Memórias Sangradas chega ao Cariri Cangaço Piranhas 2022

Ricardo Beliel no Cariri Cangaço Piranhas 2022

A segunda noite do Cariri Cangaço Piranhas 2022 marcou o momento alto do lançamento da extraordinária obra do pesquisador e fotojornalista premiado, o carioca Ricardo Beliel. Com o auditório do Centro Cultural Miguel Arcanjo lotado, no centro histórico de Piranhas, para um plateia que reuniu pesquisadores de vários estados brasileiros, Ricardo Beliel e Luciana Nabuco, puderam apresentar o livro e contar de suas inesquecíveis experiências no transcorrer da pesquisa pelos muitos rincões de nosso sertão, tendo como resultado uma obra prima tanto no zelo com o fragmento histórico, quanto pela beleza incomum e plástica das fotografias.

A espetacular obra de Beliel: Memórias Sangradas, no Cariri Cangaço Piranhas 2022...
Manoel Severo, Luciana Nabuco e Ricardo Beliel

Ricardo Beliel no Cariri Cangaço Piranhas 2022

Manoel Severo, curador do Cariri Cangaço, apresentou Ricardo Beliel e sua esposa, também pesquisadora, jornalista, escritora, ilustradora talentosa, a acreana Luciana Nabuco, Luciana abriu a conferência falando da essência da obra e dos muitos sentimentos que acabaram fazendo parte da construção de "Memórias Sangradas"...

"O livro Memórias Sangradas, vida e morte nos tempos do cangaço é um lindo trabalho de mais de 14 anos, com 125 fotografias e no texto depoimentos diversos e a experiência pessoal do autor em busca de seus personagens em seus próprios ambientes originais são apresentados através de uma narrativa como um diário de viagem. Foram realizadas nove viagens no período de 2007 a 2019 nas regiões dos sertões de Alagoas, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Ceará, São Paulo e Minas Gerais para a coleta de materiais narrativos e imagéticos de míticos cangaceiros, coiteiros e volantes e alguns de seus descendentes" , lembra Beliel.

Manoel Severo e Luciana Nabuco
Ricardo Beliel

E continua o autor: "onze mil quilômetros foram percorridos, em grande parte em precárias estradas do interior sertanejo, resultando no encontro com quarenta e três personagens. São eles que guardam relatos importantes relacionados à história do cangaço - ocorridos na primeira metade do século XX - em quarenta e nove localidades – palco de lutas, amizades, emboscadas, amores e massacres entre cangaceiros, volantes, jagunços, coronéis e camponeses; um mundo sertanejo que está se extinguindo nas suas tradições orais."

"Em cada personagem testemunha-se esse fluxo da memória e do esquecimento, onde os encontros nas pesquisas de campo revelaram uma potente e épica narrativa das memórias pessoais que envolvem tradições e lugares. Os personagens entrevistados, em sua grande maioria pessoas quase centenárias, possuem uma riqueza assemelhada ao mistério da terra. Personagens de um ciclo da história do Brasil que aqui resgatamos para que não fiquem no esquecimento, como pedras silenciosas no meio do caminho." Conclui Ricardo Beliel.

 "Memórias Sangradas, vida e morte nos tempos do cangaço"
de Ricardo Beliel

A mesa da conferência contou ainda com a participação preciosa e as análises abalizadas dos Conselheiros Cariri Cangaço; Carlos Alberto da Silva de Natal, Rio Grande do Norte, que apresentou uma reflexão sobre o contexto histórico e as repercussões da obra de Beliel, e Kiko Monteiro da cidade sergipana de Lagarto, que nos trouxe a importância e a preciosidade artística do trabalho do grande fotografo que é Ricardo Beliel.

