Cariri Cangaço na Bienal Internacional do Livro 2019: Lembranças !

Alemberg Quindins, Manoel Severo e Fabiano Piuba

Abrindo o Baú de nossas Lembranças...


Fortaleza, capital do estado do Ceara, realizou entre os dias 16 e 25 de agosto de 2019 a XIII Bienal Internacional do Livro. O evento aconteceu no Centro de Eventos do Ceara e teve como tema “As cidades e os livros”. A Bienal é uma iniciativa do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura em parceria com o Instituto Dragão do Mar e apoio do Ministério da Cidadania, através da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. A curadoria foi da escritora Ana Miranda e ainda os escritores e professores Inês Cardoso e Carlos Vasconcelos, com a coordenação de Goreth Albuquerque, também coordenadora da política de livro, leitura, literatura e bibliotecas da Secult do Ceara.
O Cariri Cangaço esteve presente em vários momentos da programação,tendo destaque o lançamento do livro “Olhares sobre Antonio Conselheiro”,resultado do Concurso Literário Cariri Cangaço - AquiLetras, apresentação de varias obras de escritores renomados, como Bruno Paulino, Arievaldo Viana, Paulo de Tarso e Wilson Seraine, participação em mesas de debates,alem da participação em diversos lançamentos de obras literárias e ensaios.

A Conselheira Cariri Cangaço Cristina Couto, também presidente da Academia Lavrense de Letras, apresentou e lançou o mais novo livro do escritor e e poeta cearense, Dimas Macedo, um "perfil precioso" de uma das personagens mais emblemáticas do nordeste: Fideralina Augusto Lima. Era a noite do dia 18 de agosto, no espaço Natércia Campos da Secretaria de Cultura do Ceará, na Bienal.

Cristina Couto e Ingrid Rebouças: Fideralina de Dimas Macedo
Regina Fiuza recebe os convidados no espaço Natércia Campos
Cristina Couto e Francisco Ivo

Ingrid Rebouças, Linda Lemos e Manoel Severo
Herton Cabral e Manoel Severo

No Estande da Assembleia Legislativa e INESP a presidente da Academia de Letras Juvenal Galena, escritora Linda Lemos viria a lançar o livro “Palavras que Encantam”, quando na oportunidade foi saudada pelo curador do Cariri Cangaço Manoel Severo, que ressaltou a grande contribuição da Casa Legislativa cearense ao fomento da literatura no estado, como também a dedicação e determinação da escritora Linda Lemos ao longo de toda sua vida literária.

Linda Lemos e "Palavras que Encantam"
Curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo, sauda Linda Lemos
Grecianny Cordeiro, Dideus Sales, Manoel Severo, Rosa Firmo, Ingrid Rebouças, Fatima Lemos e Osia Carvalho
Linda Lemos e Ingrid Rebouças
Ingrid Rebouças e Osia Carvalho


A Bienal Internacional do Livro trata-se de um evento estruturante na política cultural do estado do Ceara, numa grande festa apresentou durante os dez dias de intensa programação, atrações literárias e artísticas, palestras, mesas redondas e debates, conferências, oficinas, contaçao de história, lançamentos de livros, cordéis, etc reunindo artistas de reconhecimento local, nacional e internacional, combinando uma programação diversa e de acesso gratuito.
Dia 19 de agosto , o pesquisador, jornalista e escritor Ary Bezerra Leite lançou no espaço Fotofestival SOLAR o aguardado livro “História da Fotografia no Ceará do Século XIX”  , fato acontecido de forma maravilhosa justamente no dia da fotografia. Ary nos traz o resultado de uma pesquisa profunda e inédita, quando mergulhou no acervo de quatorze instituições nacionais e internacionais, jornais, publicações, materiais publicitários, e traçou um detalhado panorama da chegada da fotografia no Ceará, logo após a sua invenção em 1839, e o desdobramento desta linguagem no Estado.  

Manoel Severo, Ingrid Rebouças e Ary Bezerra Leite
Manoel Severo, Ary Bezerra, Régis Frota, Ingrid Rebouças e Fabiano Piuba
São mais de 400 páginas e 474 imagens, entre fotografias e ilustrações, divididas em 68 capítulos. Pedro Vasquez, pesquisador e crítico de fotografia, escreve no prefácio do livro que “História da fotografia no Ceará do século XIX é digna dos maiores louvores. É uma obra magistral, paradigmática e antológica que muito enriquecerá nossa bibliografia fotográfica, ainda carente de mais estudos dessa natureza, capazes de fazer justiça ao legado de importantes pioneiros oitocentistas pouco conhecidos, insuficientemente aplaudidos ou ainda totalmente incógnitos”.
 
Ingrid Rebouças e Ary Bezerra Leite
Manoel Severo,Regis Frota e Ary Bezerra Leite

Cecilia do Acordeon, a Pimentinha do Forro, umas das principais estrelas mirins do Cariri Cangaço também brilhou na XIII Bienal em Fortaleza. A partir do palco da Praca do Cordel, Cecilia do Acordeon mais uma vez encantou a todos com seu talento, gentileza e simpatia, o forro pé de serra, composições do Rei  do Baião e forro das antigas transportaram o publico para o universo da mais autentica musica sertaneja de raiz.

