Zé Rufino em Memórias do Cangaço por Paulo Gil Soares

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Paulo Gil Soares, consagrado jornalista e cineasta nos proporcinou um dos mais fortes depoimentos da história do cangaço; em um de seus antológicos documentários, "Memórias do Cangaço"  temos a marcante entrevista do coronel José Rufino, conhecido como o maior matador de cangaceiros do ciclo lampiônico. Zé Rufino, segundo sua própria conta matou cerca de vinte cangaceiros, entre esses, grandes nomes do cangaço como Mariano, Azulão, Pai Velho e por fim o Capitão Corisco, o Diabo Louro.
   
Diante da solicitação do amigo, Professor Alberto Lima, trazemos um trecho do documentário "Memórias do Cangaço" com a entrevista de Zé Rufino ao jornalista Paulo Gil Soares.
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José Rufino foi o tema da conferência de abertura do Cariri Cangaço 2010, com o escritor e pesquisador Antônio Amaury Correa de Araujo.
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Fonte: Youtube
Cariri Cangaço

3 comentários:

Anônimo disse...

Manoel Severo, Parabens pelo excelente nível de seu blog. A qualidade das matérias, a plastica do desing, as fotografias, nós só temos a te agradecer pelo belo trabalho e pelo seu exemplo para os que estão começando a pesquisa sobre o cangaço.

Obrigada mesmo, você é uma referencia.

Patrícia Mont'Alverne
Fortaleza

Anônimo disse...

Sensacional, não conhecia esse vídeo. Fantástico. Vocês poderiam colocar mais vídeos como esse?

Abraços cangaceiros.

Célio Matos
URCA Juazeiro do Norte
Salesianos

Anônimo disse...

Gostei da entrevista com o famigerado Zé Rufino, o mais famoso matador de cangaceiro do século vinte, muito embora eu tenha achado a filmagem muito curta. Eu esperava muitos detalhes referentes aos embates entre Zé Rufino e os cangaceiros, até chegar o ano de 1940, ocasião em que Zé Rufino mata o braço direito de Lampião, o destemido Corisco, já aleijado, sem a cabeleira, sem os punhais e os fuzis que os cangaceiros carregavam. Minha pergunta é a seguinte: sem a existência dos latifundiários(os famosos coroneis),
o cangaço teria existido? IRAQUE, CURITIBA/PARANÁ