Eu e o Cangaço com Lamartine de Andrade Lima


Hoje traremos mais uma entrevista dentro do universo de pesquisadores da temática cangaço e nordeste. A iniciativa é do grande documentarista Aderbal Nogueira que desta vez nos traz o médico, oficial da Marinha do Brasil e pesquisador , membro da ABLAC, Doutor Lamartine de Andrade Lima.

No Fogo do Serrote Preto Por:Valdir José Nogueira

Corria o ano de 1925, em fins do mês de março daquele ano, a cidade de Vila Bela, no sertão de Pernambuco, presenciava um intenso movimento de forças volantes, sob o comando do coronel João Nunes, que havia chegado aquela cidade do Pajeú no dia 23, com numerosa força policial deste Estado, incluindo mais dois Estados, da Paraíba e Alagoas, num total de 200 homens, cujo objetivo era proceder combate ostensivo ao terror impetrado na zona sertaneja pelo banditismo.
No dia seguinte da sua chegada, o coronel João Nunes distribuiu essa numerosa força em vários contingentes que seguiram no encalço de Lampião, sob o comando dos capitães José Caetano, José Lucena, tenentes, Muniz de Andrade, Pedro Malta, Hygino e Clementino. O coronel João Nunes ficou com os tenentes João Gomes e o belmontense Sinhozinho Alencar, este como seu secretário e aquele por se achar doente.
Durante a sua estadia em Vila Bela, foi o coronel João Nunes muito visitado no Paço do Conselho Municipal, onde ficou hospedado. A notícia da sua chegada ao Pajeú deixou a princípio a população local muito esperançosa, e muito confiante nas medidas que haviam sido tomadas pelos governos dos três Estados nordestinos, ora coligados para o extermínio do bando de Lampião. Entretanto, a chegada da força policial à Vila Bela gerou comentários nas rodas de amigos, nas calçadas, nas budegas, na feira...diziam alguns sertanejos, com suas astutas experiências que não seria ainda daquela vez que Lampião, seria pilhado.
Manoel Severo, Valdir Nogueira, Manoel Serafim, Gurgel Feitosa e De Assis, em dia de caatinga no Cariri Cangaço 10 Anos

Cangaceiro dos mais terríveis que já deu o sertão de Pernambuco, o “dito-cujo” era de uma audácia sem nome. Prova-o a última façanha ocorrida em fevereiro de 1925 no “Serrote Preto”. Sabendo da aproximação de uma força policial composta de 75 homens sob o comando de três bravos oficiais, 2 da Paraíba, e 1 de Pernambuco, tenentes Francisco Oliveira, Joaquim Adauto e João Gomes; em vez de fugirem, os cangaceiros os esperou, apesar da inferioridade numérica de seus 24 comparsas. E os esperou com uma sorte tal, que além de deixar o campo juncado de cadáveres inimigos, ainda conseguiu fazer o devido saque.
Assim é que, dias depois, de rota batida para o Pajeú passou o cangaceiro por Vila Bela conduzindo grande quantidade de armas e munições, apanhadas no conflito do “Serrote Preto”. Como nas coisas mais sérias da vida, há sempre um lado cômico e engraçado até, dizem que Lampião prometeu não mais matar soldados, mas sim, somente oficiais, isto por ter encontrado no bolso do oficial morto 2 contos de réis, enquanto que, no bolso de um soldado, apenas 300 réis.
Lampião tinha no seu cangaço dois irmãos: Levino e Antônio Ferreira, e que nos encontros com a polícia formavam sempre três grupos, com retaguardas etc. No combate do “Serrote Preto”, foi a retaguarda de Levino que desbaratou a polícia, causando-lhe 12 mortes, inclusive dois oficiais e vários feridos.
Valdir José Nogueira de Moura, Conselheiro Cariri Cangaço
São José de Belmonte

Eu e o Cangaço com Wescley Rodrigues


Hoje traremos mais uma entrevista dentro do universo de pesquisadores da temática cangaço e nordeste. A iniciativa é do grande documentarista Aderbal Nogueira que desta vez nos traz o pesquisador; Conselheiro do Cariri Cangaço Cangaço e membro da SBEC e ABLAC; Doutor Wescley Rodrigues Dutra.