Ingrid Rebouças, Cecilia do Acordeon e Manoel Severo
Cecília do Acordeon na Praça do Cordel
Manoel Severo, Klevisson Viana, Ingrid Rebouças, Cecília do Acordeon, 
Aninha Ferraz, DE Assis, Domingos Távora
Nizinha, Ingrid Rebouças, Cecília do Acordeon e Nonato Araujo
Manoel Severo e Nonato Araujo

“A Bienal Internacional do Livro do Ceará está inserida numa política de cultura, e por sua vez, uma política de livro, leitura e literatura, que chega à sua décima terceira edição. Portanto, ela está consolidada no calendário cultural brasileiro, estando entre as cinco maiores feiras de livro do Brasil. Ela tem como diferencial em relação a outros eventos do mesmo tipo a característica de se associar a uma política de cultura, de conhecimento, de fomento às cadeias criativas e produtivas do livro”, destaca o secretário da Cultura do Estado do Ceará, Fabiano dos Santos Piúba.


A tarde da quarta-feira, 21 de agosto de 2019, marcou a chegada em grande estilo de Antônio Conselheiro à XIII Bienal Internacional do Livro; realizada no Centro de Eventos do Ceará em Fortaleza.  O lançamento do livro "Olhares sobre Antônio Conselheiro -  Novas escritas de r(e)existência", obra com prefácio de Grecianny Cordeiro e apresentação de Ricardo Machado, organizado por Bruno Paulino, Pedro Igor e Manoel Severo Barbosa é uma produção do Cariri Cangaço e da AquiLetras. A festa de lançamento aconteceu no estande da ACE - Associação Cearense de Escritores, capitaneado por Silas Falcão.

Carlos Alberto Carneiro, Manoel Severo e Patricia Cacau
Pedro Igor, Ailton Siqueira, Pedro Victor, Manoel Severo e Silas Falcão
Autoras !!!!

O livro foi resultado do concurso literário patrocinado pelo Cariri Cangaço, AquiLetras e Fundação Canudos, por ocasião da realização do Cariri Cangaço Quixeramobim entre os dias 24 e 26 de maio de 2019. "Uma das grandes e curiosas indagações que invadiam meu coração, desde os primeiros momentos de construção do Cariri Cangaço Quixeramobim, ao lado dos amigos Bruno Paulino e Pedro Igor; dentre outros; era justamente como a atual Quixeramobim se relacionava com a figura histórica de seu filho mais famoso, como as novas gerações; os meninos e meninas, as escolas, os professores, a comunidade em geral, via e sentia a presença e o legado desse imenso ícone da história sertaneja do Brasil" revela o curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo.

Manoel Severo e Fabiano Piúba
Carlos Alberto Carneiro, Ingrid Rebouças, Lourdinha Linhares, Pedro Igor,Manoel Severo, Carlos Dantas, Patricia Cacau, Silas Falcão, Herton Cabral, Maria Ester Esmeraldo, Pedro Victor e Danilo Patrício
Silas Falcão, Herton Cabral, Carlos Dantas, Carlos Alberto Carneiro, Marcelo Leal, Maria Ester Esmeraldo, Lourdinha Linhares, Pedro Sampaio, Linda Lemos, 
Manoel Severo e Pedro Igor

Um dos pontos altos da festa de lançamento de "Olhares sobre Antônio Conselheiro -  Novas escritas de r(e)existência" na Bienal foi a presença de alunos e alunas de Quixeramobim. Uma comitiva da Escola Nossa Senhora do Rosário e da Escola São Miguel; com cerca de 45 jovens e sob a coordenação dos professores Vanessa e Hugo, trazendo dentre o grupo, sete alunas co-autoras do livro, que em dia de celebração autografavam a obra na maior festa literária do estado.


Antônio Conselheiro chega em grande estilo na Bienal 2019
Autoras do Livro das Escolas; Nossa Senhora do Rosário
 Escola São Miguel
Gilmar de Carvalho, Manoel Severo, Dideus Sales, Marcus Fernandes, 
Carlos Alberto Carneiro, Ingrid Rebouças e Regina Fiúza

Os espaços temáticos no Centro de Eventos do Ceará foram outro destaque. O Café Literário, espaço de convivência e promoção literária, realização de bate-papo com autores e público e lançamentos de livro. O Espaço Natércia Campos, organizado pela Academia Cearense de Letras, para promoção da Literatura Cearense. A extraordinária Praca do Cordel reúne cordelistas, repentistas, xilogravuristas e todas as expressões da Cultura do Cordel. O Espaço Juventude oferece programação para público jovem de qualquer idade, atendendo o pré-adolescente e o jovem adulto, com temáticas específicas. O Espaço Leitura e Infância oferece ampla programação para crianças. O Espaço do Professor é destinado a palestras e lançamentos para o segmento da educação, envolvendo a literatura e o fomento à leitura. Já o Espaço Letra de Mulher dá visibilidade à produção e ao debate sobre a mulher no campo editorial. Por fim, o Espaço de Memória, Patrimônio e Museus irá apresentar os Mestres e Mestras da Cultura do Estado, para fortalecer o campo da literatura oral dentro da Bienal.

