A Reinvenção do Nordeste

Pesquisadores discutem a vida e obra de Luiz Gonzaga, na última semana para visitar a exposição "Imaginário do Rei", 
no Memorial da Cultura Cearense.
Centro Cultural Dragão do Mar
Fortaleza, CE.

De João para Alcino



Nessa segunda, dia 13 de agosto de 2012, estive em Poço Redondo visitando o  amigo Alcino Alves Costa e o nosso querido decano encontra-se bem humorado e começando a levar uma vida normal.
Dentre os assuntos levantados "O Matuto do Poço" não deixou passar o tema cangaço.Torceremos para que sua saúde seja o mais breve possível recuperada em sua totalidade.
 Um autografo em seu mais recente trabalho: Maria Do Sertão.
O telefone sempre em mãos para falar com os amigos.
O aperto de mão no Velho Guerreiro. 

João de Sousa Lima

Cangaceirologos Presentes a 15ª Missa em Angico Por:Manoel Severo

Zeca, Vera Ferreira, Lily e Tomaz Cisne

Neste último mês de julho, mais precisamente no dia 28, emblemático dia do cerco mais famoso e polêmico da história do cangaço, no longíquo 1938; quando perderam a vida Lampião, Maria Bonita, mais 9 cangaceiros e o soldado Adrião, foi celebrada a 15ª edição da Missa na Grota do Angico.

Pesquisadores, historiadores, escritores, estudantes, curiosos e fãs do tema cangaço acompanharam a celebração em memória desses homens e mulheres que sem dúvidas são personagens marcantes da história de nosso nordeste e de uma época, quando protagonizaram um dos fenômenos mais discutidos : O Cangaço.

Missa na Grota do Angico 
Confrades de GECC-Cariri Cangaco, Reginaldo e Tomaz Cisne

Tomaz Cisne e Aderbal Nogueira

Além da presença da neta de Virgulino Ferreira, a jornalista Vera Ferreira, tivemos ainda a família SBEC - Cariri Cangaço - GECC , presente,  com  os confrades: Aderbal Nogueira, Tomaz Cisne, Juliana Ischiara, Lily, Zeca, Reginaldo, Antônio Vilela,  Wilson Seraine, Archimedes Marques e Elane, Jairo Luiz, Professor Pereira e dona Fátima, dentre tantos outros.

Manoel Severo.

Alcino, Receba nosso Abraço de Gratidão. Por:Manoel Severo

Aderbal Nogueira, Tomaz, Alcino Costa e Zeca

A mais recente Caravana rumo às terras do Sergipe, para participar da 15ª Missa na Grota mais famosa do nordeste, não poderia deixar de abraçar e levar o sentimento de todo um conjunto de fãs, admiradores e acima de tudo, amigos de coração; do querido Caipira de Poço Redondo, Alcino Alves Costa.

É uma emoção muito grande, depois de todos os sustos pregados por esse Sertanejo bom de briga, chamado Alcino, em função de sua saúde, poder chegar até a sua amada Poço Redondo, terra emblemática e imortalizada pelo amor e pelas linhas de um de seus mais ilustres filhos, e poder abraçar e compartilhar momentos únicos com esse grande ser humano chamado Alcino. 

Lancamento do esperado Maria do Sertao, de Alcino Costa

Certamente Aderbal, Tomaz, Zeca, Juliana, puderam representar o sentimento de cada um de nós. Alcino Alves Costa está presente na vida de cada um daqueles que  gostam de uma boa prosa, de causos sensacionais do simples homens do sertão alegre, daqueles que estimam um coração leve cheio de gentilezas e amabilidades para com os amigos... Alcino você é nosso campeão ! Parabéns não só pelo lançamento de "Maria do Sertão" que sabemos que lhe é uma preciosidade, mas parabens por tudo que você representa, saiba que és e sempre será mais que especial. Saudades de você querido amigo, até mais ver...

