Cangaceiros do Nordeste Por:Abimael Silva


O paraibano Pedro Baptista escreveu e publicou Cangaceiros do Nordeste, a primeira publicação sobre o cangaço brasileiro, em 1929, na Parahyba do Norte, quando o mundo caía com a crise econômica e João Pessoa não existia como cidade. Cangaceiros do Nordeste é a história do cangaço, de 1724 ao começo do século XX, na Paraíba, Pernambuco, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, quando os cangaceiros famosos eram Padre Veras, José Antônio, Cabeleira, José Félix Mari, Jesuíno Brilhante, Liberato e toda a grande Família Terrível. Grande parte dos combates acontecem na Serra do Teixeira, Borborema e Pajeú.

O Rio Grande do Norte é citado em diversas páginas do livro de Pedro Baptista, assim como Martins, Portalegre, Pau dos Ferros, Caicó, São João do Sabugi, Jardim do Seridó, Serra Negra e Patu. Em certo momento, quando a justiça pernambucana procurava Liberato, um coronel sugere que ele vá residir e conviver com Jesuíno Brilhante, em Patu, em 1870.
Professor Pereira; Conselheiro Cariri Cangaço; e sua esposa, senhora Fátima Cruz


O livro de Pedro Baptista, a maior raridade da bibliografia do cangaço, termina com o significado da palavra cangaceiro: “o vocábulo cangaceiro, de cangaço, homem de cangaço, recebeu do autor d’Os Sertões, página 223, e de Gustavo Barroso, em nota 16 à página 31 de Heróis e Bandidos, o seguinte batismo: Armamento; de canga, porque o bandoleiro antigo sobrecarregava-se de armas, trazendo o bacamarte passado sobre os hombros como uma canga. Andava debaixo do cangaço”. Pedro Baptista nasceu em 1876 e faleceu em 1937, sem perceber a importância de sua obra. Setenta e dois anos depois, o Sebo Vermelho reedita Cangaceiros do Nordeste, em edição fac-similar, com um agradecimento todo especial ao pesquisador Francisco Pereira, de Cajazeiras, que foi o autor da descoberta desta raridade. Obrigado, Francisco Pereira!
 
Abimael Silva
postado por: cangaço nordestino do amigo NETO

Sebista e editor FONTE
: SEBO VERMELHO 

Pedro Nunes Filho nos traz Quelé !

Caros amigos, é com satisfação que venho lhes comunicar o lançamento do meu mais recente livro, MUNDO-SERTÃO, Terra não Revelada. Entre os vários Cantos e Contos, se narra a saga de Clementino Furtado, mais conhecido por Sargente Quelé, o homem que enfrentou Lampião 22 vezes. O livro foi escrito em linguagem saborosa, resgatando palavras quase em desuso, porém com muita força de comunicação para falar de fatos históricos do passado. 
 
Edição em luxuoso acabamento da FAC FORM, formato 16, 233 páginas, papel creme, preço R$ 50,00, remessa por conta da editora, pagamento após recebimento da postagem. Pedidos podem ser feitos pelo e-mail: pnunesfilho@yahoo.com.br

Neste Ano Novo que começa, abraço todos os amigos com alegria, muito agradecido pelo apoio que me deram e pelo prestígio de tê-los como leitores. Forte abraço,

Pedro Nunes(See attached file: MS - Capa.docx)
Gentileza do envio por Kydelmir Dantas 

Joca do Brejão e a Saga dos Terésios Por:João Macedo

Bosco André e Manoel Severo ladeando Joca Coelho, pai do autor deste artigo e neto do lendário Joca do Brejão.

No século XVIII, ainda em sua primeira metade, entre os primeiros colonizadores do Cariri, inscreve-se um alagoano de nome José Paes Landim. Foi ele o fundador do Engenho de Santa Teresa, encravado em terras na ribeira do rio Salamanca, entre Missão Velha e Barbalha. De seu casamento com Geralda Rabelo Duarte origina-se a numerosa prole designada de Terésios pelo historiador Joao Brigido. O antigo Engenho de Santa Teresa contempla várias propriedades rurais, todas historicamente orientadas para a cultura de cana de açúcar e fabricacão de rapadura. São lugares ainda hoje facilmente visitados , bastando sair da rodovia que liga Missao Velha à Barbalha, e pegar à direita estrada carrossal que se inicia no sitio Carnaúba em direção à Barbalha. Passando-se pela vila de Santa Teresa, margeando um verde vale, adiante alcançamos o Brejão. Neste território viveu no inicio do século XX  o coronel João Raimundo de Macedo, conhecido como Joca do Brejão.   

Filho de D. Jacinta Maria de Jesus, a D. Iaiá, com Raimundo Antônio de Macedo (Mundoca). De seu primeiro casamento, D. Iaiá teve como segundo filho o legendário coronel Antônio Joaquim de Santana (coronel Santana), que morava distante dali, ou seja, na Serra do Mato, nas bordas da chapada do Araripe. Com a idade avançada, o coronel Santana voltou ao vale-matriz dos Terésios, onde veio a falecer em casa ainda hoje existente, e que pode ser facilmente avistada transitando-se por aquela mesma rodovia caririense.