Para Manoel Severo, "foi uma noite impressionante, verdadeiramente rica, o trabalho de Ricardo e Luciana é simplesmente fantástico. Trata-se de uma casal cheio de talento, afeto e uma capacidade de trabalho descomunal, daí não poderia ser diferente, nasceu "Memórias Sangradas". Lançamos em Fortaleza em maio e agora para nossa honra, dentro de uma de nossas programações, para nós é uma grande honra".

Conselheiro Cariri Cangaço, Carlos Alberto da Silva e o contexto histórico da Obra de Beliel
Conselheiro Cariri Cangaço, Kiko Monteiro e a importância e a preciosidade artística do trabalho do grande fotografo Ricardo Beliel.
Kiko Monteiro, Ricardo Beliel, Luciana Nabuco, Manoel Severo e Carlos Alberto

Para Celsinho Rodrigues; Conselheiro Cariri Cangaço e presidente da Comissão Organizadora em Piranhas: "mais uma noite ímpar. Testemunhar uma conferência como essa do Beliel e da Luciana, trazendo detalhes tão magníficos da concepção, da pesquisa e da realização desse trabalho excepcional foi um grande presente a todos que estavam no Miguel Arcanjo nessa noite, sensacional, e o livro Memorias Sangradas já nasce grande, um clássico. E além disso, nós da cidade de Piranhas ainda tivemos uma segunda alegria que foi a participação nessa mesma noite da apresentação deste jovem Piranhense, Lucas Gonçalves, que trouxe aos presentes seu trabalho de conclusão de curso, mais uma vez o fenômeno cangaço se faz presente no trabalho dos jovens e o Cariri Cangaço, como sempre, dando o apoio incondicional a esses futuros pesquisadores e escritores".

Manoel Severo e Lucas Gonçalves
Celsinho Rodrigues; Conselheiro Cariri Cangaço e presidente da Comissão Organizadora em Piranhas ao lado de Lucas Gonçalves

Lançamento do Livro "Memórias Sangradas, vida e morte nos tempos do cangaço" - de Ricardo Beliel e Luciana Nabuco - Centro Cultural Miguel Arcanjo, 29 de julho de 2022 Piranhas - Alagoas - Nordeste do Brasil.

Ricardo Beliel é graduado em Jornalismo (FACHA) e pós-graduado em Fotografia nas Ciências Sociais (UCAM), em Comunicação e Políticas Públicas (UFRJ) e em Teoria e Prática da Educação de Nível Superior (ESPM). Foi professor na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), na Universidade Estácio de Sá e no Ateliê da Imagem. Também foi jurado do Prêmio PETROBRAS de Jornalismo, em 2018. 

Ricardo Beliel iniciou seu interesse pelas artes quando foi aluno do curso de Gravura, ministrado por Fayga Ostrower, Ana Letycia e Ruddy Pozzati, no MAM do Rio de Janeiro e no Centro de Estudos de Arte Ivan Serpa. Em 1973 começa a fotografar, trabalhando com músicos como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Egberto Gismonti e O Terço. Em 1976, entra para o jornalismo como fotógrafo contratado do jornal O Globo, passando depois pela Manchete, Placar, Fatos e Fotos, Veja, Isto É, agência F-4, Manchete Esportiva, Jornal do Brasil, Greenpeace e O Estado de São Paulo. Foi editor de Fotografia da revista Manchete e subeditor no jornal Lance, do qual participou da equipe fundadora. Durante seis anos, fez parte da agência GLMR & Saga Associés em Paris, produzindo reportagens fotográficas na América Latina e na África. Como jornalista e fotógrafo independente tem trabalhos publicados em Grands Reportages, Figaro Magazine, Time, National Geographic, Victory, San Francisco Chronicle, Houston Chronicle, Colors, Geo, La Vanguardia, Los Tiempos, Ícaro, Terra, Próxima Viagem, Marie Claire, Época, Vice, Nova Escola, Placar, Angola Hoje, entre outras revistas e jornais. 