Manoel Severo

A Família Celebra o Encontro . Por:Manoel Severo

Casal Professor Pereira e dona Fatima também  recebem a Caravana do GECC-Cariri Cangaco 

Por ocasião da Caravana presente à Missa na Grota do Angico, mais uma vez a família sem encontra ! Sem dúvidas o encontro e reencontro desta fabulosa família Cariri Cangaço foi, é e será sempre motivo de celebração. Por quase todos os estados deste nosso amado país, confrades apaixonados pela história e memória do nordeste acostumaram-se a momentos como esses acima e abaixo, "clickados"; momentos onde matamos a saudade, colocamos a conversa em dia e acima de tudo, consolidamos este sentimento que acabou cristalizado no coração de todos: A certeza de que vale a pena construir a verdade histórica com dedicação e destemor. Parabens a todos os valorosos "Vaqueiros da História.

Casal Archimedes Marches e Casal Francisco Pereira

Jairo Luiz, Juliana Ischiara, Wilson Seraine, Tomaz e Vilela

O que dizer desses fantásticos personagens de nossa SBEC - GECC e Cariri Cangaço: Professor Pereira e Dona Fátima, que de Cajazeiras nos transmitem tanta força, um casal que tem um trabalho inegavel na preservação  da vida, da cidadania, do amor ao próximo; de um Aderbal Nogueira, um paladino , "estranho no ninho" com um talento incomum; o discreto e querido Tomaz, sempre "pronto" para todas as aventuras; essas duas damas de ferro; Juliana e Francisquinha, mulheres que aprendemos a admirar pelo talento, coragem, firmeza... esse grande pesquisador e revelação literária que é Archimedes e sua querida Elane; o grande e sensacional Jairo, esse ícone do empreendedorismo nas áreas do turismo regional das ribeiras do São Francisco; esse Gonzagueano Seraine, sem igual em amor à música e a alma do grande Lua Gonzaga e o Cangaceiro Analfacibernético, o estimado amigo Vilela. Poderia passar muito tempo postando aqui o valor de cada um desses queridos  amigos, mas vou me despedir apenas dizendo: Parabens, vocês e toda essa grande Família Cariri Cangaço fazem a diferença.

Manoel Severo

Vem aí Conexões Nordestinas ! Por:Antonio Junior


Neste sábado, logo mais as 19 horas no BNB Clube de Fortaleza, teremos o lançamento da obra do confrade Antônio Junior: 
"Conexões Nordestinas" .
 Todos ao BNB !!!

" Caros amigos da SBEC , GECC e Cariri Cangaço , farei o lançamento do meu livro neste final de semana e muito devo à SBEC, ao GECC e ao seu Cariri Cangaço, sem falar de nossas reuniões (ás quais não mais pude comparecer por conta da sanha de me tornar causidico). O livro é um trabalho em prosa, sem pretenção de profundidade científica, mas aborda muito do que conversavamos nas reuniões e de pesquisas que levei dois anos para fazer. Gostaria de ter a presença dos companheiros e, se possível, fazermos um bate-papo de 20 ou 30 minutos sobre os temas do livro ."
 
Antonio Junior 
 
Hoje, Sábado - dia 11/08 às 19:00 horas
BNB Clube , Av Santos Dumont - Aldeota
Fortaleza, Ceará
 

O Casamento de Zé Ferreira e o Almocreve Virgulino Por:Manoel Severo

Sítio Passagem das Pedras em Serra Talhada

A história do cangaço é recheada de dados imprecisos, versões e interpretações que vão tecendo esse emaranhado que é o incrível mundo dos cangaceiros, aqui vamos abrir um parêntese para assuntar uma segunda versão sobre o casamento de Zé Ferreira e Maria Lopes; pais de Virgulino Ferreira; assim recorremos ao texto do pesquisador e escritor Jorge Mattar Villela que nos coloca o seguinte episódio: “No distrito de São João do Barro Vermelho, nas proximidades da fronteira do município de Floresta, situava-se a Fazenda Matinha, de propriedade de Manoel Barbosa Nogueira e Maria Manuela do Nascimento. 

