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O Cangaço em Brejo dos Santos no Regime Monárquico - Parte II Por:Munganga Cultural
Com o passar do tempo, contínuas desavenças puseram fim à aliança de João Calangro e com os Quirinos. Um cronista da época, citado pelo escritor Abelardo Fernando Montenegro e que se escondia sob o pseudônimo de Azéglio, assim se referiu aos dois grupos hostis: "Os dois bandos transitavam pelas fraldas da Serra do Araripe. Emboscavam-se reciprocamente. Cada um dos beligerantes se esforçava por aumentar as suas hostes, o que não era difícil, pois até os soldados de linha dos destacamentos de Jardim, Missão Velha e Milagres desertavam e se reuniam aos bandidos".
João Calangro, de estatura baixa, vermelho, sardento e de cabelos cor de fogo, intitulava-se General Brigadeiro João de Sousa Calangro. Jactava-se de haver praticado 32 assassinatos e de não ser por nenhum deles processado. Remontam àquela época os sucessivos tiroteios travados entre os dois bandos rivais nas feiras de Brejo e Porteiras, onde os cangaceiros se fartavam de cachaça e arruaçavam livremente.
Conta-se que, certa vez, ouvia João Calangro um grande tiroteio em Brejo dos Santos. Dirigia-se para lá imediatamente. O seu grupo lutava com o de Quirino. No lugar Regato, a 2 quilômetros da rua, escutando gemidos que partiam de uma moita à margem do caminho, verificava que se achavam baleados dois bandidos inimigos. Acabava de matá-los.
Em outra ocasião, depois de um combate contra os Quirinos, em Porteiras, repreendia João Calangro a um dos seus cabras, por ter aplicado um pontapé no cadáver de um adversário. " Não faça isto, ele era um cangaceiro honrado". Um tiro acidental porém havia de determinar o fim daquele estado de coisas. Num dos primeiros dias de feira do ano de 1878, Calangros e Quirinos se defrontaram no antigo "Comércio" de Brejo Santo, na Rua Velha. No decorrer do tiroteio, o velho águas-belense Inácio Gonçalves Bezerra, mais conhecido como Inacinho, foi morto por um tiro do grupo de João Calangro, que, na realidade, não lhe foi dirigido. Pai extremoso, Inacinho procurava os filhos na área perigosa. Estes, em número de cinco, imediatamente após o crime, partiram em perseguição aos Calangros, abatendo um dos bandidos no lugar Canafístula, a três quilômetros do povoado. No dia seguinte, retomaram a trilha dos bandoleiros com o auxílio de um índio domesticado, exímio rastejador.
| Aspecto atual do antigo "Comércio" ou "Rua Velha". O primeiro logradouro de Brejo Santo hoje chama-se Rua Cel. Ferraz. |
| Aspecto atual da antiga "Rua Velha", sentido norte-sul. |
| Aspecto atual da antiga "Rua da Velha", sentido sul-norte. |
| Aspecto atual do antigo "Comércio" ou "Rua Velha". O primeiro logradouro de Brejo Santo hoje chama-se Rua Cel. Ferraz. |
Calangro, como de costume, dispersara o grupo para embaraçar seus perseguidores. Contudo, não evitou que mais dois sicários do seu séquito fossem derrubados de uma árvore, na serra de Canabrava, quando devassavam uma colmeia. Logo depois do episódio de Canabrava, o coronel João Gomes da Silva foi ao lugar Piçarra, informado que fora da presença de Calangro naquele sítio. Não o encontrou porém. No dia seguinte, recebeu um recado do famoso bandido, aconselhando-o a ficar em casa e deixar a perseguição a cargo dos seus cabras. De sua tocaia, Calangro deixou João Gomes passar em paz, reservando a carga do seu trabuco para os indivíduos de sua laia.
Após esses acontecimentos, que tiveram grande repercussão na própria Capital, o Presidente da Província, Dr. José Júlio Albuquerque de Barros (primeiro e único Barão de Sobral. Foi Presidente das Províncias do Ceará - 08.03.1878 a 02.07.1880 - e do Rio Grande do Sul - 16.07.1883 a 19.09.1885), resolveu agir decisivamente contra aqueles grupos de malfeitores. No dia 02 de outubro de 1878, a povoação de Brejo dos Santos transformara-se em verdadeira praça de armas. Nos diversos pontos das comarcas de Jardim e Barbalha, postavam-se piquetes. Cerca de 500 homens moviam-se às ordens do coronel Canuto José de Aguiar, comandante do corpo policial, que, durante a administração de Alencar, desempenhara, a contento, idêntica comissão.
