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Museu Fonográfico de Campina Grande festeja 99º aniversário do Rei do Baião Por:Kydelmir Dantas

Kydelmir Dantas

Nesta terça-feira 13 de dezembro é comemorado em todo Brasil o 99º aniversário de nascimento de Luiz Gonzaga, noticiado na mídia em geral e lembrado por milhões de fãs brasileiros e estrangeiros do imortal cantador da Asa Branca. Em Pernambuco e na Paraíba, especialmente, acontecem eventos importantes nas capitais e nos interiores dos Estados, para celebrar a magna data do Rei do Baião às vésperas do seu centenário. 

Na Paraíba, o Rei do Baião vai ser homenageado mais uma vez no evento anual que lhe dedica o Museu Fonográfico Luiz Gonzaga de Campina Grande, MFLG-CG, situado na Rua Costa e Silva, 1304, no bairro do Cruzeiro. Desde a manhã e a tarde o Museu Luiz Gonzaga abre as portas para a visitação do público em geral e às equipes de reportagem da mídia. A partir de 19h00 começam o evento do Museu Luiz Gonzaga que celebra os
99 anos de Luiz Gonzaga. 


Livros sobre Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.
A primeira parte da programação da festa luiz-gonzaguiana paraibana é religiosa, com a realização de uma missa campal a ser celebrada por alguns padres que têm demonstrado interesse de virem a Campina Grande participar da festa. Depois da missa, com liturgia incluindo o repertório de inspiração religiosa de Luiz Gonzaga, acontecem lançamentos de três livros de autores oriundos de Pernambuco e da Paraíba.
 

A pernambucana Lêda Dias lança Eu Sou Anastácia! História de Uma Rainha, a biografia da cantora e compositora Anastácia. Ela e Dominguinhos são autores de Sanfona Sentida, uma das mais belas canções de amor de Luiz Gonzaga. O paraibano Inaldo Soares, radicado na cidade do Recife, lança o livro A Musicalidade de Jakcson do Pandeir, um verdadeiro catálogo da discografia do Rei do Ritmo. Já o criador do Museu Fonográfico Luiz Gonzaga de Campina Grande, José Nobre de Medeiros em parceria com Antônio Francisco Costa, misto de advogado e forrozeiro, lançam o livro Porque o Rei é Imortal! O livro de Zé Nobre e Antônio Costa é um valioso estudo das músicas de Luiz Gonzaga e parceiros que ele jamais gravou, as suas participações em discos de outros artistas, os cantores estrangeiros que interpretam a obra luiz-gonzaguiana, as homenagens dos artistas ao Rei do Baião, e outros assuntos. 

Enviado por Kydelmir Dantas
Sócio da SBEC

Tributo a Gonzagão em Mossoró Por:Kydelmir Dantas


Neste próximo dia 12 de dezembro, Mossoró vai parar para prestar justa homenagem aos 99 anos de nascimento do Rei, Luiz Lua Gonzaga, o Mestre do Baião. Será no Açaí da Praça, Alto de São Manoel, a partir das oito da noite.

Kydelmir Dantas

Luiz Gonzaga Nordestino Por:Guilherme Machado

Luiz Lua Gonzaga

Luiz Gonzaga teve que quebrar barreiras na Rádio Nacional do Rio de Janeiro para cantarvestido de cangaceiro ou até mesmo de vaqueiro. Foi em 1947 quando o Diretor da Emissora, Floriano Faissal , em berros, gritava "aqui não, na Rádio Nacional, não! Aqui não canta cangaceiro!" Obrigando ao recém chegado Luiz Lua Gonzaga, afilhado do ator  e locutor Paulo Gracindo, a se apresentar de terno e gravata nos auditórios da Rádio Nacional do Rio de Janeiro.

Gaucho Pedro Raimundo

Um belo dia chega Luiz Gonzaga de sanfona branca no peito para se apresentar em um programa da tarde e ai quando ver o colega, gaucho Pedro Raimundo,  cantando de chapéu de aba larga e bombacha, botas até os joelhos, esporas nos calcanhares e taça rebengue na mão, tipicamente a rigor, representante legal da região sul. O nordestino Luiz Gonzaga vendo aquela figura brilhando de Pedro Raimundo, parou e pensou, "é, o carioca usa camisa listrada, o baiano usa chapéu de palha e eu vou representar o nordeste..." 


Correu até os correios e imediatamente escreveu para a dona Santana, sua mãe, lhe pedindo que ela lhes comprasse um belo chapéu de cangaceiro que lembrasse a figura de Lampião; dona Santana não gostou nada do pedido do filho, mesmo assim, atendeu o seu pedido e lhe comprou o chapéu de couro tipo "cangaceiro". O teimoso Luiz Gonzaga voltou ao estúdio da Nacional, desta vez, vestido de cangaceiro, foi quando alguém o tentou reprimir e aí sem hesitar ele disse: "Se Pedro Raimundo pode cantar e representar o seu povo, eu também posso, até o paulista Bob Nelson canta fantasiado de Roy Rogers, cowboi americano, eu sou nordestino e o símbolo do nordeste é o vaqueiro e o cangaceiro". E não é que seu Luiz viveu quase toda vida vestido de gibão e chapéu de couro.

Guilherme Machado
Serrinha, Bahia

Vem aí cinebiografia de Luiz Gonzaga Por:Francisco Russo

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Mais um importante nome da música brasileira em breve terá sua história contada no cinema. Trata-se de Luiz Gonzaga, o rei do baião, cuja cinebiografia será dirigida por Breno Silveira (2 Filhos de Francisco e Era uma vez...). Provisoriamente intitulado Gonzaga de Pai para Filho, a ideia é que o filme apresente Luiz Gonzaga sob os olhos de seu filho, o também cantor Gonzaguinha. Para tanto serão usadas duas fontes: uma fita cassete de Gonzaguinha falando sobre o pai e o livro "Gonzaguinha e Gonzagão: Uma História Brasileira", de Regina Echeverria.

O roteiro atual conta com 300 páginas, mas ainda sofrerá uma enxugada. A intenção é utilizar atores desconhecidos nos papéis principais, de forma que o público não traga informações prévias ao assistir suas interpretações. Entre as locações estão a favela carioca de São Carlos, onde Gonzaguinha foi criado, Minas Gerais e, é claro, o Nordeste. Para distribuir o filme, a produtora Conspiração Filmes já fechou acordo com a Columbia Pictures do Brasil e a Downtown Filmes. Cerca de 60% do orçamento, de valor não divulgado, já foi captado. A intenção é que o filme chegue aos cinemas em 2012, ano em que Luiz Gonzaga completaria 100 anos caso ainda estivesse vivo.


Postado em: http://www.triunfob.com/  dos amigos Lucivaldo Ferreira e  André Vasconcelos 
Fonte: Adoro Cinema - Diário de Pernambuco
http://www.adorocinema.com/cinenews/vem-ai-cinebiografia-de-luiz-gonzaga-5270/
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