Audálio Tenório, o Coronel das Águas Belas Por:Manoel Severo



Casarão do Riacho Fundo

A cerca de 90 km de Garanhuns vamos encontrar o município de Aguas Belas. Anteriormente denominada de Ipanema, tem seu  nome atual a partir da afirmação do Ouvidor Jacobina, que durante uma viagem pela região, encontrou no local água potável de excelente qualidade e teria falado: "Águas Belas, as desta povoação que a chamam de Ipanema, quando lhe deviam chamar, antes, Águas Belas". O município pertencia a Buique, emancipando-se no ano de 1871 e passando a categoria de cidade em 1904. Sua populaçao de acordo com senso de 2009 era estimada em cerca de 40 mil habitantes.


Mapa do estado de Pernambuco, em destaque: Águas Belas


 Matriz de Águas Belas


Casa de Audálio Tenório, centro de Águas Belas

Partindo de Garanhuns pela BR 423, antes mesmo do entroncamento que dá acesso à sede do munícipio; cerca de 75 km da cidade das sete colinas, vamos encontrar a majestoja Casa Grande da Fazenda Nova, petencente ao poderoso chefe político local, Coronel Audálio Tenório de Albuquerque. Potentado pertencente as prestigiadas famílias Albuquerque, Maranhão e Lucena, Audálio por décadas foi um dos principais chefes políticos do agreste pernambucano, ao lado de seus parentes: Gerson Maranhão, de Itaiba e Zezè Abílio de Bom Conselho. Audálio Tenório se notabilizou pelo grande poder político e economico e também por ser um dos mais poderosos coiteiros de Virgulino Ferreira, no estado de Pernambuco.

Recebidos pelo confrade, pequisador Antonio Vilela, tivemos o previlégio de visitar a Fazenda Nova, pertencente ao grande coronel. Atualmente administrada por sobrinhos, encanta pelos traços fortes e bem conservados ainda da época do grande líder aguabelense.


 Casa Grande da Fazenda Nova


Casa agregada: Fazenda Nova


Vilela abrindo caminho para a subida ao Casarão do Riacho Fundo


Antonio Vilela e Danielle Esmeraldo

Da sede da fazenda, partimos "caminhando", guiados pelo amigo Vilela, rumo ao "Casarão do Riacho Fundo", cerca de 4 km serra acima; uma verdadeira fortaleza no meio da montanha, de difícil acesso e por isso,lugar frequentado com constância pelo Rei do Cangaço, sob as bençãos do poderoso Audálio, o Casarão do Riacho Fundo se configurava como coito seguro para as hostes cangaceiras e era prova viva do poderio e da grandeza dos senhores coronéis do agreste.


33 comentários:

Taciana disse...

Tive enorme prazer em rever fotos da Fazenda de Audálio, grande amigo de meu pai e de onde trago lembranças "tenebrozas" das histórias contadas pelos empregados. Hoje estava justamente contando aos meus filhos sobre um episódio ocorrido na fazenda,quando, por curiosidade,procurei algo no Google. Deu arrepio olhar a Fazenda exatamente como eu me lembrava. Foi muito bacana poder reviver essas lembranças, tanto da fazenda quanto do meu pai, que já se foi e de Audálio. Um abraço.Taciana Valença.

Taciana disse...

Desculpem, corrigindo, lembranças "tenebrosas" (havia escrito com Z). Um abraço. Taciana.

Anônimo disse...

São experiências e histórias como essa cara Taciana que vão construindo esta colcha de retalhos chamada: cultura, tradição, raízes. Com certeza como você outros amigos irão a partir dessas fotografias, reviver o passado da pungante fazenda.

Abraços aos amigos de Garanhuns,

Ricardo Lima

Anônimo disse...

Realmente as lembranças acabam nos trazenco histórias fantásticas, seria bom que a Taciana e outros leitores do blog se tiverem histórias ligadas ao cangaço que pudessem mandar ao blog, seria muito bom.

Obrigada a todos,

Ana Cristina - Juazeiro do Norte.

CARIRI CANGAÇO disse...

Taciana, é uma satisfação receber seu comentário, seja bem vinda a família Cariri Cangaço.