Segundo relatos atuais, este casal adquiriu uma dívida com José Ferreira. Embora fosse ele integrante de uma família pequena e pobre e aqueles, de uma grande e importante, José Ferreira aceitara sua esposa Maria para concertar um erro de um parente de Manuela. Por aceitar Maria e seu filho, de nome Antonio, cuja paternidade fora atribuída a ele, José Ferreira teria recebido algumas braças de terras, no lugar chamado Passagem das Pedras. Daí por diante, Manuela passou a proteger os Ferreira, emprestar dinheiro para a compra de burros, e posteriormente para compra de cargas em troca de um percentual dos lucros, possibilitando-os estabelecer-se como almocreves. 

José Ferreira, com seus filhos, com seus burros, fazendo carretos de mercadorias, melhorou de vida e no entanto, embora fosse uma família com capital, com dinheiro mesmo, algo não muito corriqueiro no sertão, seu status não melhorara na mesma medida.Por outro lado, os laços estabelecidos com os Barbosa Nogueira não se esgotaram nas relações comerciais, por assim dizer. Luzia, filha de Maria Manuela, e o marido, José Clementino, também residentes da ribeira da Matinha, apadrinharam Generosa, irmã de Lampião. Um outro parente residente da Matinha, Luiz Barbosa,era padrinho de Livino Ferreira e Raimundo Gomes de Barros, da fazenda São Domingos, era padrinho de Mocinha, irmã de Lampião.” Dessa forma Jorge Villela nos apresenta uma outra versão sobre o casamento e a origem do primogênito dos Ferreira, o irmão mais velho, Antônio Ferreira.


Antonio Ferreira e Virgulino Ferreira

Virgulino foi praticamente criado na casa de sua avó materna, dona Jacosa Vieira do Nascimento, cerca de 200m da fazenda dos pais.  Seus avós paternos eram Antonio Ferreira dos Santos Barros e Maria Francisca da Chaga, moradores de Triunfo, também em Pernambuco. Também na Vila de São Francisco fez sua primeira comunhão em 1905, se crismando em 1912, celebrada pelo recém empossado primeiro bispo D. Augusto Álvaro da Silva, sendo padrinho o Padre Manuel Firmino, vigário de Mata Grande, em Alagoas. 

Menino igual a todos os outros nascidos no lugar, viveu intensamente sua infância, na região que chamava carinhosamente de “meu sertão sorridente”, recebeu as primeiras letras através dos professores Domingos Soriano e Justino de Nenéu e desde cedo ao lado dos irmãos mais velhos, Antônio e Levino, ajudava o pai nas obrigações cotidianas, trato com a agricultura de subsistência, cuidando dos animais e desenvolvendo depois o trabalho almocreve pelas vilas e povoados da região.
Os almocreves dos sertões nordestinos eram verdadeiros desbravadores, como caixeiros viajantes, uma espécie Marco Pólo sertanejo, levando e trazendo mercadorias se configuravam como autêntica coluna vertebral no comercio interno do sertão. Durante quase uma década, de 1910 a 1919, Virgulino Ferreira e seus irmãos mais velhos acompanharam o pai neste trabalho pelas terras nordestinas e que viria a ser de grande valia para sua futura empreitada cangaceira.

As viagens iam normalmente de Rio Branco, atual Arcoverde, onde se localizava o final da linha férrea da Great Western; que ligava Recife ao sertão pernambucano; aos rincões mais distantes não só daquele estado, mas também de todo o nordeste. Todo tipo de mercadoria chagava até ali e dali era enviada para toda região.

Por algumas vezes os Ferreira chegaram até terras baianas, ali no município de Monte Santo, havia um curtume de propriedade de Salustiano Andrade, que logo passou a utilizar os almocreves pernambucanos para o transporte de peles de caprinos até a Vila da Pedra, atual Delmiro Gouveia, assim, Virgulino ao lado do pai e dos irmãos teriam passado a ser costumeiros fornecedores de peles do maior empreendedor dos sertões nordestinos, o cearense Delmiro Gouveia. 

