Cariri Cangaço é festa e alegria Por: Aderbal Nogueira

Meus amigos. Nem só de discussões, debates, palestras etc., vive o Cariri Cangaço, pois o mesmo também é sinônimo de: Música, diversão, alegria e muito mais. Porém, sem esquecermos que o perigo sempre espreita no final. Fica aqui mais uma boa recordação daqueles que muito estimo e, em especial, ao amigo e grande figura que já é marca registrada de alegria e camaradagem: o Jadilson " BIN LADEN".

Grande abraço.


Aderbal Nogueira
Laser Vídeo
Conselheiro Cariri Cangaço

Participar de algum Evento da SBEC era um sonho antigo Por:Reclus de Pla

Reclus de Plá e Santana

Caro Manoel Severo, envio-lhe esta mensagem com o objetivo de expressar, de maneira formal, o meu agradecimento pela excepcional oportunidade proporcionada a mim e à minha espôsa Agrael Ana Giordano de Plá e Santana de participarmos da III Edição do Evento CARIRI CANGAÇO (20 a 25/09/11 - Crato/CE), que é o maior e mais importante dentre os que são realizados com o apoio da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC).

Participar de algum Evento da SBEC era um sonho antigo que eu não imaginava que algum dia pudesse se realizar. Durante o Evento tive a felicidade de até conversar com escritores que muito admiro mas só os conhecia através das suas magníficas obras, sem nunca haver me ocorrido sequer a idéia da possibilidade de um dia dizer-lhes pessoalmente o quanto os admiro. Tive também a felicidade de travar conhecimento com outras pessôas maravilhosas que embora não sendo escritores fazem parte do universo dos que de alguma forma se dedicam ao tema alusivo ao Fenômeno Social Cangaço.

Deixo de emitir elogio ao evento em si, em razão de julgar que isso já foi feito exaustivamente por esfera superior e competente. Não posso no entanto deixar de registrar que a espectativa que eu tinha em relação ao evento se confirmou, especialmente no que se refere ao maravilhoso ambiente criado pelo clima de cordialidade e respeito mútuo entre os seus ilustres participantes. Jamais esquecerei o seu ato de generosidade que me proporcionou essa felicidade. Ao lhe manifestar êsse sentimento de eterna gratidão, o faço também em nome da minha espôsa.

Peço que aceite o meu cordial abraço.


Reclus de Plá e Santana
Duque de Caxias, RJ

A Donzela e o Cangaceiro Por:Cacá Araujo


Segunda, dia 31 de outubro e Terça, dia 1ª de novembro de 2011

Teatro Rachel de Queiroz, Crato-CE - 20h

Entrada: R$ 5,00 (meia e antecipada) - R$ 10,00 (inteira)

Indicação: 12 anos

A ambição desmedida do homem rico, a ganância cruel do norte-americano e a trama infernal vinda das trevas ameaçam o Sítio Fundão, importante reserva ecológica brasileira. As forças do mal, lideradas pelo Bode-Preto, entram em disputa ferrenha pelo domínio da área, mas são enfrentadas pela legião do bem, liderada pela Caipora, deusa protetora da natureza. Somente o amor pode salvar o sítio da destruição total. Um enigma, proferido pela esfinge de Seu Jefrésso, contém todo o segredo do universo, capaz de restabelecer a paz e a harmonia.

Donzela Flor, símbolo de pureza, precisa ser desencantada. O cangaceiro Edimundo Virgulino, valente e destemido, luta com bravura para salvar o sítio e conquistar o coração da donzela.
 
Produtor, Diretor e Ator, Cacá Araujo

"A DONZELA E O CANGACEIRO"
!!!Mais uma superprodução da Cia. Cearense de Teatro Brincante!!!
 