Elmo Nunes, Manoel Severo e Paulo de Tarso
A Festa da Poesia, da Arte e do Cordel na Bienal Internacional do Livro
Pedro Sampaio, Manoel Severo, Carlos Dantas e Silas Falcão
Manoel Severo, Bruno Pedrosa, Ingrid Rebouças, Seu Otacílio, 
Nonato e Nizinha, De Assis.




José Gomes Filho, o extraordinário Jackson do Pandeiro, nasceu em Alagoa Grande, na Paraíba, em 31 de agosto de 1919. Vindo de uma família de artistas populares – a mãe era cantora de pastoril –, sua história reforça a influência da cultura negra na música nordestina. Jackson é considerado um dos maiores ritmistas da história da MPB. Em 54 anos de carreira, foi responsável, ao lado de Luiz Gonzaga, pela popularização nacional de canções nordestinas. Celebrando o grande Jackson do Bandeiro, o pesquisador e escritor Marcelo Leal, lançou no estande a Expressão Gráfica seu livro " Centenário Jackson do Pandeiro".


Marcelo Leal e Manoel Severo
Ingrid Rebouças, Maria Ester Esmeraldo, Linda Lemos, Marcelo Leal, Marcus Fernandes, Manoel Severo

Segundo dados da própria Secretaria da Cultura, comparando a atual edição da Bienal com o ano de sua estreia,ou seja 1994, as estatísticas apontam crescimento, seja na movimentação financeira, seja no público visitante ou seja na geração de empregos diretos e indiretos. As comparações estatísticas revelam um crescimento 340% desde a sua primeira edição, 1994. Tais crescimentos confirmam de forma irrefutável a consolidação da feira da Bienal Internacional do Livro do Ceará como um evento de pleno sucesso.
O poeta cearense, Mailson Furtado, da cidade de Varjota, uma das maiores revelações da poesia contemporânea cearense, ganhador do mais importante Prêmio da Literatura Brasileira em 2018, o Prêmio Jabuti participou na arena nobre da Bienal, de bate-papo sobre sua festejada obra...
Maílson Furtado, Yane Cordeiro, Ingrid Rebouças e Manoel Severo



"Muita diversidade e cultura. O Espaço Cordel, localizado no térreo do Centro de Eventos, é especialmente destinado a expositores e artistas que trabalham com a arte dos cordéis e das xilogravuras, e ainda recebe apresentações artísticas. O local foi um dos mais animados durante a XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará. O público encontrava ali um vasto acervo artístico e histórico, além de adaptações de livros para cordel e do próprio folheto popular dos mais variados assuntos. O evento reuniu expositores de todo o Nordeste que aproveitaram a oportunidade da Bienal para apresentar seus trabalhos."  
Helder Melo, Michelly Martins e Maestro Rafael Brito: Trio Arupemba
Maestro Rabequeiro Rafael Brito

"O coordenador do espaço “Praça do Cordel”, Klévisson Viana, destacou os principais pontos da edição neste ano: “estamos ocupando 1.250 m² de área com tudo relacionado à literatura de cordel e artes afins, como a xilogravura, que está estampada em camisetas, sacolas, bolsas, agendas, quadros, uma infinidade de produtos para quem gosta dessa arte. É importante ressaltar a presença das mulheres nessa edição, participando de mesas, recintando poemas e contando suas experiências, além das expositoras cordelistas”, ressalta Klévisson.

Fabiano Piúba, Manoel Severo e Alemberg Quindins
Arievaldo Viana, José Augusto, Lívio Ferraz, Renato Pessoa e Silas Falcão, 
ao lado de Manoel Severo
Paulo Neves, Régis Frota, Manoel Severo, Ingrid Rebouças e Joana D'Arc


A 13ª Bienal Internacional do Livro do Ceará aconteceu no Centro de Eventos do Ceará, mas envolveu ainda outros espaços de Fortaleza, como a Escola Porto Iracema das Artes, e até de outros municípios cearenses; como a Casa de Saberes Cego Aderaldo, em Quixadá. Com dez dias de programação envolveu lançamentos de livros, mesas redondas, oficinas e shows, as atividades circularam em eixos temáticos como mulheres, ilustração e juventude. Foram mais de 60 autores brasileiros e estrangeiros confirmados entre os 300 convidados do evento literário.


Neuzemar Moraes, Manoel Severo, Alexandre Morais, Ingrid Rebouças 
e Bruno Paulino
Paulo de Tarso, Ingrid Rebouças e Bruno Paulino
Manoel Severo, Renato Pessoa e Carlos Alberto Carneiro
Ivonete Cordelista e Ingrid Rebouças

Mais uma estrela mirim de nosso Cariri Cangaço brilhou na Bienal Internacional do Livro, a pequena Francine Maria, de 11 anos; uma menina totalmente apaixonada pela cultura nordestina; lançou também seu cordel, onde fez uma homenagem a sua querida cidade Ibiapina, na Serra da Ibiapaba, cidade localizada na zona norte cearense.
Francine Maria e Manoel Severo
Francivaldo Romão, Ingrid Rebouças e Francine Maria
Francine Maria e Ingrid Rebouças


Outro momento importante dentro da Bienal 2019 trouxe a estimada escritora Maria de Fátima Araujo Teles, de nossa querida Brejo Santo , que nos deu um grande presente !!! O lançamento de seu mais novo livro: Lições de Maria, da editora Premius, com poemas que traduz a luz de sua sensibilidade e a lucidez e força de sua presença !!!