Manoel Severo

Sedição em Grande Estilo


Na última segunda-feira, em noite de Mainking Off tivemos a "Sedição de Juazeiro" na Noite Cariri Cangaço-GECC e desta vez a esperada estréia; a avant premier da maior produção da televisão cearense, dia 22 de agosto às 19 horas na Assembléia Legislativa , no Auditório do Edificio Euclides Ferreira Gomes.

SEDIÇÃO DE JUAZEIRO é uma obra sem igual produzida pela FGF-TV com 2:20 minutos de duração, contando a história da conturbada personalidade politica de Floro Bartolomeu e a figura mítica de Padre Cícero, no começo do século passado ; tanto na Guerra pela emancipação do Crato quanto na "famosa Guerra de 14", quando Juazeiro firma-se como grande polo de poder político na região do Cariri; associando-se ao Governo Federal no movimento sedicioso para depor o Governo cearense de Franco Rabelo. Uma produção que vai marcar a história cinematográfica do Ceará antes e depois desse filme.

O convite é da FGF TV e 
Jonasluis DA SILVA, de icapui.

Sedição de Juazeiro em noite Cariri Cangaço-GECC

Lançamento da Sedição, durante o Cariri Cangaço 2011


Quem ainda não teve a oportunidade de conhecer uma das mais sensacionais produções da televisão brasileira, Minissérie "Sedição de Juazeiro" de Jonasluis da Silva de Icapuí com direção de Daniel Abreu e co-produção da Laser Vídeo, não pode perder a próxima Noite Cariri Cangaço-GECC , no espaço Raquel de Queiroz da Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi.

Sedição de Juazeiro; uma das mais aguardadas produções de nossa televisão, que teve sua pré-estréia na terceira edição do Cariri Cangaço de 2011 e que dentro de poucos dias estará sendo apresentada para todo o público telespectador, terá mais um grande momento na noite Cariri Cangaço-GECC desta próxima segunda-feira, dia 06. Os momentos marcantes, os bastidores, o mainking off e muito mais nesta noite que promete muito.



Noite Cariri Cangaço-GECC
Nesta segunda-feira - Dia 06 de agosto
19horas
Espaço Raquel de Queiroz - Livraria Saraiva
Shopping Iguatemi - Fortaleza-CE

Ângelo Osmiro
Presidente do GECC
Manoel Severo
Curador do Cariri Cangaço
Aderbal Nogueira
Laser Vídeo

Surge o Sinhô, o maior de todos os Pereiras Por:Manoel Severo

Sinhô Pereira, sentado e Luiz Padre, de pé

O ano é 1915 quando vamos encontrar Né Dadu, retornando da cidade de Triunfo após ser absolvido de crime de morte de João Jovino. Naqueles dias uma volante se formava para capturar um dos maiores desafetos da família Carvalho. Sob o comando do Tenente Teófanes Ferraz Torres e contando ainda com os Carvalho: Antonio e José da Umburana e João Lucas das Piranhas, atacam São Francisco , mas não encontram Né Dadu, espancando fortemente uma negra de nome Antonia Verônica, governanta do lugar, conhecida por “Mãe Preta”  e prendem o mais novo dos filhos de D. Constança, irmão de Né Dadu: Sebastião Pereira, então com 16 anos.

A represália dos Pereira veio logo em seguida, quando é morto José da Umburana em emboscada de Vicente de Marina, o morticínio continua, desta feita mais um Pereira tomba, Né Dadu morre em 16 de Outubro de 1916, vítima de covarde traição de um ex-cabra dos Carvalho, Zé Rodrigues, Zé Grande ou simplesmente “Zé Palmeira” que o matou com seu próprio rifle no lugar Poço do Amolar, na fazenda Serrinha. Esse caboclo Zé Palmeira havia se aproximado de Né Dadu após ardilosa trama traçada pelos próprios Carvalho, simulando o rompimento do referido cabra com a família inimiga. Apesar de Atento e desconfiado Né Dadu acabou sendo ludibriado pelo audacioso golpe e acabaria sendo vítima fatal do mesmo.

