é o Antonio Edson, não é? Pronto! Já não estava tão sozinho. 

Imagens da abertura do Cariri Cangaço Princesa e Antônio Edson em uma das visitas técnicas em Patos.

Depois, Susi sentou-se junto a mim, disse quem era, e conversamos um pouco. Pronto! Já não estava tão sozinho. Tinha Bezerra, tinha Severo, tinha Susi, e também Oleone Coelho Fontes, que me fora apresentado por Bezerra. Fiquei ali sentado assistindo o desenrolar das atividades onde as palestras era o foco central e de grande importância, e cada uma mais interessante que a outra. De vez em quando eu ia lá no fundo e tomava um cafezinho. 

Depois das palestras, veio a entrega de certificados aos amigos do Cariri Cangaço, que entre os agraciados lembro-me bem de Paulo Mariano. Ali sentado numa cadeira da fila da frente, lembro-me de algumas pessoas que vi passar, entre as quais hoje eu sei que se tratavam, a exemplo, de Archimedes Marques e sua digníssima esposa e hoje também amiga, Elane, Ivanildo Silveira - marcante com sua indumentária de cangaceiro - e minha querida amiga Juliana. 

Cariri Cangaço em Patos de Irerê

No dia seguinte, fomos à São José e Patos do Irerê. Aí já me sentia mais à vontade. Tinha conhecido outras pessoas entre elas. João de Souza Lima, Alexandre e esposa, além daquele doce de pessoa da qual me aproximei um tanto quanto ressabiado e perguntei: pode me dar a honra de tirar uma foto com você? Essa pessoa se eu não dissesse o nome todos que a conhece saberiam quem é: minha querida,adorada e doce amiga Lili Neli.

Antônio Edson
Pesquisador - Alagoinhas, Bahia

Chuva de Bala no País de Mossoró - O Calote 2016 Por:Kydelmir Dantas


Kydelmir Dantas

Sou 'testemunha ocular' desta autoria. Por 5 anos como consultor histórico deste espetáculo, que tem a História como espinha dorsal, fui a procura das reminiscências dessa autoria. Conversei com Tarcisio Gurgel e até debatemos sobre as diversas mudanças que 'lhe impuseram' nas tais licenças poéticas que sempre usam como desculpas artísticas. Ele - um gentleman mossoroense - nunca fez questão disto, até porque entende que o espetáculo é para turistas e que deve ser feito para que os nativos tenham uma noção do que foi aquele 13 de junho de 1927. 

Mas, voltemos ao assunto AUTORIA. Em 1977, nos 50 anos da vitória de Mossoró sobre o bando de cangaceiros comandados por Lampião, houve um programa de homenagens aos cidadãos que estiveram nas trincheiras da resistência. Ao mesmo tempo, lembraram-se de fazer uma peça teatral que mostrasse um pouco daquela tarde histórica. O executivo mossoroense, através da secretaria de educação e cultura, contactou-se com Ariano Suassuna que, segundo ele, por questão de tempo, não pode assumir o compromisso de montar o texto. Daí, alguém lembrou-se de Tarcísio Gurgel, que estava por cá e já conhecido como uma pessoa que teria capacidade de faze-lo. 

Imagens do Espetáculo Chuva de Bala


Convite feito, convite aceito e TG montou a peça que levou o título de Espetáculo da Resistência, encenado pelo Grupo de Teatro da UFRN no adro da Capela de São Vicente no dia 13 de junho daquele ano. Fácil é de se comprovar isto... Vão até o impresso jornal O Mossoroense, e peguem o mês de junho de 1977, lá encontra-se convite, local e data da encenação. Encontra-se no acervo do Museu Municipal Lauro da Escóssia.

Em 2002, num momento de lucidez, o executivo local resolveu que a peça deveria voltar a ser apresentada para os seus munícipes; entraram em contato com o TG – ele lembra hora, dia, mês e o representante da PMM que lhe contactou – para uma nova montagem que, a partir de então recebeu o novo título de CHUVA DE BALA NO PAÍS DE MOSSORÓ. Mesmo com o estupro do diretor de então – Abujamra – à nossa história e a do cangaço – aconteceu. A partir de 2003, com a direção de João Marcelino, que nos primeiros anos mais se aproximaram da História real, houve várias mudanças, e Eu estive lá, assistindo, aplaudindo e conferindo, que o texto do Tarcísio Gurgel, as músicas do Danilo Guanais, os atores e atrizes de Mossoró, farão sucesso sob qualquer direção. E tenho dito!.