Ao abordar a ecologia e o meio ambiente a partir de motivo factual doméstico, neste caso a luta pela preservação do Sítio Fundão, importante reserva ecológica na zona urbana na cidade do Crato-CE ameaçada de extinção, o espetáculo "A Donzela e o Cangaceiro" amplia o foco ao propor uma leitura da gana imperialista capitaneada pelos EUA, usurpadores das riquezas alheias. Envereda também pelo universo histórico e mítico do homem nordestino e universal, revisitando o cangaço e o mito da Caipora numa história fantástica, mas embrenhada “na” e “de” realidade.

"A Donzela e o Cangaceiro", obra premiada pela Funarte em 2007, é um projeto teatral que dá prosseguimento à determinação do dramaturgo Cacá Araújo em buscar a afirmação de uma dramaturgia nordestina e universal alinhada ao resgate e à difusão da cultura tradicional popular, fundada na expressão do imaginário do povo, nas lendas, nos mitos, nos causos, nas aventuras, nos romances, na história, nos mistérios que habitam a alma afoita e brincante do sertanejo, cujo sangue saltitante se perpetua no riso e na dor, na graça e no sofrimento, na desventura e na esperança.


Cacá Araujo
Produtor, Diretor e Ator
Crato-Ce

A musicalidade de Múcio no Cariri Cangaço 2011

Múcio Procópio, Conferencista do último dia de Cariri Cangaço

A última Conferência do terceiro Cariri Cangaço, acabou fechando com chave de ouro a mais festejada de todas as edições de nosso seminário. Tendo como auxiliares na Mesa de Apresentação; o talento e a sensibilidade de Kiko Monteiro e Carlos Elydio, o sensacional Múcio Procópio nos presenteou com uma verdadeira viagem através do tempo e do espaço, nos trazendo a história da música brasileira e sobretudo nordestina, da gema, nossa, só nossa!


Por mais de duas horas a platéia atenta e privilegiada que teve o prazer de estar no auditorio nobre do Hotel Pasargada em Crato, na manhã do domingo, dia 25 de setembro, último dia de Cariri Cangaço 2011; pode acompanhar a trajetória dos ritmos, do sentimento e da alma daqueles que fizeram de sonhos...música e de música...sonhos.

Chamego, coco, frevo, marcha e forró... Samba-canção, xaxato, xote e baião... Toada, arrasta-pé, batuque e rojão... Era o talento de um Múcio renovado, remoçado pelo entusiasmo de uma paixão, uma de suas paixões: A Música genoinamente do Brasil, não do Brasil comercial, mas do Brasil dos rincões, das grotas e dos quintais, dos de bom coração, música boa de se ouvir, música boa de cantar e acima de tudo, música boa para se amar.

Luiz Lua Gonzaga
Jackson do Pandeiro
Orlando Dias

Augusto Calheiros, Orlando Dias, Flávio José e o grande Jackson do Pandeiro... Luiz Vieira, Trio Nordestino, João Pernambuco e o grande e maravilhoso Luiz Lua Gonzaga... Raul Seixas, Anísio Silva, Patativa do Assaré e a doce Amelinha... E muito mais, muito mais. Era um Múcio diferente, mais apaixonado ainda por estar ao lado de tão precioso tesouro, uma das razões de sua vida: A música de nosso Brasil, de nosso nordeste e de nossa gente.

Sousa Neto, Ivanildo Silveira e Antônio Amaury
Luiz Zanotti
José Peixoto Júnior

Ao final, depois de uma das maiores participações e intervenções do Cariri Cangaço, os aplausos para uma estupenda apresentação, cheia de detalhes ricos e muitas vezes desconhecidos da história da verdadeira música de nosso nordeste, trazidos com competencia e talento, firmeza e clareza, doçura e leveza, que só seriam possíveis com o quilate de um Múcio Procópio, último conferencista do Cariri Cangaço 2011... E que venha 2012, 2013, 2014.......

Manoel Severo

II Congresso Nacional do Cangaço, promoção SBEC


Desde ontem , dia 24, que a SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço realiza o II Congresso Nacional do Cangaço juntamente com a UFCG que promove a III Semana Regional de História do CFP/UFCG , na simpática Cajazeiras, em nossa Paraíba.