"Estrada das Pedras"- foto da estrada da Passagem de Pedras, uma das propriedades nas cercanias da Santa Teresa, tendo-se ao fundo a Chapada do Araripe. 

Por sua posição geográfica privilegiada, espécie de paraíso entre o Cariri e o sertão, e pelas conhecidas características pessoais do coronel Santana, a Serra do Mato se constituiu em local de visita assídua de Lampião. Aliás, as incursões do bandoleiro no Cariri costumavam ser nas escarpas da chapada e no lado oriental da região, saindo de Porteiras, Brejo Santo, passando por Milagres, Missão Velha, pelos lados da Cachoeira, e as bandas da Aurora. É possível, portanto, que o líder maior do cangaço jamais tivesse passado pelo Brejão do coronel Joca, um vale mais densamente povoado, na vizinhança de Barbalha e da movimentada Juazeiro.

Com a tomada de Missão Velha por seu irmão em 1901, o coronel Joca vislumbrou assumir o comando político de Barbalha e assim o fez em 1906, desbancando o coronel Neco Ribeiro, sobrinho de Pinto Madeira, em uma disputa que durou oito horas.  Relatos dos mais antigos apontam o coronel Joca como homem de notável postura moral. Assim, ainda que mais jovem do que o coronel Santana, e possuidor do mesmo espirito tenaz, conta-se que em muitas situações atuou como orientador do irmão, procurando regulá-lo em seus excessos. O coronel Joca foi um dos signatári os do “pacto dos coronéis” em 1911, embora não tenha comparecido pessoalmente, enviando como representante seu filho José Raimundo de Macedo. Ocorrida em Juazeiro, sob os auspícios do Padre Cícero Romão Batista, essa reuniao, como assinalado por Joaryvar Macedo, em seu “Império do Bacamarte”, foi utópica na medida em que previa um conjunto de posturas e ações incompatíveis com o espirito político da época. É tanto que logo após sua realização, o coronel Joca veio a se confrontar com o próprio juiz que selou o pacto desta reunião, por este ter assumido posições que se chocavam com a estrutura de poder em Barbalha.

 Pedras - foto do canavial da Santa Teresa

Em que pese a conturbada época, de inicio do século XX, quando o mandonismo e a forca imperavam, emanaram dos Teresios personalidades no mundo das letras e da cultura, como o destacado filho do coronel Santana, o desembargador Juvêncio Santana, que veio a ser afilhado e mentor do Padre Cicero, assim como deputado e secretário do Interior e Justica do Ceará.  Criterioso e equilibrado, certa vez o jurista foi em Fortaleza instado a explicar a atuação de seu pai como coiteiro de cangaceiros. Argumentou que a um proprietário rural restavam somente duas op ções para evitar receber um bando em sua casa: ou abria fogo contra os cangaceiros, o que não era recomendável, visto ser atividade de risco, gerando grande desassossego para a familia,  ou  o governo colocaria uma tropa oficial na porteira de cada fazenda, o que seria impraticável. Outro destacada personalidade originária dos Teresios foi o professor Antônio Martins Filho, reitor e fundador da Universidade Federal do Ceará. Apesar de ter sido oficialmente registrado como nascido no Crato, o reitor teve como local de nascimento exatamente a Santa Teresa. Em seu livro "Memórias - menoridade (Imprensa Universitária-1995)", registrou sua infancia no Cariri e a ligacao de seus pais com o coronel Joca: "o mundo em que anteriormente vivíamos, podia ser muito limitado, mas era limpo e, principalmente cordial. De fato, conhecíamos somente o sitio Santa Tereza, o Brejão do seu Joca e a cida de de Barbalha, em que todos eram conhecidos e amigos". O bisavô de Martins Filho chamava-se João Antonio de Jesus, conhecido como o Major Janjoca, dono da maior parte do sítio Santa Teresa. 