Manoel Severo e Maria de Fátima Teles
Manoel Severo e Bruno Paulino

Mais uma vez o Cariri Cangaço protagonizava um momento ímpar dentro da programação da Bienal Internacional do Livro 2019. Na Praça do Cordel, Manoel Severo, curador do Cariri Cangaço foi o responsável pela mediação da mesa de lançamento do livro dos festejados poetas Arievaldo Viana e Bruno Paulino:"Os Milagres de Antonio Conselheiro".

Manoel Severo, Bruno Paulino e Arievaldo Viana
"Nenhum cantador ou cordelista cearense tratou de Canudos no calor da hora. Sílvio Romero recolheu quadras da tradição oral que chamavam Conselheiro de "Santo Antonio Aparecido". A cantoria e o cordel cearenses deviam estar sendo gestados.  Antonio Vicente Maciel, de Quixeramobim, sintetizou a herança da tradição mística, com as penitências, benditos e Casas de Caridade do Padre Ibiapina; a relação do Padre Cícero com os desassistidos; a vivência dos que acompanharam Zé Lourenço ao Caldeirão; o fervor  do Frei Damião em escorraçar o demônio, as modas, a bebida e as danças. Pode-se pensar em todos estes líderes e seus seguidores como uma ciranda da fé, construindo uma catedral de taipa, que seria arrasada pela romanização.Mais de cem anos depois, percebe-se uma presença tímida do tema na nossa literatura de folhetos. A contribuição mais destacada foi a de Patativa do Assaré, louvando Antonio Conselheiro em um poema.Canudos se difundiu pela voz, foi contada e cantada nos sertões, e se afirmou como um lugar ou uma referência da luta e da fé."


"A truculência do Exército arrasou um povo que vivia em paz, de acordo com a Missão Abreviada, "bodejando" seus benditos, e construindo uma experiência de socialismo cristão. Arievaldo Viana e Bruno Paulino, dois poetas de Quixeramobim, no clima estimulante das oficinas de cordel e xilogravura, feitas na cidade, quando dos festejos do aniversário do Conselheiro (13 de março), nos dão um cordel bem escrito e bem cuidado graficamente, que trata dos milagres atribuídos ao líder religioso. Arievaldo tem vários folhetos publicados e se afirma como um dos valores de uma geração do cordel. Bruno tem construído, com trabalho e sem alarde, uma trajetória que dosa ficção e poesia.Importante a retomada do tema por gente talentosa, comprometida com a letra, a voz e as bandeiras de  luta. Que seja a abertura de uma vereda, na direção do "coração selvagem" do mistério"  Ressalta o professor Gilmar de Carvalho.

Ingrid Rebouças, Grecianny Cordeiro e Manoel Severo


"Operação Prometeu" é a mais nova obra da grande escritora; romancista, cronista, poetisa e membra da Academia Brasileira de Letras; Grecianny Cordeiro, que também numa noite cheia do que a Literatura tem de mais sublime lançou sua obra no estande da Expressão Gráfica.

Ingrid Rebouças e Grecianny Cordeiro
Manoel Severo, Grecianny Cordeiro e Carlos Alberto Carneiro
Família Elton de Nana, Pedro Igor, Carlos Alberto, Bruno Paulino, Renato Pessoa e Manoel Severo no espetacular estande da ACE, comandado por Silas Falcão...
Santana, Ingrid Rebouças e Leo Henriques

"É comum dizer que o Ceará é a "Terra da Luz". O termo deve-se ao pioneirismo na abolição dos escravos no país, mas também pode ser associado à luminosidade do lugar, símbolo potente que faz da luz um caminho de expressão artística, de construção de memória e de transformação social. Com importante patrimônio histórico e cultural, o Ceará é terra de fotógrafos e de artistas visuais que tornam a região um lugar propício para a realização do Fotofestival SOLAR.

No momento em que a vertigem e a ilusão tomam conta do Brasil, o SOLAR pretende trazer um outro fôlego ao panorama da arte e da cultura contemporânea. Atravessamos um século de intensas transformações, o que exige de nós um compromisso de reflexão e reinvenção urgentes. Nesse contexto, o Fotofestival busca se posicionar como uma plataforma de pensamento e virada política através das artes."
Manoel Severo e Ingrid Rebouças no estande do Festival Solar
Ingrid Rebouças, Tiago Santana e Manoel Severo

"Quando o Amor é de Graça"....Lançamento oficial do livro de crônicas selecionado no Edital de Incentivo às Artes da Secult de Raymundo Netto, no Espaço Natércia Campos, um momento precioso !

Raymundo Neto e Manoel Severo
A arte e o talento de dois gigantes: Bule Bule e Mestre Geraldo Amâncio
Cariri Cangaço na Bienal Internacional do Livro
Andreisson Quintela o Mestre do Teatro de Bonecos

Mais Lançamentos...