Recebeu da Organização Internacional de Jornalistas o prêmio InterPressPhoto e da Confederação de Jornalistas da União Soviética o prêmio Alexander Rodchenko, ambos em 1991. Foi finalista cinco vezes do Prêmio Abril de Jornalismo, sendo vencedor em três anos consecutivos. Em 1997, foi finalista no Prêmio Esso de Jornalismo, com uma reportagem sobre a expedição da Funai para estabelecer o primeiro contato pacífico com os índios Korubo, na floresta amazônica. Participou de 99 exposições em locais como Kunsthaus, em Zurique; Museo Carillo Gill, na cidade do México; Museo de Bellas Artes, em Caracas; Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Telemar, Museu de Arte do Rio/ MAR e Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro; e Museu de Arte de São Paulo. Beliel tem obras nos acervos do Museu de Arte do Rio/MAR, do Museu Afro Brasil / SP e da Biblioteca Nacional. 

Sobre a Grota do Angico: 2011 - 2022 Elucidação e Memória do Cangaço Por:Carlos Alberto

Debate Cariri Cangaço 2022 na Grota do Angico

Vindo e radicado no Rio Grande do Norte, têm-se uma grande expectativa em conhecer, historicamente, os fenômenos sociais do Sertão nordestino, entre outros, o cangaceirismo e de seus agentes peculiares: Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino, Sinhô Pereira, Chico Pereira, Lampião e outros.

E um dos pontos de memória repleto de significados é a Grota do Angico, localizada em Poço Redondo-SE, ou melhor, local de falecimento de Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros e cangaceiras, além, de um membro de volante, em 28 de julho de 1938.

Carlos Alberto na Trilha do Angico: Cariri Cangaço Piranhas 2022

Afirma-se, que, o Cariri Cangaço proporcionou conhecer personagens inerentes ao fenômeno, pesquisadores, cenários, versões históricas e fazer amizades.
Reafirma-se do privilégio de participação, como espectador, do terceiro Cariri Cangaço, em 2011, no Crato-CE, especificamente, no auditório do SESC e observar a mesa de discussão, cujo, o tema era o enigma da Grota do Angico, formada por pesquisadores renomados: Amaury Corrêa, Alcino Costa, Sabino Bassetti, Paulo Gastão, Aderbal Nogueira e Manoel Severo.

No terceiro Cariri Cangaço, no Crato-CE, em 2011, especificamente, no auditório do SESC, uma mesa histórica sobre os acontecimentos da Grota do Angico, em 28/07/1938, a partir da esquerda: Amaury Corrêa, Aderbal Nogueira, Sabino Bassetti, Manoel Severo, Alcino Costa e Paulo Gastão. Foto do Cariri Cangaço.

Outro grande privilégio foi de participar do Cariri Cangaço, em Piranhas-AL, em 2022, especialmente, “descer” o rio São Francisco numa embarcação coletiva, na observação do ritual solene das cinzas de um dos maiores memorialistas do cangaço: Amaury Corrêa e serem depositadas nas águas do velho Rio sertanejo e de unidade nacional; depois, trilha adentro, e, novamente, chegar a um dos marcos do fim do cangaço.
Ritual solene das cinzas de um dos maiores memorialistas do cangaço: Amaury Corrêa no leito do São Francisco no Cariri Cangaço Piranhas 2022
Ver, ouvir e acompanhar uma aula de campo sobre o acontecido em 1938, nas palavras de Ivanildo Silveira, Leandro Fernandes e Kydelmir Dantas, no tocante à geografia do lugar, tática, estratégia e ação militares; pois, os explanadores utilizaram acessórios de banners: com mapas e croquis, de forma didática para facilitar o entendimento dos presentes, aliás, num grande número de espectadores.

Debate Cariri Cangaço 2022 na Grota do Angico
Portanto, através, do Cariri Cangaço, concernente à Grota do Angico, naquela exímia mesa do Crato, em 2011; e, a aula de campo, no próprio cenário, em 2022, entrarão, para a memória do cangaço de forma protagonista e definitiva.
Assim seja...