Rio Salamanca em sua passagem pelo Brejão

A extensa distribuição dos Terésios no Cariri e o senso de pertencimento a um mesmo tronco ancestral, conferiram ao clã uma notável articulação afetiva, traduzida tanto na sucessão de casamentos entre parentes, quanto no apoio mútuo e incondicional em situações e conflitos em que algum membro esteve envolvido. Cite-se o caso em que a matriarca Marica Macedo de Aurora, quando de seu conflito em 1908 com o chefe político daquele município, Totonho Leite, retirou-se com a família para Missão Velha em busca de apoio dos coronéis Joca e Santana. O primeiro marido de Dona Marica, Cazuza Ma cedo, era irmão do pai do coronel Joca e padrasto do coronel Santana, Raimundo Antônio de Macedo (Mundoca) e também irmão da sogra do coronel Santana.  Ocorre que quando de seu percurso, fazendo pernoite no sitio Taveira, entre Aurora e Milagres, Dona Marica acabou sendo vitima do cerco dessa propriedade pelas forcas governistas, que combatiam os Santos e Paulinos, desafetos de Totonho Leite e que estavam ali abrigados sob proteção do coronel Domingos Furtado. Como resultado do chamado "fogo  do Taveira", morreram várias pessoas, incluindo o filho mais novo de Dona Marica. Exaltados com a ocorrência cruel contra sua parente, o coronel Joca e o coronel Santana juntaram-se ao coronel Domingos Furtado de Milagres e o major Zé Inácio do Barro, e neste município reuniram seiscentos homens, prontos para aniquilarem Aurora, caso o presidente Nogueira Acioli nao retirasse de imediato as forças que ali permaneciam. As forças foram retiradas, mas mesmo assim Aurora veio a ser invadida sob o comando do major Zé Inácio, sucedendo-se o domínio da cidade pelo coronel Cândido Ribeiro Campos (Cândido do Pavão) e a liderança feminina de Marica Macedo, que veio a falecer em 1924.

Percebe-se quão movimentado e contraditório foi o contexto histórico em que viveram os Terésios no início do século passado. Os acontecimentos dessa época tiveram influência profunda na geopolítica da região.

João Macêdo – Médico
Professor da UFC - Universidade Federal do Ceará

Reedição de Livros do Cangaço Por:Professor Pereira


A  bibliografia do cangaço e temas afins é extensa e diversificada. São centenas de livros à disposição dos estudiosos, pesquisadores, colecionadores e admiradores da história e cultura nordestina.  Mas, infelizmente, dezenas destas obras não são mais encontradas nas livrarias e sebos especializados. São consideradas esgotadas e, em alguns casos, raras. Quando são colocadas à venda, estão com preços exorbitantes, totalmente fora da realidade financeira da maioria das pessoas que desejam adquiri-las.

Faço, por meio deste artigo, uma indagação pertinente e natural: por que esses livros não são reeditados? Não é o meu propósito procurar identificar  e analisar os fatores que dificultam ou impedem essas reedições, mas contribuir, positivamente, com este processo, para que o resultado seja promissor. Aproveito a oportunidade para conclamar,  solicitar aos autores, herdeiros de autores já falecidos ou quem esteja na posse do direito destes trabalhos, que procurem reeditá-los, pois são obras extraordinárias, que demandaram milhares de horas de leituras, pesquisas, viagens e entrevistas, com muito sacrifício, principalmente, em épocas mais remotas, quando os autores não dispunham de meios de transporte, comunicação, e a internet, que podemos utilizar atualmente.

Professor Pereira entre, Kydelmir Dantas e Honório de Medeiros em dia de Cariri Cangaço


Então, não se justifica a ausência destas relíquias, na bibliografia disponível  do cangaço. Faço este apelo,  em nome de milhares de pessoas que necessitam dessas obras para a efetivação das suas pesquisas, descobertas e fundamentações teóricas de monografias, dissertações e teses, no Brasil e mundo afora.Os sites, blogs e comunidades virtuais ligados ao fenômeno do Cangaço, como: SBEC- Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, O Cariri Cangaço,  Lampião Aceso, Cangaço em Foco, Tokdehistória, Lampião, Rei do Cangaço  entre outros, que estão sempre focados e à disposição da expansão do estudo da história e cultura nordestina,  divulgando  os  lançamentos de edições e reedições de livros, revista e  artigos referentes ao assunto, o que facilita  o acesso deste material pelos pesquisadores, colecionadores e interessados no tema.

Como consequência natural da utilização destas ferramentas,  observo um crescimento considerável de pessoas  interessadas no estudo do Cangaço. Além do uso da Internet na distribuição eficiente  desses livros,  o que contribui e incentiva  os autores a editarem e reeditarem suas obras.  Tomo a liberdade e a iniciativa de citar algumas obras, por ordem cronológica,  que gostaria de vê-las reeditadas e espero que os leitores acrescentem, por meio de seus comentários, outros trabalhos esgotados e raros aqui não relacionados:   