13 Cordéis para Gonzaga

Mais uma vez o Cariri Cangaço foi convidado para Apresentar uma extraordinária Obra na Bienal Internacional do Livro, desta vez o domingo, dia 25, reservava mais uma grande festa a partir da Praça do Cordel. Nesta manhã foi lançado a caixa "13 Cordéis para Gonzaga" do poeta e cordelista, Paulo de Tarso Bezerra Gomes, o poeta de Tauá.

Manoel Severo apresenta "13 Cordéis para Gonzaga" do poeta Paulo de Tarso, 
o poeta de Tauá
Manoel Severo e Paulo de Tarso

Paulo de Tarso é um desses poetas que se guarda no coração, um ser humano cheio de Luz e Entusiasmo. A espetacular "Caixinha de Cordéis" para seu Luiz, o Lula Gonzaga traz um recorte de vários momentos da vida do Rei do Baião, tendo como pano de fundo a sensibilidade do grande poeta.


Manoel Severo e Paulo de Tarso e os 13 Cordéis para Gonzaga
Manoel Severo e "Estrela do Norte"; José Alderi Costa
Ingrid Rebouças, Alderi Costa, Neto Vaqueiro, Francélio Alencar e Pedro Sampaio
Manoel Severo e os Mestres, Pedro Sampaio e Paulo de Tarso
Beto Skeff e Ingrid Rebouças
O talento do Mago das Imagens Beto Skeff: "É sempre um presente compartilhar sua arte, seu olhar e seu sentimento."
Jovelina Ceará, Wilson Seraine, Bule Bule, Aninha Ferraz e João do Crato
Alênio Carlos e Manoel Severo
 Ceará e a arte de "Botar Boneco..."
Manoel Severo, Silas Falcão, Beto Skeff, Bule Bule, Wilson Seraine e De Assis

Nirez o Homem de Cera
Manoel Severo e Wilson Seraine

O escritor piauiense Wilson Seraine relançou o livro “Nirez - O homem de cera", na Bienal Internacional do Livro. Publicada pela Editora Imeph, a obra é um perfil biográfico do documentarista, historiador e jornalista cearense Miguel Ângelo de Azevedo, mais conhecido por Nirez. “Nirez possui uma coleção de gravações em 78 rotações (discos de cera), considerada uma das maiores do país, com mais de 22 mil discos de música popular brasileira. Nossa publicação é uma justa homenagem a este colecionador, que além de discos de cera, possui um grande arquivo composto por 141 mil peças representativas do universo da história brasileira”, diz Wilson Seraine.
Manoel Severo apresenta na Bienal Internacional a mais nova obra de Wilson Seraine
Manoel Severo e Seraine: Nirez o Homem de Cera...
Este é o sétimo livro de Wilson Seraine. Ele já publicou as obras: A Literatura de Cordel no Ensino de Ciências (2015), Cordéis Gonzaguianos (2017), A Festa da Asa Branca (2017), Reginaldo Silva: 12 anos com o Rei do Baião (2017), Maria da Inglaterra em Quadrinhos (2017) e Causos Gonzaguianos Ilustrados (2018). 



Seraine acrescenta: “a obra é ilustrada por nomes como Klévisson Viana, Weaver Lima e Daniel Dias, com prefácio do músico Waldonys, texto-homenagem de Rouxinol do Rinaré e xilogravura de José Lourenço Gonzaga”. Aos 84 anos, o homenageado apresenta o programa de rádio “Arquivos de Cera”, com gravações em discos de cera do próprio acervo. Nirez escreveu livros de grande importância para a história da cultura brasileira, entre eles: O balanceio de Lauro Maia (1991), Cronologia ilustrada de Fortaleza (2001), A história cantada no Brasil em 78 rotações (2012), e também é coautor, dos cinco volumes do livro Discografia Brasileira – 78 rpm: 1902-1964, maior referência para pesquisadores e interessados neste assunto.
Manoel Severo e Wilson Seraine
Paulo de Tarso, Manoel Severo e Wilson Seraine
Jones Cavalcante, Wilson Seraine, Pedro Sampaio e Manoel Severo
Maestro Rafael Brito
Manoel Severo e Sâmia Abreu
Ingrid Rebouças e Sâmia Abreu

A XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará é apresentada pelo Ministério da Cidadania e pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará. Realizada pelo Instituto Dragão do Mar, Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult, e Governo Federal. A Bienal do Livro conta com os patrocínios de Bradesco, Cagece, Grendene e Cegás, e com os apoios de Fecomércio, Sebrae, Universidade de Fortaleza (Unifor), Unilab, TV Ceará, Sistema Verdes Mares, Grupo O Povo, Café Santa Clara, RPS Eventos, Câmara Cearense do Livro, Sindilivros-CE, Câmara Brasileira do Livro (CBL), Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), Associação Nacional de Livrarias (ANL), Prefeitura de Fortaleza e das Secretarias de Educação (Seduc), Turismo (Setur), Cidades (SCidades) e Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará (Secitece).

XIII Bienal Internacional do Livro 
Centro de Eventos do Ceara, Fortaleza
16 a 25 de Agosto de 2019

Clube de Leitura de Escrita Literária Por:Vanessa Passos

CLUBE DE LEITURA para quem ESCREVE! 