O evento tem como tema NORDESTES E NORDESTINIDADES: histórias, representações e religiosidades, com os eventos acontecendo em conjunto e configurando-se como uma oportunidade singular e inovadora que busca promover a discussão em torno das questões que envolvem todo o processo de construção das representações sobre o Nordeste, dentre elas a sua religiosidade, sua vinculação com o cangaço, suas manifestações culturais, suas identidades, enfim, sua própria historicidade.

A Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço – SBEC, desde sua fundação em 13 de junho de 1993, vem ampliando sua atuação e buscando novos parceiros. Este ano ao firmar parceria com a Unidade Acadêmica de Ciências Sociais, do Centro de Formação de Professores (UFCG) em Cajazeiras, busca ampliar as suas fronteiras de atuação, pois entende tratar-se de um momento ímpar que se renova periodicamente com a finalidade de promover o diálogo entre historiadores e pesquisadores de outras áreas de conhecimento. A participação de estudiosos dos assuntos relativos ao Nordeste provenientes dos mais diversos estados brasileiros provoca a profícua articulação das discussões sobre novas temáticas, abordagens, objetos de pesquisa, metodologias de pesquisa e ensino, teorias e práticas do fazer historiográfico local, regional e nacional com o que está sendo discutido em outros espaços do país e do mundo em relação ao cangaço e a outras temáticas relacionadas à região e a seus habitantes.
Pode-se afirmar que o II Congresso Nacional do Cangaço e a III Semana Regional de História do CFP/UFCG representam a oportunidade do conhecimento historiográfico ganhar novo fôlego, acolher novos desafios, analisar os novos limites e os diálogos interdisciplinares, fazer-se mais atuante na sociedade e aproximar o tema da realidade vivida entre os docentes do ensino fundamental e médio, com o fim de melhorar e democratizar as discussões, bem como o acesso e a construção da história.

Diante da responsabilidade com o conhecimento histórico e a necessidade da aproximação entre a pesquisa, extensão e o ensino da História em suas particularidades é que o II Congresso Nacional do Cangaço e a III Semana Regional de História do CFP/UFCG configuram-se num centro irradiador desses diálogos, algo de extrema relevância para o desenvolvimento coletivo do projeto de produção do conhecimento na Universidade e da sua atuação na sociedade. Para tanto, as atividades desenvolvidas buscarão aprofundar tais diálogos através de conferências, exposições, minicursos, oficinas, grupos de trabalho, mesas de debates e encontros

Programação:

Dia 24/outubro/2011 (segunda-feira)
08:00 às 11:00 Credenciamento
Inscrições (encerramento)
19:30 às 21:30 Cerimônia de Abertura
Conferência de Abertura:
Prof. Dr. Lemuel Rodrigues da Silva

Dia 25/outubro/2011 (terça-feira)
08:00 às 09:30 Minicursos
09:30 às 12:00 Apresentação Cultural
14:00 às 17:00 Grupos de Trabalho (GT)
19:00 às 21:00 Mesa Redonda 1
A representação do cangaceiro nos livros de história.
Profª Ana Lúcia Granja de Souza
Prof. Ms. Emanuel Pereira Braz
Profa. Dra. Maria Lucinete Fortunato
21:00 às 22:30 Minicursos

Dia 26/outubro/2011 (quarta-feira)
08:00 às 09:30 Minicursos
09:30 às 12:00 Encontro com autores
Honório de Medeiros (RN) e
Paulo Medeiros Gastão (RN)
14:00 às 17:00 Grupos de Trabalho (GT)
19:00 às 21:00 Mesa Redonda 2
Identidades constitutivas do ser nordestino.
Profª. Dra. Mariana Moreira Neto
Prof. Ms. Joel Carlos de Souza Andrade
Juliana Pereira Ischiara
21:00 às 22:30 Minicursos