Os Cangaceiros, Romances de Costumes Sertanejos 1914, Carlos Dias Fernandes;   Heróes e Bandidos 1917, Gustavo Barroso;  Beatos e Cangaceiros 1920, Xavier de Oliveira;  Ao Som da Viola 1921, Gustavo Barroso;  A Sedição de Joazeiro 1922, Rodolpho Theophilo;  Lampião, sua História 1926, Érico de Almeida;  Lampeão no Ceará, A Verdade em Torno dos Fatos 1927, Moysés Figueiredo;   Padre  Cícero e a População do Nordeste 1927, Simões da Silva;  Os Dramas Dolorosos do Nordeste 1930, Pedro Vergne de Abreu;    Almas de Lama e de Aço 1930, Gustavo Barroso;  O Flagello de Lampião 1931, Pedro Vergne de Abreu;  O Exército e o Sertão 1932, Xavier de Oliveira;  Sertanejos e Cangaceiros 1934, Abelardo Parreira;  Como Dei Cabo de Lampeão 1940, Ten. João Bezerra;  Lampeão, Memórias de um Oficial Ex-comandante de Forças Volantes 1952, Optato Gueiros;  Caminhos do Pajeú 1953, Luís Cristóvão dos Santos;  Solos de Avena s/d, Alício Barreto;  Cangaceiros 1959, Gustavo Augusto Lima;   Rosário, Rifle e Punhal 1960, Nertan Macedo;  Serrote Preto 1961, Rodrigues de Carvalho;  O Mundo Estranho dos Cangaceiros 1965, Estácio de Lima;  Lampião e Suas Façanhas 1966, Bezerra e Silva;  Lampião, O Último Cangaceiro 1966, Joaquim Góis;  Sertão Perverso 19 67, José Gregório;  Lampião, Cangaço e Nordeste 1970, Aglae Lima de Oliveira;  Cinco Histórias Sangrentas de Lampião, Mais Cinco Histórias Sangrentas de Lampião(dois livros)1970, Nertan Macedo;  Vila Bela, Os Pereira e Outras Histórias 1973, Luís Wilson;  Terra de Homens 1974, Ademar Vidal;  Bicho do Cão, Canga, Cangaço, Cangaceiro s/d, José Cavalcanti;  Cangaço: Manifestação de Uma Sociedade em Crise 1975, Célia M. L. Costa;  Figuras Legendárias 1976, José Romão de Castro;  A Derrocada do Cangaço 1976, Felipe de Castro;  Antônio Silvino, O Rifle de Ouro 1977, Severino Barbosa;  Capitão Januário, a Beata e os Cabras de Lampião 1979, José André Rodrigues(Zecandré);  Gota de Sangue Num Mar de Lama, Visão Histórica e Sociológica do Cangaço 1982, Gutemberg Costa;  Volta Seca, O Menino cangaceiro 1982, Nertan Macedo;  Prestes e Lampião s/d, Ten.  Adaucto Castelo Branco;  Sangue, Terra e Pó 1983, José de Abrantes Gadelha;  Lampião, as Mulheres e o Cangaço 1984, Antônio Amaury C. de Araújo;  Lampião e Padre Cícero 1985, Fátima Menezes;  Guerreiros do Sol:  Violência e Banditismo no Nordeste do Brasil 1985, Frederico Pernambucano de Mello(Será l ançado a 5º edição desse livro, agora em janeiro/2012); Lampião e a Sociologia do Cangaço s/d, Rodrigues de Carvalho;  A Vida do Coronel Arruda, Cangaceirismo e Coluna Prestes 1989, Severino Coelho Viana;  Lampião, Memórias de Um Soldado de Volante 1990, Ten. João Gomes de Lira;  Nas Entrelinhas do Cangaço 1994, Fátima Menezes;   Lampião e o Estado Maior do Cangaço 1995, Hilário Lucetti e Magérbio de Lucena;   Cangaço: Um Certo Modo de Ver 1997, Vera Figueiredo Rocha;  Amantes e Guerreiras: A Presença da Mulher no Cangaço 2001, Geraldo Maia;   Histórias do Cangaço 2001, Hilário Lucetti;   Lampião e o Rio Grande do Norte, a História da Grande Jornada 2005, Sérgio Augusto de Souza Dantas.

Obs. Algumas dessas obras já foram reeditadas, mas, mesmo assim, estão  esgotadas.Está lançado o debate. Vamos à discussão construtiva, formando um elo de entendimento, consultoria,  convergência na direção do resultado positivo, e espero que possamos  colher os frutos num futuro próximo, com novos livros no mercado. Votos de Saúde e paz a todos.

Francisco Pereira Lima - Prof. Pereira
Advogado, Professor, Membro da UNEHS, SBEC e
Conselheiro do Cariri Cangaço
franpelima@bol.com.br
Cajazeiras - PB

Napoleão Tavares Neves e o Diário de Luiz Ayres de Alencar Por:Manoel Severo


O vídeo acima foi gravado ainda quando estávamos construindo o formato do primeiro Cariri Cangaço, em março de 2009. Naquela ocasião o grande memorialista e amigo particular, Napoleão Tavares Neves nos mostrava o "Diário" de seu tio Luiz Ayres de Alencar, ex-prefeito de Jardim, na Serra do Araripe; onde o mesmo transcrevia de maneira precisa e magistral os acontecimentos de seu cotidiano, nos relatos deste vídeo, destaques para um dos ataques dos irmãos Marcelinos e o famoso Fogo das Guaribas. Vale a pena acompanhar, tanto pelo ineditismo como pelo valor histórico do referido documento.