Março de 2020

Eu e o Cangaço com Kiko Monteiro

Hoje traremos mais uma entrevista dentro do universo de pesquisadores da temática cangaço e nordeste. A iniciativa é do grande documentarista Aderbal Nogueira que desta vez nos traz o pesquisador e bloqueiro; mantenedor do "Lampião Aceso"; 
Conselheiro Cariri Cangaço 
e membro da SBEC e ABLAC, Kiko Monteiro.

Eu e o Cangaço com Manoel Severo



A partir de mais uma iniciativa do grande documentarista Aderbal Nogueira; Conselheiro Cariri Cangaço; chega aos amante da temática cangaço uma série de entrevistas com pesquisadores de todo o Brasil, que nos trazem um pouco de sua historia e sua relação com o tema.
"Eu e o Cangaço"

Neste capítulo com o Curador do Cariri Cangaço, Acadêmico da Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço, da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, do GECC e do GPEC, 
Manoel Severo Barbosa.

Nota Oficial do Cariri Cangaço em Solidariedade a Antônio Amaury Correa de Araujo


NOTA OFICIAL DO CARIRI CANGAÇO EM SOLIDARIEDADE
 A ANTÔNIO AMAURY CORREA DE ARAUJO.

Os momentos históricos se perpetuam e eternizam através dos tempos, existem personalidades que confundem-se com os mesmos. Dentro da Historiografia do Cangaço; tema que possui uma força extraordinária, por toda sua gênese e capilaridade; vamos encontrar a mais preciosa dessas personalidades: ANTONIO AMAURY CORREA DE ARAUJO; paulistano de nascença, nordestino de coração e por paixão; profissional odontólogo que dedicou sua vida ao estudo e a pequisa do cangaço, desbravando um universo ainda pouco conhecido, dedicando-se de corpo e alma para nos legar e legar à posteridade o mais completo conjunto de informações, entrevistas e depoimentos, daquela época tão cruenta de nosso sertão, que foram, são e serão sempre fontes imprescindíveis a todos que buscam conhecer a história nordestina. No momento em que acompanhamos, descabidos, desqualificados e injustos  insultos não só ao pesquisador, mas ao homem Antônio Amaury, o CARIRI CANGAÇO vem de público repudiar e condenar as referidas e condenáveis atitudes oriundas certamente de uma mente doente e irresponsável, que desprovida de absoluto desconhecimento tanto da história de nosso sertão como e principalmente da seriedade, honestidade e hombridade desse grande brasileiro; paulistano, nordestino, dentista e apaixonado pelo nordeste e pela historia do cangaço. A você Dr Amaury; como todos nós respeitosamente o chamamos; apresentamos nossa mais absoluta solidariedade, respeito e afeto, saiba que a cada dia consolida-se como um Gigante, um Gigante que engrandece a história do sertão, a história de todos nós. À sua família: Dona Renê, Amaury Junior, Sérgia, querido Carlo Araujo, genro, netos, recebam nosso abraço fraterno para esse ser humano ímpar, esse extraordinário Esposo, Pai, Avô, Amigo. 