Comungando com o comentário de nossa amiga Ana, de Juazeiro do Norte, gostaria de dizer que seria uma honra para este blog, poder trazer também as histórias ligadas ao ciclo do cangaço, a partir de seus leitores. Portanto Taciana, fique a vontade e se desejar me envie para o email abaixo, as histórias que você conhece e que tanto marcaram as lembranças das terras de Audálio Tenório, teremos prazer em postar.

Grande abraço,

Manoel Severo - Cariri Cangaço

manoelsevero@bol.com.br

rose disse...

Ola meu nome e Rose sou de sorocaba e meu bisavo e meu avo Que e vivo gracas a Deus trabalhava e morava nesta nesta fazenda a sempre conta historias sobre ela a uma semana me interessei pelo passado dele que eu acho muito curioso e achei que nem ia encontrar nada sobre o assunto fiquei muito feliz nao vejo a hora de contar pra ele valeu mesmo... vou deixar meu email roseanaandrade@hotmail.com gostaria de receber fotos da fazenda...

CARIRI CANGAÇO disse...

Cara Rose, fique certa que verei o que posso fazer para te enviar as fotos da fazenda.

Grande abraço e seja bem vinda a família Cariri Cangaço

Manoel Severo

Anônimo disse...

cornelio procopio 22de maio de 2010 sou marinalva
nasci na fazenda nova meu pai trabalhou 37 anos com dr audalio la se casou com minha mae tiveram 13 filhos meu pai faleceu em 57 na fazenda nova
dr audalio era padrinho de minha irma mais velha
que tinha o nome de rizalva chara da irma dele eu sou chara de marinalva ela era casada com lorival que era farmaceutico sai de la com 15 anos meu sonho e voltar la para rever a terra
onde nasci.

Anônimo disse...

cornelio procopio 22de maio de 2010 sou marinalva
nasci na fazenda nova meu pai trabalhou 37 anos com dr audalio la se casou com minha mae tiveram 13 filhos meu pai faleceu em 57 na fazenda nova
dr audalio era padrinho de minha irma mais velha
que tinha o nome de rizalva chara da irma dele eu sou chara de marinalva ela era casada com lorival que era farmaceutico sai de la com 15 anos meu sonho e voltar la para rever a terra
onde nasci.

Anônimo disse...

Meu email para contato é marinalvacp2009@hotmail.com
Marinalva - Cornélio Procopio se quiser saber informações entre contato obrigado.

Zé Roberto disse...

Fico emocionado e até arrepiado com essas histórias,que tem minha família como personagem principal. Meu avô foi administrador da fazenda nova,Manoel Borges.
Abraços...

francisco disse...

Peço aos criadores de cariri cangaço, que se possivel tiverem fotos de Dr. Audálio ladeado com Dona Dasdores. mandem por favor para mim, pois gostaria de presentear a minha mãe pois ainda vive e tem muita saudades dos tempos passados. um abraço a todos fk com Deus até breve.

Anônimo disse...

PEÇO AOS RESPONSAVEIS PELO CARIRI GANGAÇO, SE POSSIVEL FOTO DE PADRNHO AUDALIO E DONA DAS DORES,E TAMBÉM DE FAZENDA NOVA ONDE NASCI, SEREI GRA TA A DOTOS QUE FAZEM O CARIRI GANGAÇO. oBRIGADO.

CARIRI CANGAÇO disse...

Prezados amigos, peço a gentileza de me enviarem seus emails pessoais; tentarei conseguir as fotos que nos pedem.

Grande abraço e sejam sempre bem vindos a familia Cariri Cangaço.

Manoel Severo.

francisco disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
francisco alves disse...

no momento prezado manoel, tenho meu orkut.é pastorfranciscoalves_@hotmail.com se possivel me mande para eu mostrar para minha mãe. sei que ela vai chorar de saudades. um grande abraço do amigo francisco.fk com Deus.

Isac disse...