Manoel Severo

Para os amantes da Itaytera e Província, recado do professor Pereira

Capa da Itaytera, número 41 do ano de 1997

Vejam abaixo as indicações do número dos exemplares e suas respectivas matérias:

Nº 22 - 191 pág.
  - Nertan Macedo - “Goiás não me descobriu. Goiás me conquistou”
  - F. Monteiro de Lima - O Crato antigo, eu e a minha noiva
  - J. Calíope - Apontamentos Históricos -

Icó e a Confederação do Equador
  Ana Lígia Aires de Alencar - Jardim - Dados Históricos
 
Nº 29- 276 pág.

  - Maria Elvira de M. Soares - "Achegas à obra de Câmara Cascudo"
  - J. C. Alencar Araripe - "A Província da Ibiapaba e do Cariri Novo"
  - Antônio de Alencar Araripe - "O Problema das secas e outros ensaios"
  - Dimas Macedo - "Cel. Raimundo Augusto Lima"
  - Aecio Feitosa - "Estratégias do discurso dos Jesuitas

junto aos indígenas brasileiros"
  - J. Lindemberg de Aquino - "Joaquim Pinto Madeira"

Nº 39- 228 pág. 

  - José de Figueiredo Filho - 1911- Padre Cícero e Antônio Luis
  - Xavier de Oliveira (autor do livro “Beatos e Cangaceiros” e

“O Exército e o   Sertão”) - "Memória"
  - Dr. Napoleão Tavares Neves - Estudos regionais


 “Bebidas” de Gado do Cariri
  - Dr. Napoleão Tavares Neves - A Chapada do Araripe e o Cariri - (Trabalho Extraordinário)
  - Mariza Abath - "O Retirante"

Nº 41- 218 pág. 

  - Família Cartaxo
  - José Claudio de Oliveira - "A Prisão de Dona Bárbara de Alencar"
 
N º 43 - 177 pág. 

- Raimundo de Oliveira Borges - "Coronel Belém do Crato"

Capa da revista Provincia
Revista Província:

Nº 04 - 204 pág.
- Império do Bacamarte - Joaryvar Macedo
- Lampião e o Estado Maior do Cangaço - Hilário Lucetti e Magérbio de Lucena
- De Secretário de Pe. Cícero a fotógrafo de Lampião (Benjamim Abrahão) Napoleão T. Neves
- O Milagre de Juazeiro - Francisco Vasconcelos
- Caldeirão dos Jesuitas - José Peixoto Júnior

N º 05 - 188 pág.
- A Literatura de Cordel no Cariri Cearense - A Xilogravura de Walderedo Gonçalves - Jurandy Temoteo
- Padre Ibiapina “O Apóstolo do Nordeste” - Napoleão Tavares Neves
- A Patente de Lampião - Hilário Lucetti
- As Orelhas de cinquenta contos de réis (Antônio da Piçarra) -

 Hilário Lucetti
- Patativa do Assaré: Cenário, escolaridade e processo criativo -

 Plácido Cidade Nuvens

Nº 07 - 162 pág.
- Irineu Pinheiro e as “Efemérides do Cariri” - F. S. Nascimento
- Capitão Virgulino Ferreira - Lampião - Hilário Lucetti
- A Carismática personalidade do Pe. Cícero - Amarílio Carvalho

N 09 - 169 pág.
- O Combate do Coité - Hilário Lucetti
- Pe. Ibiapina: Peregrino da Caridade - Francisco Holanda Montenegro
- Fonte da Pendência, outrora, paraiso ocasional de Lampião -

Napoleão Tavares Neves
- Coronel Belém do Crato - Raimundo de Oliveira Borges
- Padre Cícero: Mito e Realidade - ( Livro de Otacílio Anselmo)- Nelson Werneck Sodré
- Cabeças Chatas (Livro de Leonardo Mota) - Moacir Mota
- Livro Desmistifica Lendas do Cangaço - Hilário Lucetti

Nº 10 - 199 pág.
- Um Filho do Crato na Luta Contra Lampião - (Raso da Catarina)-

Hilário Lucetti
- Conversando com Patativa - Jurandy Temóteo

N º 12 - 160 pág.
- Fogo do Coité -I - José Sampaio de Lacerda
- Corisco, O mais cruel bandido - Hilário Lucetti
- Fuzilados do Leitão - Napoleão Tavares Neves

Nº 13 - 165 pág.
- Colonização e povoamento do Ceará - Pedro Rocha Jucá
- O Assassinato do Pioneiro: Delmiro Gouveia - Hilário Lucetti
- Lampião era Feitosa? - Neri Feitosa
- O Fogo do Coité -II - José Sampaio de Lacerda

Nº 14 - 133 pág.
- A Colonização e o povoamento do Ceará II - Pedro Rocha Jucá
- O Fogo do Coité - III - José Sampaio de Lacerda
- Coiteiros brigam, Quem morre é Lampião- Antônio Amaury C. de Araújo
- Yoyô Maroto , Sua História - Hilário Lucetti


Para adquirir:
Preço: R$ 20,00 (Vinte Reais) o exemplar.
OBS. Apenas uma unidade de cada número.
O pedido pode ser feito por E-mail: franpelima@bol.com.br 
ou pelos tels. (83) 9911 8286 (TIM) - (83) 8706 2819 (OI)

Att. Professor Pereira
Cajazeiras/PB
Postado originalmente em Lampião Aceso do conterrâneo Kiko Monteiro

Não custa nada lembrar...