CONSELHO CURADOR ALCINO ALVES COSTA DO CARIRI CANGAÇO


Aderbal Nogueira
Ana Lúcia Granja
Ângelo Osmiro
Antônio Vilela
Archimedes Marques
Alessandro "Kiko" Monteiro
Celsinho Rodrigues
Cristina Couto
Edvaldo Feitosa
Elane Marques
Emmanuel Arruda
Francisco Pereira
Geraldo Ferraz
Honório de Medeiros
Ivanildo Silveira
João Bosco André
João de Sousa Lima
João Tavares Calixto Junior
Jorge Figueiredo
Jorge Remígio
José Cicero Silva
José Valdir Nogueira
Juliana Pereira
Junior Almeida
Kydelmir Dantas
Leandro Cardoso
Lourinaldo Teles
Luiz Ruben Bonfim
Manoel Belarmino
Manoel Severo
Manoel Serafim
Mucio Procópio
Narciso Dias
Napoleão Tavares Neves
Neli Conceição "Lili"
Quirino Silva
Rangel Alves da Costa
Raul Meneleu
Rodrigo Honorato
Sousa Neto
Wescley Rodrigues

20 de Março de 2020



Grande Festa Marca Posse da ABLAC - Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço em Aracaju

A noite da última sexta-feira, 13 de março de 2020, marcou a solenidade de posse da ABLAC - Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço. A noite solene aconteceu no auditório Padre Melo, campus Farolândia, da UNIT - Universidade Tiradentes em Aracaju, capital sergipana e contou com a presença de representantes  de várias instituições e academias culturais sergipanas, lotando as dependências do auditório numa noite especial para a historiografia do estudo e pesquisa do cangaço. 

Mesa Solene da Posse da ABLAC

Tendo como mestre de cerimônias o acadêmico representante, Rossi Magne, de Propriá, a Mesa Oficial contou dentre outras autoridades com o presidente da ABLAC, Archimedes Marques; do Reitor da UNIT, professor Uchôa de Mendonça; da vice-reitora da UNIT, professora Amélia Uchôa; do curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo; do ex-governador Albano Franco; do deputado estadual Inácio de Loiola. 

Hino Nacional e Pavilhão da ABLAC

A ABLAC - Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço foi criada e lançada oficialmente na noite do dia 25 de julho de 2019 durante a Programação Oficial do Cariri Cangaço 10 Anos, na cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará. A ABLAC apresenta como acadêmicos fundadores, representantes de oito estados da federação, Pernambuco, Sergipe, Ceará, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo e Piauí, que tomaram posse de forma coletiva na noite solene. 

Ao todo foram empossados; 46 acadêmicos titulares, 3 honorários, 6 beneméritos e 9 correspondentes; em solenidade de posse e entrega dos fardões, diploma e colar, capitaneados pela secretária da arcádia; escritora Elane Marques. Um a um, os membros titulares; imortais da ABLAC; foram empossados, acompanhados por seus padrinhos, sendo seguidos pelos correspondentes, honorário e beneméritos.

 Secretária Elane Marques realizou a chamada dos Acadêmicos que tomariam posse...
Cadeira número 1 : Archimedes Marques, recebe fardão das mãos de Elane Marques
Cadeira número 2 : José Bezerra Lima Irmão
Cadeira número 3 : Luiz Ruben Bonfim 
Cadeira número 6 : Lourinaldo Teles
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O pesquisador e escritor sergipano Archimedes Marques, primeiro presidente do ilustre sodalício ,em suas palavras de boas vindas e saudações aos presentes, ressaltou os princípios e objetivos da ABLAC, como também a alegria de testemunhar a criação da Academia contando com o apoio das mais destacadas personalidades do estudo da temática.

Para o curador do Cariri Cangaço e imortal da ABLAC, Manoel Severo Barbosa; a "fundação da ABLAC marca um novo momento do estudo e pesquisa sobre o cangaço e temas nordestinos, nesta noite resgatamos e colocamos em seu verdadeiro patamar esse conjunto de importantes temas que consolidam a força da verdadeira alma nordestina. É uma noite de festa em que vemos unidos a SBEC, o Cariri Cangaço e os principais grupos de estudo com um único objetivo, avante".   