Neste sábado acontece o 3° encontro do Clube de Leitura de Escrita Literária (CLEL). A ideia é criar uma comunidade de pessoas que escrevem ou querem começar a escrever a fim de estudar técnicas e conceitos para amadurecer a escrita.Os encontros acontecem em todos últimos sábados mensais. Neste sábado teremos o estudo a partir do "Como melhorar um texto literário" de Lola Sabarich e Felipe Dintel. Entrada e participação totalmente grátis. 

Vanessa Passos.

Livraria Lamarca - Av. da Universidade, 2475 
Benfica - Fortaleza, Ceara
26 de outubro, às 10:30h.

Vem aí o Memorial Casa de Capistrano de Abreu Por:ACLA


Paulo Neves e Manoel Severo diante do alicerce da Casa de Capistrano de Abreu
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João Capistrano Honório de Abreu; o Príncipe dos Historiadores Brasileiros;  nasceu na  cidade de Maranguape no estado do Ceará no dia 23 de outubro de 1853; no sítio Colominjuba, cerca de 15 km da sede do município. Capistrano de Abreu realizou seus primeiros estudos em rápidas passagens por várias escolas para em 1869, viajar para Recife, onde cursou humanidades e retornando ao Ceará dois anos depois fundou a Academia Francesa, órgão de cultura e debates, progressista e anticlerical, que durou de 1872 a 1875. 

Capistrano de Abreu, o "Príncipe dos Historiadores Brasileiros"

Capistrano de Abreu mudando para o Rio de Janeiro onde foi aprovado em concurso público para a Biblioteca Nacional. Em 1879, foi nomeado oficial dessa mesma Biblioteca, lecionou Corografia e História do Brasil no Colégio Pedro II e foi nomeado por concurso em que apresentou tese sobre O descobrimento do Brasil e o seu desenvolvimento no século XVI. Capistrano dedicou-se ao estudo da história colonial brasileira, elaborando uma teoria da literatura nacional, tendo por base os conceitos de clima, terra e raça, que reproduzia os clichês típicos do colonialismo europeu acerca dos trópicos, invertendo, todavia, o mito pré-romântico do «bom selvagem». Por seu talento invulgar, dedicação e pela grande Obra, foi considerado o "Príncipe dos Historiadores Brasileiros". Capistrano de Abreu ; membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), patrono da cadeira 15 da Academia Cearense de Letras e da cadeira 23 da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos, em 13 de agosto de 1927. 
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ACLA, diante do Obelisco do Centenário do alicerce da Casa de Capistrano de Abreu
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Para celebrar e resgatar a memória do maior historiador brasileiro, nasce há 27 anos a ACLA - Academia De Ciências Letras e Artes De Columinjuba ; sob ideia de Américo de Abreu; com sede na mesma Colominjuba de Capistrano , assumia o desafio desse resgate. Com ela o sonho , a dedicação e o trabalho de abnegados defensores de sua memória e obra do "Príncipe dos Historiadores Brasileiros". Tempos depois nasce o projeto do Memorial Casa de Capistrano de Abreu; projeto ousado de reconstrução da Casa Original de Capistrano de Abreu em sua Colominjuba.
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 Mesa solene da Reunião da ACLA, no"maravilhoso barracão da obra" da construção da Casa de Capistrano de Abreu
Presidente da ACLA, Paulo Neves
Odaílson da Silva, Manoel Severo, Pedro Abreu e Moreira Lopes

Na manhã deste último domingo, dia 29 de setembro de 2019, sob a presidência de Paulo Neves, aconteceu a Reunião Itinerante da ACLA, bem diante do Obelisco que celebra o 1º Centenário de Capistrano de Abreu e bem diante dos primeiro alicerces da reconstrução da Casa Memorial Capistrano de Abreu. "Essa presente reunião deste domingo da ACLA, neste maravilhoso barracão da obra da reconstrução da Casa de Capistrano de Abreu, bem no meio de nosso sertão amado é mais uma demonstração da visão, do entusiasmo e dinamismo de nosso querido Paulo Neves, avante !" ressalta Manoel Severo Barbosa.
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 Emanuela Honório e Karine Coelho em momento solene de Juramento
Karine Coelho e Odaílson da Silva
Alonso Hygino e esposa com a filha, Emanuela
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A reunião marcou a apresentação por parte do Sodalício das primeiras obras referentes à reconstrução do precioso imóvel, à frente a Comissão da Obra, que conta com o presidente da ACLA, Paulo Neves, os engenheiros Walter Veloso e Francisco Moura, além de Pedro Abreu, acadêmico, ex-presidente e representante da família. "A ideia é  inaugurarmos a primeira etapa da obra ainda no primeiro semestre de 2020" comenta um dinâmico e entusiasmado Paulo Neves.

Na oportunidade a ACLA promoveu a posse de mais duas integrantes; a escritora Karine Coelho que assumiu uma das cadeiras de Letras da referida academia e a jovem Emanuela Honório, a primeira a ocupar uma cadeira do sodalício destinada aos membros juvenis.