Padre Cícero e seu secretário particular, árabe, Benjamim Abraão

Recentemente me foi enviada essa copia da famosa fotografia de Padre Cícero ao lado de seu não menos famoso e polêmico, secretário Benjamim Abraão; a foto conhecida pela maioria daqueles que pesquisam a temática, nos foi enviada pelo confrade Wilton Dedê e faz parte de um acervo de Padre Lauro, do Crato.  

Frederico Pernambucano de Melo

Na verdade, quando se trata de Padre Cícero e ainda mais, de Benjamim  Abraão, vamos sempre ter assunto para algumas décadas de pesquisa, então é agradecer ao amigo Dedê o envio da fotografia. Mas por falar em pesquisa, não seria exagero dizer de nossa grande ansiedade pelo mais recente trabalho do amigo Frederico Pernambucano de Melo; que nos trará muito da fantástica saga desse inigualável e surpreendente "mascate libanês" ao qual devemos muito; no que diz respeito à imagens imortais do ciclo cangaceiro de Virgulino Ferreira; chamado Benjamim. Então Mestre Frederico, estamos ansiosos aguardando este grande presente editorial.

Manoel Severo

E já está no forno: Lampião e o Nascimento de Maria Bonita Por:Voldi Ribeiro

Voldi Ribeiro e Manoel Severo, no Cariri Cangaço 2011

Caro Carlos e Amaury, fico agradecido à referência feita à pesquisa que resultou no encontro do batismo de Maria Bonita e na data correta do seu nascimento - 17 de janeiro de 1910. O destaque é nosso, o esforço da pesquisa começou antes e teve em 1971 a carta de Amaury para o Bispado de Nosso Senhor do Bonfim-BA - não respondida até bem pouco.

Quero parabenizá-los pelo novo livro "Maria Bonita" que estou lendo como uma bíblia e recomendo a todos os pesquisadores sérios que querem conhecer mais detalhes dessa personagem enigmática que foi Maria do Capitão. 

Prometo que no próximo Cariri Cangaço estarei com o livro Lampião e o Nascimento de Maria Bonita pronto para todos poderem apreciar criticamente - dizer dos méritos e dos deméritos. É assim que podemos crescer.

Bom nesse início de 2012 é uma surpresa boa ver o reconhecimento de amigos como vocês. Abraços a todos da família Cariri Cangaço.

Voldi Ribeiro
Sociólogo e Pesquisador
Paulo Afonso-BA

O Ceará e o Rio Grande do Norte cada vez mais perto

Aderbal, Paulo Gastão e José Mendes

Amigo Severo, nossa estadia em Mossoró e Natal foi muito agradável.  Em Mossoró tive o prazer de conhecer o amigo Mendes do blog "Mendes e Mendes", bem como a companhia de Paulo Gastão e Lemuel Rodrigues, Presidente de nossa SBEC. Encontramos também Kydelmir Gonzaga. Conversamos bastante e chegamos a algumas conclusões que Lemuel devera passar para você em breve.

 Aderbal Nogueira e José Mendes do, "Mendes e Mendes"

Por Mendes: "Terça-feira, desta semana, pela manhã fui convidado através de telefone pelo fundador da SBEC - Socidedade Brasileira de Estudos do Cangaço, o Dr. Paulo Medeiros Gastão  para eu conhecer o cineasta e pesquisador do cangaço, Aderbal Nogueira, que se encontrava hospedado no Hotel Thermas de Mossoró. Às 15;30 hs eu já me encontrava lá, e fui muito bem recebido pelo o Aderbal que se encontrava em seu apartamento, mas assim que a recepcionista comunicou-lhe a minha presença, de imediato ele desceu e veio me receber;  um homem simples, que muita embora foi a primeira vez que eu o vi pessoalmente, mas a sua palestra era como se me conhecesse de longos tempos. Em nenhum momento mostrou-se ser um homem da alta sociedade.

Ao lado das piscinas permanecemos conversando sobre o cangaço, e meia hora depois o Dr. Paulo Gastão chegou, e como disse o Aderbal Nogueira, Paulo Gastão e eu, havíamos andado juntos, lá pelas terras da família Duarte, e cada Duarte apresentado no nosso bate papo, tanto eu como ele, conhecíamos ou havíamos conhecido. A família Duarte foi relatada na palestra porque Manoel Duarte Ferreira da Silva foi o homem que baleou  o cangaceiro Jararaca e que durante muitos anos, o meu pai Pedro Nél Pereira, já falecido, foi seu morador em uma das suas propriedades. Por essa razão eu conheci e conheço quase toda família Duarte. Já o Dr. Paulo Gastão também teve e tem contato direto com a mesma, pois um dos seus   irmãos faz parte da família. Mas tanto eu, como o Dr. Paulo Gastão não nos conhecíamos antes, pois a nossa amizade surgiu em Maio de 2011.