Vale salientar que quase todos esses acontecidos com lampião ocorrerão no município Itaiba, antigo Pau Ferro, que pertencia ao município de Águas Belas, nem sempre Audálio foi amigo de lampião, os tios de Audálio como o coronel Manuel Martins de Albuquerque chegou a travar verdadeiras lutas contra os cangaceiros...Meu avo, Cornélio Martins de Albuquerque, era primo de primeiro grau de Audálio

Isac disse...

Mais uma coisa, senhor Audálio não era coronel, quem era coronel era o pai dele Francisco Martins de Albuquerque e o seu tio Manoel Martins de Albuquerque, tanto o seu pai como o seu tio eram, inicialmente, inimigos mortais de lampião, porém devido à grande ameça que lampião causava a produção de suas fazendas foram "forçados" a fazerem as pazes com lampião....

Narcelio disse...

Tive oportunidade de conhecer a Fazenda Nova, numa das idas a Garanhuns, saindo de Santana do Ipanema, por Águas Belas. Cheguei a conhecer o Audálio Tenório, mas não guardo muita lembrança, pois vim a vê-lo uma única vez. Porém, um fato curioso aconteceu: Poucos anos depois, por volta de 1980, participei de uma Operação do Projeto Rondon, em Urucurituba, no Estado do Amazonas. Estando lá, encontrava-se na fila à minha frente, um senhor já bastante idoso, que ao perguntar de onde éramos, afirmei que éramos de Alagoas. Aí foi quando ele me perguntou se conhecia o Dr. Audálio de Águas Belas. Percebendo minha curiosidade, o mesmo me contou o ocorrido com o mesmo. Ele era natural da Região de União dos Palmares, em Alagoas, membro da ilustre família Gomes de Barros, a qual naépoca tinha Antônio Gomes de Barros como Vice-Governador e Manoel Gomes de Barros (o Mano), não lembro se ligado à política local de União dos Palmares,ou como Deputado. Pouco tempo depois desse episódio o Vice-Governador veio a falecer enfartado em plena partida de futebol no estádio rei Pelé. Pois, este senhor, dizendo-se parente dos Gomes de Barros, disse que fora convocado para Servir ao Exército, devendo seguir para o campo de batalha da Segunda Guerra Mundial. Como não queria ir para o campo de batalha, preferiu desertar, embrenhando-se nas matas de Alagoas e adentrando o Estado de Pernambuco, a pé, escondendo-se de todos, até alcançar a Fazenda do Dr. Audálio, em Águas Belas, o qual tinha amizade com seus parentes Gomes de Barros. Afirmou que permaneceu algum tempo por lá escondido, até que soube que o exército estava à sua procura como desertor. Não deu outra. Fugiu no meio das matas, escondendo-se até chegar à Amazônia, enfrentando a floresta, chegando a enfrentar até onças e outros animais ferozes, estabelcendo-se naquela cidade, sem que nunca fosse encontrado ou incomodado. Não o vi mais depois desse contato, porém pelo tempo e a idade que apresentava, já deve ter falecido. Porém, ainda naquele momento chegou a revelar a saudade que sentia da sua terra, da qual fora forçado a fugir e nunca mais tinha conseguido retornar, sem ter visto mais nenhum dos seus parentes. Pode ser que tenha algum descendente por lá, mas não me falou nada da sua família lá na Amazônia.

Narcelio disse...