 Capistrano de Abreu e Manoel Severo
Manoel Severo e Paulo Neves e os alicerces da Casa de Capistrano de Abreu

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A ACLA - Academia de Ciências, Letras e Artes de Columinjuba foi criada em 21 de junho de 1992, no Sítio Columinjuba, na cidade de Maranguape, na região metropolitana de Fortaleza. A data de sua inauguração homenageia o nascimento de Antonio de Abreu, primeiro dentre os Patronos a ter um livro publicado. Seu primeiro presidente foi o intelectual Américo de Abreu, escolhido por suas virtudes, raras qualidades e reconhecido saber cultural. Por ocasião de criação deu-se a solenidade de posse da primeira Diretoria Executiva e do seu Conselho Fiscal, além da posse dos primeiros Membros Titulares da ACLA, assim, plantada a semente de um sodalício em um aprazível local, berço de figuras exponenciais cujas principais virtudes sempre foram a honra, a disposição para o trabalho e, principalmente, o sentimento de fraternidade.

Reunião da Acla
Sitio Colominjuba de Capistrano de Abreu
Maranguape, CE 29 de Setembro de 2019 

ABLAC Homenageia Antônio Amaury Correa de Araujo

Flagrante da homenagem da ABLAC a Antônio Amaury Correa de Araujo
Foto: Geraldo Junior
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Aconteceu na tarde desta segunda-feira, dia 30 de setembro de 2019, a visita oficial da ABLAC - Acadêmia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço ao pesquisador e escritor Antônio Amaury Corrêa de Araújo. Na oportunidade a Academia representada por um de seus membros, o pesquisador Luiz Ruben Bonfim; acompanhado de sua esposa dona Ângela; entregou ao ilustre pesquisador o Título de Membro Honorário do referido sodalício como também Medalha Comemorativa ao ato. O referido título, uma proposição do senhor presidente da ABLAC, pesquisador Archimedes Marques; aprovada por unanimidade em Assembléia do prestigiado sodalício; presta uma das mais justas homenagens ao Mestre da pesquisa do Cangaço, Doutor Antônio Amaury Correa de Araujo.

 Antônio Amaury e Luiz Ruben
Antônio Amaury e Pedro Popoff
Fotos:Carla Mota

A visita aconteceu na residência da família Corrêa de Araujo em São Paulo, tendo como anfitriões, além do homenageado, sua esposa, dona Renê e o filho Carlos Elidyo. Participaram também do momento da homenagem os pesquisadores; Geraldo Antônio de Souza Junior, Adauto Silva, além da família Popoff; Carla e Marcelo, além de Pedro Popoff, o "Menino do Cordel e do Baião".

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Fonte: YouTube
Por: Geraldo Antonio Souza Junior

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ABLAC - Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço, foi fundada na noite do dia 25 de julho de 2019 no auditório do Hotel Lagoa Lazer, Hotel Oficial do Cariri Cangaço 10 Anos na cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará . A ABLAC apresentou como acadêmicos fundadores representantes de oito estados da federação, sendo o estado de Pernambuco com 6 membros: Ana Lucia Granja de Souza, Luiz Ruben F. de A. Bonfim, Antônio Vilela de Souza, Euclides José de Almeida Junior, Geraldo Ferraz de Sá Torres Filho e Lourinaldo Teles Pereira Lima, Sergipe com 5 membros: Archimedes José Melo Marques, Elane Lima Marques, Raul Meneleu Vasconcelos, Osvaldo Abreu e Rangel Alves Costa, seguindo o estado do Ceará também com 4 componentes: Ângelo Osmiro Barreto, Juliana Pereira, Manoel Severo Gurgel Barbosa e Severino Neto de Souza, Bahia com 4 integrantes: Gilmar Teixeira Santos, João de Sousa Lima, José Bezerra Lima Irmão e Voldi Ribeiro, Paraíba com 3 - Bismarck Martins de Oliveira, Jorge Remígio e Narciso Aparecido Dias, o estado do Rio Grande do Norte com 2 membros: Ivanildo Alves da Silveira e Francisco Honório de Medeiros Filho, o estado de São Paulo com 1, José Sabino Bassetti como também o estado do Piauí com 1:Leandro Cardoso Fernandes.o

"Paulista, Antônio Amaury, é um dos maiores pesquisadores da vida de Lampião e da história do cangaço, há mais de 60 anos em busca de informações sobre o assunto realizou muitas entrevistas (com pessoas da sociedade, do cangaço e das forças policiais da época e familiares remanescentes). Suas pesquisas minuciosas, diretas, imparciais, fazem-no um autêntico mestre, criterioso e honesto. Nos anos 70, tornou-se conhecido em todo o Brasil ao participar do "Programa 8 ou 800", da TV Globo, respondendo sobre o assunto. Tem vários livros publicados sobre o assunto, entre eles:“Lampião: Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço”; “Assim Morreu Lampião”; “Lampião: As Mulheres e o Cangaço”; “Gente de Lampião: Dada e Corisco”; “Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”; “De Virgolino a Lampião”; “O Espinho do Quipá” (estes dois últimos em co-autoria com Vera Ferreira, neta de Lampião); “Lampião e Maria Fumaça” (co-autoria com Luiz Ruben F. de A. Bonfim, de Paulo Afonso – BA); “A Medicina e o Cangaço” (em co-autoria com Leandro Cardoso Fernandes, de Teresina – PI).
Seu trabalho mais recente é “Lampião e as Cabeças Cortadas”, também em co-autoria com Luiz Rubem Bonfim. É também Sócio-fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais – UNEHS.