Kydelmir Dantas
Pesquisador, escritor, cordelista
Conselheiro Cariri Cangaço

130 Vezes Cariri Cangaço:Floresta

As próximas 130 imagens retratam alguns dos muitos amigos presentes ao Cariri Cangaço Floresta 2016. A cada edição a Família Cariri Cangaço aumenta; companheiros de norte a sul do Brasil, de todos os recantos participam dessa verdadeira Festa da Integração da Alma Nordestina; isso não tem preço, a isso chamo Cariri Cangaço!
Manoel Severo, Ingrid Rebouças e Manoel Serafim
Cristiano Ferraz, Vanessa Ferraz, Ricardo Ferraz e Betinho Numeriano
Neli Conceição, Maria Aparecida, Quirino Silva, Gerlane e Alcides Carneiro
Oswaldo Filho e Giovane Gomes de Sá
Archimedes Marques e Manoel Serafim
Alcides Carneiro, Dadá e Marcos de Carmelita
Manoel Severo e Aglézio de Brito
João Simplício, Carlos Alberto, Josue´Santana, Prof, Pereira e Manoel Severo
Elane Marques, Manoel Severo, Archimedes Marques e Luiz Antonio
Ingrid Rebouças e Aline Melo
Raul Meneleu e Jorge Remígio
Maria Aparecida, Ingrid Rebouças, Gerlane e Alcides Carneiro
Ângela e Luiz Ruben
Camilo Lemos e Múcio Procópio
Manoel Severo e Elane Marques
Leonardo Gominho, Aninha Ferraz e Manoel Serafim
Luiz Antônio e Professor Pereira
 José Bezerra Lima Irmão, Vanessa e Cristiano Ferraz, Quirino Silva e Antonio Edson
 Luiz Ferraz Filho, Geraldo Ferraz e Manoel Serafim
 Ingrid Rebouças, Neli Conceição e Ana Lúcia
 Amélia Araujo e Ingrid Rebouças
 Noádia Costa, Aline Melo, Kydelmir Dantas e Juliana Pereira
 Ozorio Gominho, Cel Antenor e José Irari
 Junior Almeida e Luciano Costa
Dima Marques e Manoel Severo 
 Carlos Alberto, Edvaldo Feitosa e Manoel Severo
 Manoel Severo, Rebeka Lúcio e Neli Conceição
 Kiko Monteiro e Narciso Dias
 Oswaldo Filho, Urbano Silva e Antonio Edson
 Roberto Soares, Manoel Severo e Rosane Pereira
 Zé Alves, Cel Antenor, Ricardo Ferraz e Manoel Severo
 Juliana Pereira e Ingrid Rebouças
 Manoel Severo e Cristina Amaral
 Manoel Severo e Carlos Mendonça
 Maria Amélia, Aninha Ferraz e Manoel Serafim
 Silvania Nascimento e Manoel Severo
 Raul Meneleu e Roberto Cavalcante
 Betinho Numeriano, Manoel Severo e Ricardo Ferraz
 Manoel Severo e José Irari
 Manoel Serafim, Antonio Vilela e Camilo Lemos
Casal Alexandre Wagner, Carlos Alberto e Josué Santana
 Zé Alves e Rosane Ferraz
 Juliana Pereira, Edvaldo Feitosa e Dona Zilda
 Veridiano Dias, Urbano Silva e Geraldo Ferraz
 Antonio Vilela, Cristiano Ferraz e Ricardo Ferraz
 Raul Meneleu, Juliana Pereira, Narciso Dias e Múcio Procópio
 Quirino Silva, Célia Maria, Luiz Antonio e José Tavares Neto
 Francisco de Assis, Padre Augustinho Justino e Archimedes Marques
 Kydelmir Dantas, Neli Conceição, Archimedes, Louro Teles, Veridiano, Raul Meneleu e Verluce Ferraz
 Josué Santana e Professor Pereira
 Célia Maria, Jair Tavares, Alcides Carneiro, Francisco Assis, Quirino Silva
 Sandra e Luciano Gomes
 Giovane Gomes de Sá e Oswaldo Filho
 Gil e Luma Holanda
 Junior Almeida e Noádia Costa
 Yasmim e Ranaíse Almeida
 Manoel Severo, Urbano Silva e Voldi Ribeiro
 Neli Conceição e Voldi Ribeiro
Manoel Severo e Verluce Ferraz
 Ângela, Luiz Ruben e Manoel Severo
 Oleone Fontes, Abreu Mendes, Manoel Severo e José Bezerra Lima Irmão
 Ingrid Rebouças e João de Sousa Lima