A palestra continuou e mais ou menos 18:00 hs, lá chegou o atual presidente da SBEC, o professor e pesquisador do cangaço, Lemuel Rodrigues, que também falou sobre o cangaço e a SBEC."
 
Novamente Aderbal: Já em Natal o Bando estava comandado pelo Capitão Ivanildo, e os chefes: Mucio Procópio, Sergio Dantas e Honório de Medeiros, confrades valorosos do estimado Grupo de Estudos do Cangaço de Natal. E só agora me toquei e fiquei intrigado... O que será de Paulo Medeiros Gastão ? É melhor nem perguntar. 

Maristela Mafuz, Aderbal, Múcio, Sérgio Dantas, Ivanildo e Honório

 GECC - Cariri Cangaço e Grupo de Natal, cada vez mais próximos

No mais o encontro foi muito agradável onde podemos conversar bastante e discutir  inclusive uma possível viagem de pesquisa para este ano que se inicia. Nosso muito obrigado a todos os amigos  de além fronteiras; que nos fazem ver e confirmar que essa união: Ceará; através do GECC-Cariri Cangaço e o Rio Grande do Norte, através do Grupo de Natal e nossa augusta SBEC, só tem frutos positivos a serem colhidos.

Aderbal, Maristela, Felipe e Guilherme.

NOTA CARIRI CANGAÇO: Agradecemos ao confrade Aderbal e sua esposa Maristela por nos enviarem o resultado dessa maravilhosa visita; mais uma; que consolida e fortalece os laços entre estes dois estados irmãos, e como Aderbal falou, "que só frutos positivos haverão de ser colhidos". A visita da família Nogueira se deu exatamente entre os dias 25 e 30 de Dezembro, último. 

Boas Noticias !

Maristela Mafuz e Alfredo Bonessi

Estimados amigos da família Cariri Cangaço; depois de um grande susto na madrugada deste primeiro dia do ano, nossa querida amiga Maristela Mafuz, esposa do Conselheiro Cariri Cangaço, Aderbal Nogueira; já recebeu alta e retornou para o convívio de seus familiares e lar. Noticia maravilhosa para todos nós que temos por esse extraordinário casal, muita admiração e bem querer.

Obrigado a todos que estiveram unidos em oração pela rápida recuperação de Maristela.

Manoel Severo

O Cariri Cangaço firmou-se no cenário de estudos históricos Por:Carlos Elydio

Carlos Elydio

Queridos amigos, o prazer sempre é nosso em confraternizar nesta Festa, como bem chamamos o Cariri Cangaço. Eu, pessoalmente, sinto-me privilegiado em ver como meu pai; Antônio Amaury; remoça ao participar deste evento, que ele classifica como o melhor e mais bem organizado de todos quanto ele já participou. Verificar a continuidade do mesmo evento é ainda mais empolgante, posto que sabemos bem das dficuldades em manter um nível ótimo naquilo que começa bem.

Mas, oservações pessoais à parte. Uma pena que, na avaliação "a quente" ;como chamamos em Terapia Comunitária àquelas que são feitas imediatamente após a finalização de um determinado evento; eu não contasse com caneta e papel para anotar tudo o quanto eu gostaria de ressaltar e sugerir. Espero minimizar minha falha. Por afinidade nas opiniões, eu e meu pai fazemos estas observações em uníssono. O III Cariri Cangaço serviu a todos quanto participaram do evento, especialmente os veteranos, para mostrar que a empreitada firmou-se no cenário de estudos históricos, com uma qualidade digna dos maiores louvores, em todos os seus aspectos. Em todos os aspectos pode-se perceber uma melhora sensível quanto à qualidade do que nos foi ofertado.

Desde a convocatória recebida por nós, a organização já mostrou-se  muito superior aos anos anteriores, permitindo assim que pudessemos dispor de nossos tempos com tranquilidade e segurança com relação a toda a logística de transporte, hospedagem, programação a ser seguida e participações solicitadas. A capacidade impar de nossos anfitriões em zelar pelas boas vindas desde o início ao fim, denotam a presença de espíritos côncios quanto aos compromissos firmados. Isto por si só já provoca nos participantes o desejo de uma contrapartida à altura.

Lily, Ivanildo, Amaury e Carlos

A hospedagem, transporte, alimentação e orientação, bem como os locais nos quais ocorreram o evento, além da qualificação dos palestrantes convidados, da equipe de apoio ligada diretamente ao evento, bem como as equipes locais, mostram-se cada vez mais harmoniozas e operando em alinho com as diretrizes propostas. Apesar da programação extensa, concatenada sob uma grade de horários pode nos parecer extenuante na avaliação de muitos. Porém, faço notar que, se falha houve neste aspecto, em muito se deve à heterogeneidade na composição do grupo, quer quanto às pessoais expectativas quanto ao compromisso no que concerne à obediência aos horários e ao convívio em grupo dos próprios participantes. 