Carlos Alberto da Silva, Pesquisador e Conselheiro Cariri Cangaço-Natal - RN
O Cariri Cangaço Piranhas aconteceu entre os dias 28 e 30 de julho de 2022 na cidade ribeirinha de Piranhas, baixo São Francisco, no estado de Alagoas, nordeste do Brasil.

Seminários Cariri Cangaço - Grande Visibilidade Cultural à Disposição da Literatura, do Cordel e do Artesanato Por:Célia Maria

Célia Maria, multiartista, pesquisadora, cordelista e o Estandarte do Cariri Cangaço

Podemos observar nos encontros promovidos pelo Cariri Cangaço um verdadeiro compartilhamento da história através de seus Seminários. Além da fraternidade que se verifica entre seus participantes, permite-se, sem restrição, o debate de temas ligados à cultura e às artes inerentes ao cangaço, promovendo assim o resgate dos verdadeiros valores da cultura nordestina e em Piranhas não foi diferente.

É facultada aos escritores, historiadores e pesquisadores de diversas áreas culturais, uma abertura especial para lançamento e exposição de suas obras junto à mídia e à comunidade, além da exibição e comercialização de produtos artesanais ligados ao cangaço, manufaturados genuínos de cada região.

Novidades literárias que expressam a verdadeira história que permeou a vivência de nossos antepassados, principalmente no início do século XX, com as peripécias de Lampião, ou ainda assuntos diversos, de relevância ao nosso conhecimento, dentro e fora do tema cangaço. 

Não é a toa que o vasto acervo existente sobre o fenômeno social “Cangaço” no Nordeste, que ora circula pelas bibliotecas de todo o mundo, teve uma grande parcela de suas obras lançadas e gabaritadas através dos seminários Cariri Cangaço, que desde o ano de 2009 chancelou o lançamento de mais de 80 obras literárias:  fabulosa para a preservação cultural do nosso povo e, sobretudo, para o desenvolvimento da nossa educação.  

Célia Maria; pesquisadora, cordelista, artesã, multiartista - João Pessoa- Paraíba
O Cariri Cangaço Piranhas aconteceu entre os dias 28 e 30 de julho de 2022 na cidade ribeirinha de Piranhas, baixo São Francisco, no estado de Alagoas, nordeste do Brasil.

NOTA CARIRI CANGAÇO: Célia Maria, nossa embaixadora do Cariri Cangaço, membro do GPEC - Grupo Paraibano de Estudos do Cangaço, forma ao lado do Capitão Quirino, Conselheiro Cariri Cangaço, um dos casais mais queridos de nossa confraria. De um talento incomum para a literatura de cordel, dança e artesanato, é a responsavel pela criação e confecção do Estandarte do Cariri Cangaço, peça indispensável que solenemente se apresenta em todas as nossas edições a partir de nossa festa de 10 anos.

Lançamentos de Livros em Grande Estilo no Cariri Cangaço Piranhas 2022

Lançamentos e relançamentos no Cariri Cangaço Piranhas 2022

O fim da manhã de 29 de julho; segundo dia de Cariri Cangaço Piranhas 2022; ainda parecia longe apesar do sol já ter passado da metade do céu fazia tempo... Eram 13h30 quando no auditório do Centro Cultural Miguel Arcanjo aconteceu o lançamento em conjunto de nove obras sobre a temática cangaço, com a presença de seus autores e autógrafos.