Dr Amaury e o Cariri Cangaço
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Antônio Amaury ao lado da equipe de produção do Cariri Cangaço Barro 2013, 
Fazenda Nazaré...
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Antônio Amaury Corrêa de Araujo possui fortes ligações com o Cariri Cangaço. Desde nossa primeira edição ainda no ano de 2009 como um de nossos principais incentivadores e apoiadores, sendo figura principal dentre todos os ilustres convidados daquele que se prenunciava como um dos maiores eventos já realizados sobre a temática cangaço. Ao longo desses últimos dez anos de Cariri Cangaço, tivemos a honra e o grande privilégio de contar com o Mestre Antônio Amaury em incontáveis de nossas agendas, sendo referência na pesquisa e estudo da temática cangaço, muito nos honra em tê-lo na família Cariri Cangaço.


 Um dos momentos marcantes de Antônio Amaury em nosso Cariri Cangaço Crato 2011; Debate no SESC-Cariri Cangaço - "Angico" ao lado de Alcino Alves Costa, Paulo Gastão, Manoel Severo, Sabino Bassetti e Aderbal Nogueira
Presença marcante de Antônio Amaury em edições Cariri Cangaço:
Juazeiro do Norte em 2009, Barbalha em 2010, Juazeiro em 2010 e Piranhas 2015
Aderbal Nogueira, Leandro Cardoso, Antônio Amaury, Paulo Britto e Alcino Alves Costa na abertura do Cariri Cangaço em Juazeiro do Norte em 2009
Carlo Elidyo e Antônio Amaury no Cariri Cangaço Aurora 2010, 
Fazenda Ipueira de Isaias Arruda
Antônio Amaury ao lado de Manoel Severo, Celso Nogueira e João de Sousa Lima
Debate na Fazenda Patos, Cariri Cangaço Piranhas 2015
Antônio Amaury recebe homenagem das mãos de João de Sousa Lima 
no Cariri Cangaço Barbalha 2011
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"Era ainda o ano de 2015, fazia tempo que não encontrava São Paulo tão quente, a sensação térmica estava terrível, a umidade do ar e termômetro marcando 33º C em plena 18:30h só perdiam para a satisfação e alegria em reencontrar queridos e espetaculares amigos. O bairro; Jardim São Paulo;  extremamente agradável e a travessa Guajurus, um recanto onde pontuam preponderantemente residências, pequenos sobrados e pequenas vendas, nos transportam para uma "Sampa" mais tranquila, onde as pessoas ainda se cumprimentam nas calçadas, jogam conversa fora, sorriem juntas... É ali o "coito" de um dos mais respeitáveis pesquisadores sobre o cangaço no Brasil: Antônio Amaury Correia de Araujo, nosso Mestre." Manoel Severo, Curador do Cariri Cangaço, sobre uma de suas visitas ao Mestre Amaury...
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Manoel Severo, Napoleão Tavares Neves, Antônio Amaury e Múcio Procópio 
no Cariri Cangaço Porteiras 2011
Antônio Amaury e o Cariri Cangaço
 Cariri Cangaço, território de grandes encontros: Antônio Amaury e Alcino Alves Costa no grande Cariri Cangaço Crato 2013

Antônio Amaury e Lamartine Lima no Cariri Cangaço Piranhas 2015
Fazenda Pau de Arara
Narciso Dias, Jorge Remígio, Sousa Neto, Lamartine Lima e Antônio Amaury


"Mestre, segundo o "Aurélio" significa: Professor de grande saber e nomeada, o que é versado em qualquer ciência ou arte, oficial graduado de qualquer profissão... Para mim, Mestre é tudo isso e mais: É aquele que coloca a alma, o coração e todos os seus talentos e esforços, naquilo em que acredita, naquilo pelo qual tem paixão, naquilo que faz o olho brilhar. Querido amigo e Mestre Antônio Amaury temos você como nosso Mestre, e saiba que está em nosso coração" Manoel Severo, Curador do Cariri Cangaço e membro da ABLAC.

 Antônio Amaury e Manoel Severo
Antônio Amaury, Dr Napoleão Tavares Neves e Lemuel Silva no 
Cariri Cangaço Juazeiro do Norte
 Manoel Severo, Dr Lamartine Lima e Antônio Amaury
Zé Tavares Neto , Valquíria e Antônio Amaury em visita do Cariri Cangaço no Angico
Marcos e Felipe Passos, Ivanildo Silveira, Antônio Amaury e Jorge Remígio
Cariri Cangaço Porteiras 
Antônio Amaury, Ivanildo Silveira e Alcino Alves Costa, Cariri Cangaço Crato
Antônio Amaury, Dorivan Amaro e Lemuel Silva:
Cariri Cangaço Barbalha
 
Dr Benedito, Manoel Severo e Antônio Amaury
Anfitriã, Dona Renê
Manoel Severo e Antônio Amaury

Concessão do Título de Sócio Honorário da ABLAC
Antônio Amaury Correa de Araujo
São Paulo, 30 de setembro de 2019