Cadeira número 8 : Ana Lúcia Souza
Cadeira número 9 : Euclides Almeida Junior 
Cadeira número 10: Rangel Alves da Costa
Cadeira número 12: Ivanildo Alves Silveira
Cadeira número 14: Severino Neto de Sousa

Para o Imortal Rangel Alves da Costa, da cidade sergipana de Poço Redondo,"nesta noite , durante a cerimônia de posse na Cadeira nº 10 da Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço, na condição de Membro Efetivo, tendo como Patrono Alcino Alves Costa, vivo mais uma conquista, mais uma vitória na imortalidade das letras, da pesquisa e da história, honrando sempre o nome de Poço Redondo."

Luiz Ruben Bonfim, imortal da cidade de Paulo Afonso, afirma a "felicidade de estar em Aracaju tomando posse na Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço - ABLAC, cadeira numero 3, patrono Ariano Suassuna, juntamente com outros confrades e amigos de todo nordeste que está aqui representam"


Cadeira número 15: Narciso Dias 
Cadeira número 16: Elane Marque
Cadeira número 18: Antônio Vilela de Sousa
Cadeira número 19: Geraldo Ferraz

Discurso de posse
Representando todos os acadêmicos titulares que tomavam posse na noite solene, fez uso da palavra o imortal Geraldo Ferraz, da cidade de Recife, Pernambuco:

"Antes de adentrar na difícil tarefa que me foi definida pelos valorosos companheiros deste novo sodalício, ou seja, ser o orador oficial de tão importante evento, gostaria de agradecer ao Bondoso Deus por este grandioso momento.Para os que ainda não conhecem o que vem a ser uma academia de Letras e Artes digo que se trata de uma instituição de cunho literário e artístico, que reúne um ajuntamento limitado de componentes efetivos, fazendo valer uma tradição iniciada no Século XVII com a Academia Francesa. O termo "academia" remonta à Academia de Platão - escola fundada pelo célebre filósofo grego nos jardins que um dia teriam pertencido ao herói Akademus (de onde vem o nome).  As Academias, caríssimos, constituem-se em importantes espaços para a divulgação da literatura e arte local e reconhecimento dos valores de cada Estado da nossa Federação. Muitas cidades brasileiras, por sua vez, têm na sua Academia o órgão literário máximo, no qual se reúnem os expoentes locais.No princípio eram criadas Academias Literárias. Várias cidades brasileiras, entretanto, não possuindo "literatos" em número suficiente para que viessem a justificar a fundação de um "silogeu", optaram pelas Academias "mistas", ou seja: de "letras e artes".Destarte, por outro lado, certas categorias profissionais ou associativas, reunindo em seu bojo muitos escritores, passaram a criar Academias específicas: médicos, militares, maçons, passaram também a ter "suas" próprias Academias de Letras, nominadas como no caso dos formados em Direito, das chamadas academias "de Letras Jurídicas". Este é o caso que pertine e norteia a criação da nossa tão importante instituição.

Como surgiu a Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço – ABLAC? Nossa Academia nasceu de um sonho do historiador Paulo Medeiros Gastão, tornado realidade pelo seu amigo Archimedes Marques, que apostando e arregimentando uma leva de estudiosos, em 25 de julho de 2019, na cidade do Juazeiro do Norte, Ceará, durante o desenvolvimento do não menos importante evento Cariri Cangaço. Naquela oportunidade, ocorreu à convocação da assembleia de instalação e aqueles que assinaram a ata se firmaram como fundadores da entidade.Era a concretização de um sonho de congregar nomes expressivos que se destacam nas letras e nas artes da temática do Ciclo do Cangaço. A ABLAC é uma associação cultural, sociedade civil sem fins econômicos, pessoa jurídica de direito privado e tempo indeterminado de duração, uma entidade representativa dos escritores, estudiosos, pesquisadores, poetas, músicos, artistas plásticos e das artes cênicas do Brasil, ligados aos temas Cangaço, Messianismo, Misticismo, Sertões e afins.