Gilmar Teixeira, José Bezerra Lima Irmão, Archimedes Marques, Manoel Severo, 
Leonardo Gominho, Maria Otília e Junior Almeida
Miguel Arcanjo recebeu público qualificado na tarde lançamento
Manoel Severo, Leonardo Gominho, Maria Otília e Junior Almeida

Foram lançados e relançados simultaneamente dentro da programação do Cariri Cangaço Piranhas 2022; "Lampião & Benjamim Abrahão" do escritor Ângelo Osmiro, "Lampião, Herói ou Bandido - A Construção de um Mito" da escritora Maria Otília; "Lampião em Serrinha do Catimbau" do escritor Júnior Almeida; "Maria Bonita a Rainha do Cangaço" de João de Sousa Lima.

Cariri Cangaço, Território de Grandes Encontros

Continuando o rol da obras lançadas tivemos: "Corisco e Dadá - Uma Saga de Amor, Cachaça e Sangue" e "Zé Baiano e os Engrácias" de José Bezerra Lima Irmão; "Quem Matou Delmiro Gouveia - 2ª Edição do escritor Gilmar Teixeira; "Lampião, o Banco do Brasil e Mossoró" de responsabilidade de Abimael Silva; "Lampião e o Cangaço na Historiografia de Sergipe - Vol 4" do escritor Archimedes Marques e por fim "Manoel Netto - No Rastro de Lampião" do escritor Leonardo Gominho.

"O Cariri Cangaço tem se notabilizado pelo constante apoio e incentivo aos novos escritores, a cada edição é uma semente que se planta e... lá na frente acabamos encontrando verdadeiras revelações dentro da literatura do cangaço com obras de qualidade, obras responsáveis, enfim e esse legado é um daquele, que nós que fazemos o Cariri Cangaço, mais nos orgulhamos" revela o Conselheiro Cariri Cangaço, Professor Pereira, de Cajazeiras, na Paraíba.

Já a Conselheira Cariri Cangaço Ana Granja, da cidade de Petrolina, conclui: " acompanhamos a trajetória da Latada do Livro Cariri Cangaço; que é a forma como chamamos as nossas feiras literárias e os lançamentos; nos enchem de entusiasmo, não só por encontrarmos os principais livros sobre o tema e seus autores, mas sobretudo pelo grande incentivo que o Cariri Cangaço representa para quem esta começando, avante"!

Maria Otília Cabral
Gilmar Teixeira
José Bezerra Lima Irmão

"O Cariri Cangaço é onde se manifesta a verdadeira alma nordestina. A chama foi reavivada em março lá em Paulo Afonso e agora na legendária Piranhas, se deu seguimento e vigor a esse movimento formidável que reúne os mais abnegados escritores e pesquisadores do Cangaço. Em Piranhas respira-se história, sente-se o cheiro de pólvora, e quem prestar bem atenção quando se fala em Cangaço escuta até o chiado das alpercatas de cangaceiros e volantes," comenta o escritor José Bezerra Lima Irmão, de Salvador - Bahia.

Júnior Almeida
Celsinho Rodrigues
Helga e Clênio Novaes e Valdir Nogueira
Risonete Rodrigues e Bismarck Martins Oliveira
Heldemar Garcia, Andressa e Gabriel Barbosa
Amélia Araujo e Zé Bezerra

"Temos tido o privilégio de ter em nosso Cariri Cangaço uma verdadeira festa da literatura nordestina, e falo isso não apenas com relação a obras voltadas a temática cangaço, mas ao longo de nossos treze anos de existência, toda a vida e força de nosso sertão passou por aqui: messianismo, coronelismo, religiosidade, estética, culinária, enfim; até 2019 antes da pandemia tivemos no Cariri Cangaço entre lançamentos e relançamentos exatos 66 livros, e agora com as edições de 2022; Paulo Afonso e Piranhas; chegamos aos impressionantes 82 livros, isso muito nos orgulha ao mesmo tempo que agiganta nossa responsabilidade" confessa Manoel Severo, curador do Cariri Cangaço.

Lançamento de Livros na Latada do Livro Cariri Cangaço - Centro Cultural Miguel Arcanjo, 29 de julho de 2022 Piranhas - Alagoas - Nordeste do Brasil.