Dia 27/outubro/2011 (quinta-feira)
08:00 às 09:30 Minicursos
09:30 às 12:00 Apresentação Cultural
14:00 às 17:00 Grupos de Trabalho (GT)
19:00 às 21:00 Mesa Redonda 3
As reações da igreja romanizada sobre a atuação de
beatos e conselheiros.
Ângelo Osmiro Barreto
Prof. Ms. Marcílio Lima Falcão
Prof. Dr. Elri Bandeira de Sousa
21:00 às 22:30 Minicursos

Dia 28/outubro/2011 (sexta-feira)
08:00 às 09:30 Minicursos
09:30 às 12:00 Conferência
Nordeste e nordestinidades.
Profª. Dra. Rosa Maria Godoy Silveira (UFPB)
14:00 às 17:00 Grupos de Trabalho (GT)
Assembleia Geral da SBEC
19:00 às 20:30 Minicursos
20:30 às 22:00 Cerimônia de Encerramento
Apresentação Cultural


LEMUEL RODRIGUES DA SILVA
PRESIDENTE DA SBEC


A Sedição... por Manoel Severo


Alimentei a ansiedade até não aguentar mais ! Na verdade acompanhamos a produção da minisérie Sedição de Juazeiro, ainda bem no início de sua criação; por diversas vezes estivemos conversando com o jornalista Jonasluis da Silva, de Icapuí, e sempre me encantava com o entusiasmo e a grandeza com a qual o talentoso Jonas nos falava de seu sonho.

O tempo foi passando e a produção saía a campo para as primeiras filmagens. Nosso Cariri; os municípios de Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha e Missão Velha, foram definidos para as tomadas que iriam nos trazer a realidade de um dos maiores épicos de nossa região. Passamos alguns dias ao lado da equipe; observando, curiando, surpreendendo-se, enfim...Na verdade, ficávamos a imaginar o quanto de dedicação e esforço estavam ali depositados, e quantas dificuldades ainda haveriam de surgir...

Jonasluiz, de Icapuí e Manoel Severo

Platéia seleta para o lançamento da Sedição de Juazeiro, no Cariri Cangaço

O tempo foi passando e em outra visita ao jornalista Jonas fomos convidados a assistir em primeira mão, o primeiro capítulo. Foi simplesmente sensacional; eu, o jornalista Heldemar Garcia e Aderbal Nogueira, estávamos tendo ali a oportunidade de compreender o porque do brilho nos olhos de todos os envolvidos na produção, quando se falava da mesma. De imediato ficou acertado que faríamos o lançamento dentro da Programação do Cariri Cangaço 2011 e assim foi feito. Na manhã do dia 22 de setembro no Teatro do SESC Juazeiro do Norte, uma platéia seleta, composta por mais de 120 pesquisadores de todo o Brasil, puderam testemunhar uma das mais brilhantes produções da televisão brasileira de todos os tempos: Sedição de Juazeiro.

Renato Casimiro, Daniel Walker, Renato Dantas, Jonasluis de Icapuí, Aderbal Nogueira, fomaram ao  nosso  lado, a Mesa de Apresentação e Debate nesse momento inesquecível que foi seu lançamento. Não teria palavras para aquilatar a grandeza da produção, agora é aguardar o dia a hora e os canais que irão levar ao grande público a tão esperada minisérie Sedição de Juazeiro.

Manoel Severo

As palavras chegam a ser insuficientes Por:Wescley Rodrigues

Wescley Rodrigues, Lili e Danielle Esmeraldo

O que falar do Cariri Cangaço depois de tantos depoimentos magníficos narrando, por meio de experiências vivenciadas, toda a grandiosidade desse evento que já se configura como o maior do gênero no país? As palavras chegam a ser insuficientes e pobres para expressar quanto de grandioso, construtivo, divertido é o Cariri Cangaço. Não é só mais um evento que busca elucidar fatos históricos, vai além, é um encontro de amigos, uma família unida em torno de uma temática e paixão comum: o Cangaço.