Canuto dispunha as forças da seguinte maneira: um pelotão de homens escolhidos, a fim de evitar as mortíferas guerrilhas de Calangro e sequazes, seguia no enlaço do grupo principal, enquanto escoltas a cavalo tomavam-lhe a dianteira. Além disso, distribuíam-se piquetes pelas aguadas. As forças, enfim, movimentavam-se continuamente.Reza a tradição que na cauda do grupo de Calangro marchava um cabra munido de ramagem, com o fim de apagar a pista dos companheiros. Os bandidos iludiam as sentinelas das aguadas com o bater dos chocalhos nas horas mortas da noite.
A esse tempo, Gato Brabo, comandante de grupo auxiliar do grupo de João Calangro, via-se cercado na Serra do Braga. Conseguia escapar. Prendia-no, porém, no termo de Sousa, da Paraíba. Ia ele no meio de uma carga, em vestido de mulher e embrulhado numa coberta. Dirigia-se para o termo de Teixeira, palco de seus primeiros crimes, e onde tinha o nome de Avelino, quando, na verdade, se chamava Antônio e nascera no termo de Milagres. A enérgica repressão ao banditismo restabelecia paulatinamente a ordem pública. Grande número de bandidos caia nas malhas da polícia, enquanto uns tombavam na luta e outros fugiam.
João Calangro, perseguido, abandonava Brejo dos Santos. Subia a Serra do Araripe. Antes, porém, a fim de desorientar os perseguidores, amarrava as alpercatas aos pés com as pontas voltadas para os calcanhares. Descia a Serra pelo lado de Barbalha e asilava-se no sítio Silvério, na residência do padre Manuel Antônio Martins de Jesus, proprietário do mesmo e amigo do famoso bandoleiro, além de ser sacerdote desabusado, que vivia em mancebia e tinha vasta prole.
O sacerdote que faleceu aos 76 anos, em Juazeiro do Norte, no dia 27 de janeiro de 1911, ocultou o bandido, arrumou um pilão numa rede, mandou o sacristão tanger o sino da capela e anunciou a morte de João Calangro. Enquanto se efetuava o enterro, o cangaceiro fugia para o Piauí, de onde não se tinha mais notícia dele. A tranquilidade voltou ao seio da população de Brejo dos Santos. Entretanto, por volta de 1887, novos grupos de cangaceiros começaram a surgir nos antigos domínios de João Calangro. Nessa época, Viriatos e Brilhantes reviviam as lutas dos grupos de bandoleiros ocorridas durante a grande seca de 1877.
Os Brilhantes eram chefiados por Miguel Raposo de Souza Plácido, valente e perverso bandoleiro da província da Paraíba. Residia no Poço, onde foi morto. Certo dia do ano de 1890, Miguel Plácido recebeu a visita de João Marreca e mais três cabras de Antônio Quelé, os quais, segundo afirmavam, dirigiam-se ao Crato. Miguel matou um suíno de cuja carne os cangaceiros almoçaram fartamente e encheram os bornais. Horas depois das despedidas, Miguel Plácido saiu para dar água a um cavalo. Caiu varado de balas antes de atingir o roçado. Seu cadáver, que foi objeto da curiosidade popular, foi sepultado no cemitério em Brejo dos Santos.
Ao mesmo tempo que resistiam às duras provas de três calamidades (peste, seca e banditismo), os fundadores do antigo distrito de Brejo dos Santos mantiveram o ritmo de trabalho criador que se transmitiria às gerações futuras. Depois do quatriênio de fome (1877-1880) durante o qual o próprio Vigário foi auxiliado financeiramente por um bloco de cidadãos generosos, transmudou-se a paisagem da gleba. O povoado, que se desenvolveu em torno da antiga capela, começou a ser acrescido de novos edifícios. E naquelas terras de transição entre a serra e o sertão, novas fazendas de gado surgiram, os rebanhos se multiplicaram e a lavoura firmou-se no primeiro plano de atividades daquela gente laboriosa.