Nossa associação visa promover o estudo, a pesquisa e a divulgação dos seus propósitos, discutindo e incentivando os escritores e demais artistas nos seus respectivos trabalhos relacionados aos temas centrais da instituição. Dessa forma, busca-se estimular os novos talentos nestas mesmas vertentes, valorizando e preservando as diversas culturas regionais presentes em nosso Brasil, em especial em nosso Nordeste. Buscamos, com isto, caríssimos, preservar o pensamento criativo para um Brasil melhor, que resgate nossas raízes culturais e educativas, base de toda a prosperidade e harmonia de um povo. Neste modesto e rápido discurso de posse, peço licença ao Machado de Assis, e parafraseio sua fala ocorrida quando da sessão inaugural da Academia Brasileira de Letras, em 20 de julho de 1897, ao empossar-se Presidente, dizendo que: “...a Academia nasce com a alma nova, naturalmente ambiciosa... Tal obra exige, não só a compreensão pública, mas ainda e principalmente a vossa constância...Cabe-vos fazer com que ele perdure. Passai aos vossos sucessores o pensamento e a vontade iniciais, para que eles os transmitam aos seus, e a vossa obra seja contada entre as sólidas e brilhantes páginas da nossa vida brasileira”. Longa vida a ABLAC!"

Cadeira número 20: Aderbal Nogueira
 Cadeira número 21: Manoel Severo Barbosa
Cadeira número 22: Oswaldo Abreu 
Cadeira número 23: Gilmar Teixeira Santos

"Emocionei-me no momento da nossa posse,como membro da Cadeira 38, cujo Patrono é o jornalista, escritor, pesquisador do cangaço e folclorista, Leonardo (Leota) Mota. Agradeço a todos os Confrades hoje juntamente conosco foram empossados" enaltece o imortal João Dantas da cidade de Campina Grande, Paraíba. Já o imortal Kiko Monteiro, da cidade Lagarto em Sergipe: "A Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço (ABLAC) reuniu pesquisadores de todo o país neste final de semana em Aracaju. Além da SBEC e do Cariri Cangaço o estudo de um dos capítulos mais sangrentos e complexos da história deste país ganha mais uma importante confraria. É a realização do sonho de um saudoso amigo, o chanceler Paulo Medeiros Gastão. Como vice-presidente o meu muito obrigado a Universidade Tiradentes e ao deputado Estadual Inácio Loyola (AL) por todo apoio a este evento".

Cadeira número 24: Bismarck Oliveira
Cadeira número 25: Dênis Carvalho
Cadeira número 26: Raimundo Marins
Cadeira número 27: Lamartine Lima
Cadeira número 28: Marcos Damasceno
Cadeira número 30: Francisco Pereira Lima 
Cadeira número 32: Pedro Sampaio
Cadeira número 33: Edvaldo Feitosa
Cadeira número 35: Alessandro "Kiko" Monteiro
Cadeira número 36: João Paulo Carvalho
Para o imortal João Paulo Carvalho, da cidade de Dores em Sergipe, "felicidade partilhada com amigos, gratidão e responsabilidade multiplicadas, representar minha cidade na Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço é buscar tecer novos fios que façam inserir as memórias de Nossa Senhora das Dores na rede de memórias que compõem a nordestinidade, como diria o amigo Manoel Severo, o "Brasil de Alma Nordestina" que deve conhecer sua parcela de dorensenidade. Cadeira 36 da ABLAC - Luiz Gonzaga do Nascimento, Gonzagão, o eterno "rei do baião" e ícone da nordestinidade."


Cadeira número 37: Severino Coelho 

Cadeira número 38: João Dantas
Cadeira número 40: João Tavares Calixto Junior
Cadeira número 42: Paulo Britto

Lamartine Lima, imortal da cidade de Salvador ressalta, "essa noite de 13 de março de 2020, a solenidade da fundação oficial da Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço, no interior da sede da Universidade Tiradentes, em Aracaju, com a presença das maiores autoridades do Estado de Sergipe, foi marcante para a vida cultural do Nordeste e do Brasil, a cerimonia transcorrendo em um clima de harmonia e bom humor sem perder a respeitabilidade do momento histórico, ficando este registro para cumprimentar os organizadores".