É oportuno recordarmos a lapidar frase de Tristão de Ataíde que dizia: “A primeira condição para se realizar alguma coisa, é não querer fazer tudo ao mesmo tempo”. E assim, o curador do Cariri Cangaço, o gentry Manoel Severo, foi construindo um evento a pequenos passos, mas com a grandeza das grandes iniciativas.

O Cariri Cangaço já nasceu grande! A cada edição temos a oportunidade de descortinar um pouco das belezas do cariri cearense, um mundo que se abre ao deguste e desejo dos nossos olhos de esmiuçar o novo. As riquezas naturais unem-se a simpática do povo e a sabedoria que emana da fonte perene que é o Cariri Cangaço, matando a nossa sede de conhecimento e gestando no nosso âmago o desejo que logo chegue o ano de 2012.

Cada momento é marcante, seja durante as visitas técnicas que ajuda-nos a desbravar a riqueza natural e cultural do cariri, os debates acalorados nos quais permanece, apesar das divergências de opiniões, o respeito mútuo e a admiração; e as alegrias do translado de uma cidade para outra, cujos ônibus tornam-se celeiros de socialização e troca de experiências.

Não tem como ficar indiferente ao Cariri Cangaço, tratá-lo como mais um evento sobre o cangaço, ele é muito mais do que isso, é um projeto grandioso demais para enquadrar-se somente na categoria de evento cultural, é o reencontro de uma família, e o florescer de novos conhecimentos.

Resta-nos somente agradecer do fundo dos nossos corações a toda equipe do amigo Severo e Daniele pelo esforço, dedicação, acolhimento, respeito e ajuda. Vocês são partes essenciais, “pontos de luz” que guiam esse maravilhoso evento. Marcas indeléveis vocês deixaram nas nossas memórias e lembranças. Como nos lembra Sartre: “O homem não é nada mais do que aquilo que faz a si próprio”, e vocês se fizeram merecedores do nosso carinho e admiração. Com minhas saudações cangaceiras e meu abraço fraterno,

Prof. Wescley Rodrigues

Brasília - DF

A Sedição... por Aderbal


Quando fui convidado a participar como Co-produtor da mini serie "Sedição de Juazeiro" me senti lisonjeado com o convite. Porém, quando assistimos ao primeiro capítulo da série já editado no teatro do SESC em Juazeiro do Norte, foi que tive a real noção de quão grandiosa ficou a Minissérie.

Trabalho com audiovisual há mais de 20 anos e sou um cinéfilo de carteirinha. E ali pude comprovar o que sempre disse: "Santo de casa faz milagre sim". A prova estava ali na nossa frente. Sem deixar a desejar absolutamente nada às grandes produções globais ou até mesmo hollywoodianas. Com um roteiro muito bem elaborado por Jonasluis, com assessoria dos renomados Renato Cassimiro, Daniel Walker e Renato Dantas a trama estava consistente e muito bem contextualizada.

Padre Alencar Paixoto se prepara para entrar em "cena"...

Pausa nas gravações para "Floro, Conde e Cícero"

Jonasluis, de Icapuí, Ângela, Daniel Abreu e Aderbal Nogueira

Contando ainda com a primorosa direção de Daniel Abreu, que soube como ninguém dar forma e vida à Minissérie de uma maneira única e peculiar, a obra está simplesmente "MÁGICA". Além de tudo passou com louros pelo crivo dos maiores pesquisadores do Brasil que estavam presentes no 3º Cariri Cangaço e que tiveram a oportunidade de assistir e comentar as suas impressões sobre a Série. Só fica uma lamentação: essa magnífica obra era para ir coroar as salas de cinema Brasil afora, inclusive 'além mares', pois para mim a TV é pouco para uma obra tão importante do ponto de vista Histórico e, porque não dizer, cinematográfico.