O Brejo Santo daqueles tempos está fielmente retratado pela pena brilhante do Pe. Belarmino José de Souza, que ali esteve em 1884 secretariando D. Joaquim José Vieira (foi bispo do Ceará de 24 de fevereiro de 1884 a 16 de setembro de 1912), cuja visita pastoral constituiu o maior acontecimento da época. “Chegamos nesta Freguesia na manhã de 29 de julho. Ali encontramos uma população pobre, mas prendada dos melhores predicados, convicta e animada para as nobres conquistas do trabalho de que vive na confiança de seus perseverantes esforços. Não obstante batida pelo bando de sicários que no triênio da seca devastaram àquele e outros lugares, do que ainda encontramos vestígio, a população do Brejo é bastante valorosa e resignada na história que conta de seus infortúnios. A casa que nos deram, em falta de outra, para hospedagem, foi a que serviu de trincheira de um dos grupos facinorosos, que sustentaram um tiroteio com outro grupo, não menos insolente e cruel, que disputava a posse do lugar! Foi realmente uma época de terror, a do triênio da seca, principalmente no sertão do Cariri, flagelado pelos grupos sanguinários, que nada respeitavam, nem honra, nem propriedade, nem a vida de ninguém.
Ali vimos as portas da referida casa crivadas de balas, e com admiração S. Excia. Rvma. teve que lamentar o fato, e condenar o estado bárbaro de nossos centros nas épocas de sua anormalidade. Pois bem; esta circunstância inspira-me a dizer que o lugar da desordem e do crime, foi convertido em lugar de ordem e de paz; e que a terra profanada pelo pé do malvado cearense foi santificada pela presença do Apóstolo da Igreja! Do mesmo lugar donde partiram balas, partiram bênçãos! Ali estivemos dois dias, prestando S. Excia. Rvma. os serviços de sua consoladora visita. Crismando cerca de 500 pessoas, dirigiu do púlpito algumas palavras, chamando a atenção dos povos para o mau estado da Matriz. Sendo nova a Freguesia, e lutando com adversidades de todo gênero, o respectivo vigário Francisco Lopes Abath fez muito em conservar-se no seu posto e manter as coisas contra a invasão dos bandidos. Durante nossa estada no Brejo foi grande a concorrência dos fiéis. Os confessionários sempre foram frequentados pela maioria do povo durante os trabalhos da visita. Concluindo, dirijo um voto de louvor ao Sr. João Clímaco de Araújo Lima, pelos bons serviços que nos prestou, e bem assim a outros dignos amigos e fervorosos católicos da religiosa Paróquia.”
A casa aludida é situada na Rua Velha, que pertenceu depois a Antônio de Zuza Gabriel, vulgo Medalha. Os grupos referidos pelo cronista eram o de João Calangro e dos Quirinos. Aquela época, exercia as funções de sacristão Antônio Simplício do Nascimento, natural de Goianinha (atual distrito de Jamacaru, em Missão Velha), foi ele o primeiro sacristão de Brejo Santo. Além desses episódios, nada mais foi preservado pela tradição escrita e oral sobre o cangaceirismo em Brejo dos Santos durante o Regime Monárquico.
A casa aludida é situada na Rua Velha, que pertenceu depois a Antônio de Zuza Gabriel, vulgo Medalha. Os grupos referidos pelo cronista eram o de João Calangro e dos Quirinos. Aquela época, exercia as funções de sacristão Antônio Simplício do Nascimento, natural de Goianinha (atual distrito de Jamacaru, em Missão Velha), foi ele o primeiro sacristão de Brejo Santo. Além desses episódios, nada mais foi preservado pela tradição escrita e oral sobre o cangaceirismo em Brejo dos Santos durante o Regime Monárquico.
Bruno Yacub Sampaio Cabral-Pesquisador
22 de Junho de 2019
Fonte:amunganga.blogspot.com
Imagem:Glauber Arbos
Imagem:Glauber Arbos
Cariri Cangaço e Antônio Conselheiro Chegam em Grande Estilo à Bienal Internacional do Livro
Aconteceu na tarde desta última quarta-feira, 21 de agosto de 2019, a chegada em grande estilo de Antônio Conselheiro à XIII Bienal Internacional do Livro; realizada no Centro de Eventos do Ceará em Fortaleza. O lançamento do livro "Olhares sobre Antônio Conselheiro - Novas escritas de r(e)existência", obra com prefácio de Grecianny Cordeiro e apresentação de Ricardo Machado, organizado por Bruno Paulino, Pedro Igor e Manoel Severo Barbosa é uma produção do Cariri Cangaço e da AquiLetras. A festa de lançamento aconteceu no estande da ACE - Associação Cearense de Escritores.