A programação proposta pelos organizadores só nos faz lembrar o valor do tempo, uma vez que convenhamos, um evento de 5 a 6 dias deve ser priorizado, em virtude dos gastos e do empenho implicados por todos para, destes tiramos os melhores proveitos.

Quanto às participações da assistência, estas deveriam ser mais focadas e, para tal, a sugestão feita de que as mesmas sejam encaminhadas aos expositores de forma escrita, evitaria o mal uso do tempo com "palestras" ou discursos alongados, ou mesmo podendo serem analisadas e pesadas sob um crivo que venha a impedir a desvirtuação do enfoque proposto originalmente. Novamente o proveito do tempo demandará um empenho da parte dos participantes.

Amaury, Aderbal e Sabino Bassetti, no debate "Angico"
Falando ainda da participação da assistência, é notória a pouca participação do público universitário. Tal sintoma pode indicar uma série de causas que podem ser atribuídas à ambas as partes. Por parte do Evento sabemos dos convites reiterados às Universidades. O que será que acontece na outra ponta?? Um desinteresse pela temática? A desvalorização das fontes primárias de dados? A dificuldade de deixar o discurso hermético e aproximação com a comunidade? Dificuldade em comungar dos horários propostos pelo evento? Enfim... São questões que só a outra parte pode responder. Faço notar, porém que, no evento também se produz saberes, ainda que estes não sigam os padrões propostos pelo hermetismo acadêmico.

Imagens do momento de Lançamento da minisérie "Sedição de Juazeiro"

A despeito disto, o III Cariri Cangaço mostrou-se palco para lançamentos de livros e filmes relativos às temáticas correlatas, sendo notável e digna de nota os presentes que nos foram conferidos por palestras como a ligada à Delmiro Gouveia e ao Major José Inácio do Barro, tanto pela alta qualificação do material exposto como pelo ineditismo de algumas colocações feitas. Os palestrantes merecem todo nosso louvor e respeito! Porém, sem colocarmos hierarquia de importância, a nosso ver, a pré-estréia do filme/documentário "A Sedição de Juazeiro", foi qualquer coisa de emocionante pela qualidade do trabalho apresentado, superando EM MUITO as expectativas de todos nós pela qualidade técnica, especialmente no que se refere ao levantamento histórico dos dados trabalhados e expostos. Abre-se aí mais um meio para a discussão dos temas ligados ao evento, assim como o foi a palestra de encerramento, pessoalmente, muito nos emocionou ao trazer a música para a mesa de debates.

Amaury, Carlos, Severo e o trabalho fenomenal de Voldi Ribeiro

Não podemos deixar de ressatar  o presente que o amigo Voldi Ribeiro, pesquisador de Paulo Afonso, muito generosamente nos deu, com sua cuidadosa e meritosa apresentação do Batistério de Maria Bonita. Realmente ele foi de extremado cuidado nas suas colocações e merece, sem sombra de dúvidas, citação de destaque!

Ainda sobre o Cariri Cangaço; o crescimento do evento e a participação de novos membros de todo o território nacional, interessados nas temáticas abordadas, com a consequente criação do Conselho (e a possibilidade de delegações de responsabilidades bem como a possibilidade de troca de opiniões e sugestões para melhoria do mesmo), apontam para uma incrementação do evento nas edições seguintes, para ganho de todos os implicados, bem como dos municípios participantes em termos de projeção nacional. Denotando a capacidade empreendedora e administrativa do nosso curador. Sentimo-nos mais brasileiros e mais orgulhosos disto a cada edição. Só nos resta agradecer!

Um grande e forte abraço meu e de meu pai ! Já com saudades dos amigos e esperando rever a todos neste ano que ora começa. Feliz 2012. 

Carlos Elydio e Antônio Amaury
Conselheiro Cariri Cangaço

Lampião e o Cangaço no imaginário artistico

Estas caricaturas foram feitas sob encomenda para a Microsoft e são parte de uma campanha interna para a àrea comercial, uma com o tema "praia" e outra "sertão".
educaricaturas.blogspot.com - jeduartesp@gmail.com

Nos surpreendemos com o incrível volume de peças, artefatos, utensílios, artesanatos, pinturas, desenhos, caricaturas, obras de arte, obras sem muita arte, enfim; tendo como personagem principal o cangaço. Em nosso dia a dia, por onde andamos, por onde passamos, nas mais variadas coisas que observamos, lá está a figura do "chapéu de aba virada" com seus símblos imortais da estrela de seis pontas, trevos, pingentes, etc. Realmente é incrível perceber a grande influência do tema em nossa cultura e arte.

Pintura com aerografia de amigos improváveis comemorando alguma coisa...
Seja bem-vindo ao clube! educaricaturas.blogspot.com

As duas peças de porcelana branca pintada são do Ateliê Fernanda Batista.

Produção Cariri Cangaço