Aderbal Nogueira
Documentarista e Pesquisador
Sócio da SBEC
Diretor do GECC
Conselheiro Cariri Cangaço

Amadurecimento e Crescimento Por:Ivanildo Silveira

Ivanildo Silveira

Amigos Severo e Danielle, minhas saudações. Saibam que vocês são pessoas especiais e que merecem toda nossa admiração. Fico cada ano mais feliz com o amadurecimento e crescimento do nosso Cariri Cangaço, que é construção coletiva, como você sempre fala. "Ele" já é mais seu, não mais lhes pertence, é sim da Cultura e do Povo Nordestino, especialmente do Cariri Cearense.

Este ano, em algumas oportunidades cheguei a me "arrepiar" , tamanha foram as emoções por mim  sentidas em face de momentos certeamentes inesquecíveis. A palavra chave é saudade, saudades de momentos e pessoas inesquecíveis como todos da Família Cariri Cangaço.

Abração no coração,



IVANILDO SILVEIRA
Membro da SBEC
Conselheiro do Cariri Cangaço

Melquíades Pinto Paiva no ICC Por:Emerson Monteiro

Melquíades Pinto Paiva

Neste dia 21 de outubro de 2011, sexta-feira, às 20h, será a vez do agrônomo cearense Melquíades Pinto Paiva preencher uma das cadeiras do Instituto Cultural do Cariri, em sessão solene que ocorrerá na sede da agremiação em Crato, de portas abertas ao público.

Natural de Lavras da Mangabeira, filho de José Rodrigues Tavares Paiva e Creusa Pinto Paiva, Melquíades nasceu em 06 de março de 1930. Pertence ao clã dos Augustos, núcleo familiar originário da matriarca sertaneja Fideralina Augusto Lima. Nos anos 1957 e 1958, ele estagiou no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, especializando-se em Ictiologia. Cientista respeitado, obteve o título de doutor em Ciências, através do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Na Universidade Federal do Ceará, foi o diretor-fundador do atual Instituto de Ciências do Mar (1961 a 1976) - Labomar, e o primeiro chefe do Departamento de Engenharia de Pesca (1973 a 1976), havendo contribuído para a implantação do curso de Engenharia de Pesca da UFC. Agora, é diretor-emérito do Instituto de Ciências do Mar (desde 2003).

Outros títulos de sua vida acadêmica: Professor visitante na Universidade Federal do Rio de Janeiro, lotado no Departamento de Biologia Marinha (1992 a 1998); pesquisador bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (1993 a 2003); e coordenador da equipe responsável pelo levantamento dos dados pretéritos referentes a recursos pesqueiros, estuarinos e marinhos do Brasil, junto ao Programa de Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva, conduzido pelo Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal (1996). Permanece desenvolvendo atividades de natureza científica e técnica. No ano de 1944, Melquíades Paiva estudou no Cariri, sendo aluno do então Ginásio Diocesano do Crato.

Intelectual e escritor de largo prestígio, são de sua autoria centenas de artigos científicos e obras quais: Nordeste do Brasil, Terra e Gente; Ecologia do Cangaço; Conservação da Fauna Brasileira; Administração Pesqueira do Brasil; Represas e os Peixes Nativos do Rio Grande; As Bacias do Paraná – Brasil; Breves Memórias do Espaço e do Tempo; A Contribuição Portuguesa para o Estudo das Ciências Naturais do Brasil Colonial; Fauna do Nordeste do Brasil; Grandes Represas do Brasil; Os Naturalistas e o Ceará; e Trabalhos Esparsos, Agora Reunidos; isto para citar apenas algumas das publicações desse autor destacado, que representou o País em 19 missões científicas internacionais e desempenhou importantes delegações junto a órgãos da comunidade mundial em nome da Ciência brasileira. Melquíades Pinto Paiva ocupa cadeira também no Instituto do Ceará e na Academia Lavrense de Letras, dentre outras instituições culturais.