Cadeira número 44: Wilson Seraine 
Cadeira número 45: Eduardo Marcelo Rocha
Cadeira número 46: Wescley Rodrigues
Cadeira número 47: João Bosco André

Wilson Seraine, imortal de Teresina, Piauí "recebo com muito orgulho a generosa honraria franqueada pelos confrades da Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço (ABLAC). Agora, sou membro dessa Casa que tem sede em Aracaju, capital de Sergipe, e reúne escritores e pesquisadores brasileiros que estudam o movimento cangaço e outras manifestações culturais nordestinas. É uma honra vestir o fardão da ABLAC com o apoio do amigo e escritor pernambucano Antônio Vilela. Ocuparei a cadeira nº 44, que tem como patrono o músico, cantor e compositor maranhense João Batista do Vale. Todos sabem da imensa admiração que tenho por ele. Agradeço, mais uma vez, aos amigos da ABLAC pela oportunidade e os parabenizo também pela bonita solenidade que presenciamos. Nesse momento, reafirmo a missão que tenho de valorizar e preservar as diversas culturas regionais presentes no Brasil, em especial, no Nordeste".
Acadêmicos Correspondentes

 João de Sousa Lima e Gláucia Feitosa
 Célia Maria e Quirino Silva
 Valdir Nogueira e Denis Carvalho
Paulo Britto, Rossi Magne e Elane Marques

Tomaram posse além dos membros efetivos titulares da ABLAC, os acadêmicos beneméritos, entre eles; a Vice-Reitora da Universidade Tiradentes, Amélia Uchôa; o ex-governador Albano Franco;o Conselheiro do Tribunal de Contas Carlos Pina, membro da Academia Sergipana de Letras e o deputado estadual por Alagoas, Inácio Loiola. O título de Acadêmico Benemérito é outorgado a personalidades que prestaram relevantes serviços à instituição. “Essa homenagem foi uma surpresa. Me sinto honrada pelo reconhecimento de um trabalho ainda em vida, apesar de achar que eu não sou tão merecedora”, revelou a vice-reitora da UNIT, Amélia Uchôa.

Acadêmicos Honorários e Beneméritos
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Acadêmico Honorário, Domingos Pascoal de Melo, ao lado do reitor Uchôa de Mendonça, do governador Albano Franco, da vice-reitora Amélia Uchôa 
e do curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo
Acadêmico Benemérito Albano Franco ao lado do reitor da UNIT, Uchôa de Mendonça  
Acadêmica Benemérita Amélia Uchôa, ao lado do reitor Uchôa de Mendonça e da Secretaria da ABLAC, Elane Marques
Acadêmicos Beneméritos, Carlos Pinna e Inácio Loiola

"Foi um dia memorável e histórico, e de um grande encontro de pesquisadores e pesquisadoras, escritores e escritoras. A ABLAC proporcionará essa junção de pesquisadores e pesquisadoras, em prol da Cultura e da Literatura brasileiras, em especial, as nordestinas. Gratidão a Deus, pela existência e por ter me permitido estar aqui, aos amigos acadêmicos e acadêmicas, pela união e parceria, e, de forma especial, ao casal protagonista e anfitrião: Archimedes e D. Elane. Este dia marcou minha vida, e a ABLAC será providencial para nós e para a pesquisa dos temas do Brasil rural. Um abraço a todos!" relata o imortal da cidade de Teresina, Marcos Damasceno.

Acompanhe a Solenidade de Posse da ABLAC
Imagens da Laser Video 

Fonte: You Tube Canal: Aderbal Nogueira

Produção: Laser Video


Solenidade de posse da ABLAC - Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço. 
UNIT - Universidade Tiradentes, Aracaju-Sergipe
13 de Março de 2020