A morte do irmão empurrou definitivamente o mais jovem da família para o mundo do crime, nascia ali aquele que seria o mais valente de todos os cangaceiros, segundo o próprio Virgulino Ferreira: Sebastião Pereira, vulgo Sinhô Pereira.

Sinhô Pereira em foto da década de 70

Partindo na sanha da formação de seu grupo, Sebastião Pereira partiu em busca do Coronel Zé Inácio, do Barro, conhecido coiteiro e protetor de bandidos, dali saiu com um grupo de 20 cabras, tendo como seu lugar tenente seu primo, Luiz Padre, rumo a Vila Bela, no Vale do Pajeú.

Invadindo São Francisco, depredou e queimou a loja de Antonio da Umburana e tomou a pequena vila, partindo dali para as fazendas dos Carvalho, Umburanas e Piranhas, depredando, queimando, matando animais, destruindo cercas, arrasando tudo. Os Carvalhos diante de tanta fúria se retiraram para a cidade, finalizando assim a primeira grande investida do grande cangaceiro.

Sobre a eterna peleja entre os clãs vamos ter o episódio da invasão à fazenda Piranhas, narrado por inquérito na própria delegacia de Vila Bela, como segue: “... no dia 1º corrente apresentaram-se voluntariamente a prizão os indivíduos José Alves de Barros e José de tal conhecido por José Caboclo e Francisco Alves de Barros, Cincinato Nunes de Barros, Antonio Carvalho de Barros, conhecido por Antonio da Umburana, Antonio Alves Frazão, José André, Feliciano de tal, João Ferreira, Francisco Porphirio, Antonio Teixeira, Antonio Pedro da Costa Neto, Antonio Pequeno, José Flor e João Tapia todos denunciados neste município como incursos no artigo 294 por terem morto ao cangaceiro Paixão na ocasião em que os mesmos se defendiam do ataque feito a fazenda Piranhas pelo grupo chefiado por Sebastião Pereira e Luiz Padre dos qual fazia parte o referido Paixão (Informe ao Chefe de Polícia pelo delegado de Vila Bela, 5/9/17).

Algum tempo depois Sebastião Pereira mataria o assassino de seu irmão Né Dadu, o indivíduo Palmeira, na localidade de Viçosa em Alagoas, tendo Luiz Padre sangrado o matador de seu pai Padre Pereira, Luis de França, em São João do Barro Vermelho. Em outra oportunidade na localidade de Queixada, sob a proteção do Coronel Pedro da Luz, acabou encontrando Antonio da Umburana que foi sangrado, esquartejado e queimado, assim se configurava a vingança dos primos, Sebastião e Luis Padre.

Manoel Severo

Vilma Maciel na Bienal do Livro

Antônio Vilela, Ângelo Osmiro, Vilma Maciel e Kiko Monteiro

É com muita satisfação que convidamos a todos os amigos da Família Cariri Cangaço para prestigiar a presença de nossa querida amiga Vilma Maciel na Bienal do Livro, no próximo dia 12 de agosto no Parque de Eventos do Anhenbi em São Paulo.

A escritora de Juazeiro do Norte estará no Stand da Biblioteca 24 horas e apresentará suas obras: Caminhos Femininos, Lampião Luta, Sangue e Coragem. É esperar e conferir. Todos a Bienal !

Cariri Cangaço

Corisco, um "diabo" não tão louro assim.....



Notícias do Futuro: Encontrada antiga imagem do cangaço. Estudiosos do assunto afirmam que o cangaceiro desconhecido pode ser "Sorrisinho", o homem que treinou Lampião.

Daniel Abreu