Emerson Monteiro

Lampião em Sergipe, lançado em Aracaju Por:Archimedes Marques

Casal Archimedes Marques e Alcino Costa

A Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe, através da SEGRASE, lançou oficialmente em Aracaju, no dia de ontem, 19 de outubro de 2011, às 18 horas, na Sociedade Semear, o livro "Lampião em Sergipe", excelente obra do escritor, pesquisador e historiador do cangaço, o decano memorialista de Poço Redondo, Alcino Alves da Costa. Vale ressaltar que este livro contabiliza a oitava publicação que leva o selo de qualidade da Editora Diário Oficial.

Apesar da forte chuva que desabava na capital sergipana o público se fez presente ao evento cultural em excelente número, lotando as dependências da Sociedade Semear, em comprovação do quanto é querido e importante para o cenário cultural sergipano a figura carismática do nosso amigo Alcino Alves Costa, tão amado também por personalidades do mundo jurídico, cultural, artístico, jornalístico, pessoas do povo em geral que ali testemunharam o lançamento de mais essa obra desse magnífico homem da cultura sergipana, em especial da cultura do cangaço.

Absoluta certeza tenho que aqueles que fazem o Cariri Cangaço comandado pelo amigo Manoel Severo, Cariri Cangaço esse que é um dos amores do velho-jovem Alcino que se torna menino nas paragens do Crato e adjacências, também estiveram presentes em pensamento ao evento, como de igual modo, plena certeza tenho que todos que fazem a família Cariri Cangaço gostariam de ter tomado um avião e abraçado o Alcino, pois o Alcino é uma dessas pessoas que possuem almas perfumadas e iluminadas, que atrai amigos, que atrai os bons fluidos, que atrai o bem e o bom, que irradia a luz e o amor.

Falar das 292 páginas da grandiosa obra "Lampião em Sergipe" é imergir nos fatos ocorridos na época do cangaço, é sentir a forte influência do coronelismo e do misticismo nos tórridos sertões, é presenciar o sofrimento e agonia do povo com a seca abrasante e com o descaso do governo da época, é ver o bravo sertanejo sofrer avassaladoramente as consequências do cangaço, as atrozes maldades comandadas por Virgulino Lampião, é imaginar tudo isso, bem discorrido em palavras simples do autor, com vasto embasamento calcado nos muitos anos da sua dedicação a leituras, pesquisas e entrevistas com remanescentes da época, além dos longos anos de andanças pelas veredas por onde percorreu o bando cangaceiro, fazendo o seu rastro no Estado de Sergipe, pesquisa essa, pautada com responsabilidade e fidelidade para com a história numa narrativa sobre esse universo, sem subterfúgios, invencionices, uma obra de destaque que o transportará para o mundo dos imortais, a exemplo das outras antecedentes.

Autor: Archimedes Marques (Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela Universidade Federal de Sergipe). archimedes-marques@bol.com.br

Momentos Felizes e divertidos Por: Maria Amélia e Mariano

Comendador Mariano e Dra. Maria Amélia, em visita ao Horto do Padre Cícero, momento Cariri Cangaço

Grande Amigo Severo ,você e Dra.Danielle, são a expressão do Amor, da Alegria, do Conhecimento, do Resgate da nossa Cultura e MEMORIA NORDESTINA. Perfeita a organização do Cariri Cangaço; saudades das visitas, das recepções, palestras, quanta inteligência ! Momentos felizes e divertidos no nosso Cariri Cangaço.

Parabens pelos relevantes trabalhos que enriquecem quem participa, revivem lembranças e traz o conhecimento da historia nordestina para os mais jovens.

VOCÊ é o ser iluminado, com uma magnifica Missão de Transformação e Elevação da Sociedade. Muito obrigado por tudo; pela consideração , dedicação de sua equipe e amizade.

ABRAÇÃO
Dra. Maria Amelia e Comendador Mariano