"Olhares sobre Antônio Conselheiro - Novas escritas de r(e)existência"
Pedro Igor, Aílton Siqueira, Pedro Victor, Manoel Severo e Silas Falcão
O livro é resultado do concurso literário patrocinado pelo Cariri Cangaço, AquiLetras e Fundação Canudos, por ocasião da realização do Cariri Cangaço Quixeramobim entre os dias 24 e 26 de maio de 2019. "Uma das grandes e curiosas indagações que invadiam
meu coração, desde os primeiros momentos de construção do Cariri Cangaço
Quixeramobim, ao lado dos amigos Bruno Paulino e Pedro Igor; dentre outros; era
justamente como a atual Quixeramobim se relacionava com a figura histórica de
seu filho mais famoso, como as novas gerações; os meninos e meninas, as
escolas, os professores, a comunidade em geral, via e sentia a presença e o
legado desse imenso ícone da história sertaneja do Brasil" revela o curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo.
Manoel Severo e as boas vindas aos convidados na Bienal Internacional do Livro
Pedro Igor: "Momento de celebração..."
Professor Hugo, Manoel Severo, Pedro Igor e Professora Vanessa
e autoras do Livro "Olhares sobre Antônio Conselheiro"
Pedro Igor, vice-presidente da AquiLetras e gestor da Casa de Saberes Cego Aderaldo, reforça: "A partir dessa ideia de Severo pensamos o concurso literário que pudesse vir a ser este instrumento para que nossos jovens pudessem expressar o seu olhar sobre Antônio Conselheiro; fizemos o edital, visitamos as escolas, conversamos e compartilhamos o desafio com os professores e alunos e hoje celebramos com a presença de sete dos quinze autores do livro na Bienal, essa grande realização".
Um dos pontos altos da festa de lançamento de "Olhares sobre Antônio Conselheiro - Novas escritas de r(e)existência" na Bienal foi a presença de alunos e alunas de Quixeramobim. Uma comitiva da Escola Nossa Senhora do Rosário e da Escola São Miguel; com cerca de 45 jovens e sob a coordenação dos professores Vanessa e Hugo, trazendo dentre o grupo, sete alunas co-autoras do livro, que em dia de celebração autografavam a obra na maior festa literária do estado.
Manoel Severo e Fabiano Piúba
Manoel Severo, Marcus Fernandes e Carlos Alberto Carneiro
"A mesa das sete mulheres": Autoras juvenis do livro "Olhares sobre Antônio Conselheiro - Novas escritas de r(e)existência"
Ingrid Rebouças e Silas Falcão
Carlos Alberto Carneiro e Manoel Severo
Os presentes foram saudados na abertura pelo curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo, que ressaltou a imensa importância do momento, "hoje testemunhamos mais do que apenas as letras contidas nessa obra, mas e principalmente o sentimento desses meninos e meninas, cheios de sonhos e desafios , que se perpetuam de maneira preciosa através do livro, isso não preço e o Cariri Cangaço sente-se mais que honrado em participar ao lado da AquiLetras desse momento histórico".
Pedro Igor, Manoel Severo, Carlos Dantas e Patricia Cacau
Manoel Severo, Carlos Alberto Carneiro e Dr Herton Cabral
Manoel Severo, Carlos Alberto, Herton Cabral, Patricia Cacau e Maria José
Pedro Sampaio, Manoel Severo, Carlos Dantas e Silas Falcão
Para a presidente da Academia de Letras Juvenal Galeno, Linda Lemos, "estive no Cariri Cangaço em Quixeramobim, lá já havia me encantado com tudo o que vi e hoje estou muito emocionada em chegar a este lançamento, aqui na Bienal e vê os jovens daquela cidade, discutindo cultura, literatura, e lançando esse livro, isso é maravilhoso, parabéns a Severo e a todos os envolvidos".