 Archimedes Marques, Raul Meneleu e Manoel Severo
 Rubelvan Lira, Ingrid Rebouças e Narciso Dias
 Narciso Dias, Ivanildo Silveira e Kiko Monteiro
 Manoel Serafim, Priscila Ferraz e Manoel Severo
 Jorge Remígio e Manoel Severo
 Mabel Nogueira e Manoel Severo
 Geraldo e Rosane Ferraz, Juliana Pereira e Afranio Gomes 
 Manoel Severo e Amélia Araujo
 Zé Alves, Manoel Severo, Aderbal Nogueira, Rebeka Lucio e Kydelmir Dantas
 Julio Cesar, Manoel Severo, Netinho Flor e Zezinho Flor
Antonio Edson, Ana Lúcia, Edvaldo Feitosa e Dona Zilda
 Afrânio Gomes
 Manoel Severo e Celsinho Rodrigues
 Getulio Bezerra
 Manoel Severo e José Bezerra Lima Irmão
 Antônio Vilela, Leonardo Gominho, Manoel Severo, Archimedes e Elane Marques
 José Tavares e Manoel Severo
 Mnaoel Severo, Luiz Ferraz Filho e Ivanildo Silveira
 Noadia Costa, Juliana Pereira, José Tavares, Neli Conceição e Aline Melo
 José Tavares, Raul Meneleu, Petrucio Rodrigues
Urbano Silva, Geraldo Ferraz e Veridiano Dias
 Manoel Severo, Gil e Luma Holanda
 Manoel Severo, Aninha Ferraz e Manoel Serafim
 Leonardo Ferraz Gominho
 Gerlane Carneiro e Juliana Pereira
 Manoel Severo e Ulisses Flor
 Rosane e Geraldo Ferraz, Juliana, Neli, Angela e Célia Maria
 Luiz Ruben e Josué Santana
 Magno Araujo e Geraldo Ferraz
 Manoel Severo, Mucio Procópio e Aderbal Nogueira
 Chagas e Assis Nascimento, Manoel Severo e Manoel Serafim
 Neli Conceição e Petrucio Rodrigues
Edvaldo Feitosa e dona Zilda, Celsinho Rodrigues
 Ivanildo Silveira, Betinho Numeriano e Ana Gleide
 Ana Gleide e Quirino Silva
 Quirino Silva e Cristiano Ferraz
 Rubelvan Lira e Kydelmir Dantas
 Sonia, Manoel Severo e George Ferraz
 Carlos Alberto, José Tavares e Junior Almeida
 Noadia Costa, Junior Almeida e Verluce Ferraz
 Antônio Vilela, Assiszão, Junior Almeida, José Tavares
 Yasmim Almeida e Manoel Severo
 José Tavares, Ivanildo Silveira, Junior Almeida e Netinho Flor
 Afrânio Gomes e Olimpio Jurubeba
 Netinho Flor e Kiko Monteiro
 Ivanildo Silveira, Louro Teles e Padre Agostinho Justino
 Louro Teles, Manoel Severo, Ingrid Rebouças e Afranio Gomes
 Netinho Flor e Ivanildo Silveira
 Antonio Vilela, Renato Bandeira, Manoel Severo, Oleone Fontes e Oswaldo Alves
 Kiko Monteiro, Juliana Pereira, Geraldo e Rosane Ferraz
 Manoel Severo, Ivanildo Silveira, Isa Caribé
 Manoel Serafim, Manoel Serafim e Kiko Monteiro
 Junior Almeida, Manoel Severo, Sálvio Siqueira e Ana Gleide
João de Sousa Lima, Marcos de Carmelita, Cristiano Ferraz e Neli Conceição
 Celsinho Rodrigues e Manoel Severo
 Louro Teles
 Louro Teles e Noadia Costa
 Magno Araujo e Jorge Remígio
 Voldi Ribeiro e Manoel Severo
 Cel. Antenor Sobrinho, Leonardo Gominho e Padre Agostinho Justino
 Silvania Nascimento, Manoel Severo, Assiszão e João de Sousa Lima
 Celsinho Rodrigues, Ivanildo Silveira, Sonia Jaqueline e Manoel Severo
 Manoel Severo e Paulo Sérgio
 Manoel Severo e Magno Araujo
Sonia Jaqueline, Elane Marques e Celsinho Rodrigues 

Cariri Cangaço Floresta 2016
Floresta - Nazaré do Pico 
26 a 29 de Maio de 2016

Fotos:
Aline Melo, Louro Teles, Noadia Costa, Junior Almeida, Jorge Remigio
Ingrid Rebouças, Manoel Severo, Magno Araujo, José Tavares
Urbano Silva, Antônio Edson, Kiko Monteiro, Edvaldo Feitosa