De pé; Silas Falcão, Herton Cabral, Carlos Dantas, Carlos Alberto, Marcelo Leal, Lurdinha Linhares. Sentados: Pedro Sampaio, Linda Lemos, Manoel Severo e Pedro Igor
Estande da ACE, acolhe o Cariri Cangaço e a AquiLetras
Autoras falam de suas experiências a partir do Livro
Professor Hugo, do Colégio Nossa Senhora do Rosário e do SESC
Presença Marcante do Colégio Nossa Senhora do Rosário
Para a escritora Grecianny Cordeiro, da Academia Cearense de Letras, "em nossa memória tão
desmemoriada, surgem nos mais diversos rincões de nosso país, iniciativas e movimentos
culturais dedicados a resgatar nossa História, mantendo acesa a chama da nossa
cultura, alumiando e redimensionando nossos valores e costumes, estudando os
fatos históricos sob o prisma da contemporaneidade e, assim, procurando
compreender o presente e planejar o futuro sem jamais esquecer do passado, em
especial, empenhando-se no reconhecimento daqueles personagens que, de um jeito
ou de outro, marcaram nossa existência, enquanto indivíduos e membros de uma
coletividade, despertando paixões e nos dando um novo sentido à bela arte de
viver.“Olhares sobre Antônio Conselheiro, novas
escritas de r(e) existência”, organizada por Bruno Paulino, Pedro Igor e
Manoel Severo, é um exemplo disso... O resultado foi surpreendente, mediante a adesão
expressiva dos alunos de variadas escolas, culminando na premiação dos
vencedores do certame e, por fim, o lançamento dessa bela Coletânea de Textos, a
qual tenho a honra de prefaciar."
Manoel Severo e Carlos Alberto Carneiro
Carlos Alberto e Linda Lemos saúdam a iniciativa da Obra...
A emoção de participar como autoras de sua primeira Bienal...
Regina Fiúza e Manoel Severo
Gilmar de Carvalho, Otacílio Bezerra Bonfim, Zacharias de Oliveira,
Dideus Sales e Manoel Severo
Os autores; naturalmente vencedores do concurso literário, alunos e alunos da rede pública e privada de Quixeramobim são; Yarley de Sousa Leitão, Vitória Barros, Jayane Carneiro Andrade, Ana Luiza Almeida Sampaio, Lucas Medeiros , Gabrielly Pereira , Vitória de Sousa Silva, Vitória Holanda de Andrade , Johelen Amâncio , Andressa de Sousa Nogueira, Dávila Roberta, Damares Alves, Melissa Belisário, Flávio Pereira da Silva, Mel Anny Paiva, Maria Emanoeli , Hillary Barbosa e Kalyne Ribeiro. A Capa é de autoria de Matheus Rayner, Debora e Victor, alunos da Escola Humberto Bezerra.
Linda Lemos e a homenagem às autoras do Colégio Nossa Senhora das Graças
e São Miguel
Carlos Alberto Carneiro, Manoel Severo e Professora Vanessa
Gilmar de Carvalho e Manoel Severo
Pedro Igor e Manoel Severo
Ingrid Rebouças e Regina Fiúza
Danilo Patrício, Pedro Victor, Manoel Severo, Pedro Igor, Ingrid Rebouças,
Aílton Siqueira e Carlos Alberto Carneiro
"Um momento histórico para nossos alunos o lançamento do livro:Olhares sobre Antônio Conselheiro. Nossas 5 alunas escritoras com textos contemplados nesse livro,participarem de uma roda de conversa no stand da Associação de Escritores do Ceará sendo muito bem recebidas pelo autores Pedro Igor e Manoel Severo. Nesta ocasião elas autografaram alguns livros.Nossos parabéns às escritoras,a coordenação do ensino médio e as professoras de códigos e linguagens, em especial a professora Vanessa Lemos." Dirigentes do Colégio Nossa Senhora do Rosário.
Manoel Severo e Dideus Sales
Linda Lemos e Silas Falcão
Carlos Alberto Carneiro, Ingrid Rebouças e Lourdinha Linhares
Pedro Igor, Matheus Pimenta , Pedro Victor e Danilo Patrício
Manoel Severo e Professor Hugo
E conclui a escritora Grecianny Cordeiro: "Antônio Conselheiro deixou um
legado que inspirou e ainda inspira diversas gerações. É um símbolo de
resistência à opressão, às injustiças sociais, à política de
institucionalização da miséria e do medo, exemplo e orgulho para os jovens de
Quixeramobim, que expressaram os mais belos sentimentos e suas recorrentes
angústias por meio dos textos inteligentes e ricos que integram a presente
obra. Canudos
resiste e vive em cada um de nós que sonha com um mundo melhor, onde possa
reinar a decência, a honestidade, o respeito ao próximo, a solidariedade, a
esperança e a fé," no prefácio da Obra.
Cariri Cangaço na XIII Bienal Internacional do Livro
Lançamento de"Olhares sobre Antônio Conselheiro - Novas escritas de r(e)existência"
Estande da ACE , Centro de Eventos
21 de Agosto de 2019, Fortaleza Ceara
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