Tive oportunidade de conhecer a Fazenda Nova, numa das idas a Garanhuns, saindo de Santana do Ipanema, por Águas Belas. Cheguei a conhecer o Audálio Tenório, mas não guardo muita lembrança, pois vim a vê-lo uma única vez. Porém, um fato curioso aconteceu: Poucos anos depois, por volta de 1980, participei de uma Operação do Projeto Rondon, em Urucurituba, no Estado do Amazonas. Estando lá, encontrava-se na fila à minha frente, um senhor já bastante idoso, que ao perguntar de onde éramos, afirmei que éramos de Alagoas. Aí foi quando ele me perguntou se conhecia o Dr. Audálio de Águas Belas. Percebendo minha curiosidade, o mesmo me contou o ocorrido com o mesmo. Ele era natural da Região de União dos Palmares, em Alagoas, membro da ilustre família Gomes de Barros, a qual naépoca tinha Antônio Gomes de Barros como Vice-Governador e Manoel Gomes de Barros (o Mano), não lembro se ligado à política local de União dos Palmares,ou como Deputado. Pouco tempo depois desse episódio o Vice-Governador veio a falecer enfartado em plena partida de futebol no estádio rei Pelé. Pois, este senhor, dizendo-se parente dos Gomes de Barros, disse que fora convocado para Servir ao Exército, devendo seguir para o campo de batalha da Segunda Guerra Mundial. Como não queria ir para o campo de batalha, preferiu desertar, embrenhando-se nas matas de Alagoas e adentrando o Estado de Pernambuco, a pé, escondendo-se de todos, até alcançar a Fazenda do Dr. Audálio, em Águas Belas, o qual tinha amizade com seus parentes Gomes de Barros. Afirmou que permaneceu algum tempo por lá escondido, até que soube que o exército estava à sua procura como desertor. Não deu outra. Fugiu no meio das matas, escondendo-se até chegar à Amazônia, enfrentando a floresta, chegando a enfrentar até onças e outros animais ferozes, estabelcendo-se naquela cidade, sem que nunca fosse encontrado ou incomodado. Não o vi mais depois desse contato, porém pelo tempo e a idade que apresentava, já deve ter falecido. Porém, ainda naquele momento chegou a revelar a saudade que sentia da sua terra, da qual fora forçado a fugir e nunca mais tinha conseguido retornar, sem ter visto mais nenhum dos seus parentes. Pode ser que tenha algum descendente por lá, mas não me falou nada da sua família lá na Amazônia.

diego disse...

Eu muito grata por tudo
Meu email para contato é marinalvacp2009@hotmail.com
Marinalva - Cornélio Procopio se quiser saber informações entre contato obrigado.
Aqui esta a foto
http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?gwt=1&uid=14818446326094791019&aid=1271839065&pid=1285549636600

Anônimo disse...

Bom, me senti quase que obrigada a postar um comentário aqui pois esta fazenda faz parte da minha vida, passei toda a minha infância e adolescência andando a cavalo indo ver o casarão ouvindo estórias, e convivi com pessoas lindas, realmente me emociono ao ver essas fotos.

Tudo começou da amizade do meu bisavô o Coronel Lucena de Santana do Ipanema que tinha uma filha Tereza Lucena, filha de Jacy que faleceu quando Tereza havia 4 anos, Dona Dasdores, como era chamada a mulher de Audálio Tenório, que nunca havera filhos, perguntou ao Coronel Lucena um certo dia porque ele não deixava Tereza em Águas Belas para ela estudar no Damas, Colégio interno de freiras muito respeitado e conhecido em Garanhuns, então assim foi Tereza se criou na fazenda Nova até a fase adulta quando conheceu o Alagoano Rubens Quintella e se casaram em Maceió tiveram 6 filhos, Jacy Maria Lucena Quintella Cavalcanti, Rubens Lucena Quintela Cavalvanti, Sergio Lucena Quintella Cavalcanti, Vera Maria Lucena Quintela Cavalvanti, Ruth Maria Lucena Quintela Cavalvanti e Noemi Maria Lucena Quintela Cavalvanti.

Começo eu, Patricia, a fazer parte dessa estoria; Sou filha de Jacy a filha mais velha de Tereza e Rubens "bisneta" de Vovó Dasdores e do Vovô Audálio, pois, minha avó Tereza seria a filha que o casal nunca teve de sangue, temos ainda hoje fotos trocadas por Dasdores e Tereza onde Dasdores a chama de Filhinha e Tereza enviava fotos iniciando com Mamãezinha. Bom, assim fomo, a família que não era de sangue, mas que cresceu ali como netos e bisnetos.

Um certo dia resolvemos organizar a festa de 80 anos da vovó Dasdores, vovô Audalio já havia falecido faleceu de diabetes, la para as tantas, em meios da organização da festa, ela, Dasdores vira para a minha mãe e fala: " Jacy milha filha, eu queria fazer uma coisa, já estou velha e começo a pensar mais na morte, tenho o desejo de viver meus últimos dias aqui na fazenda e poraqui mesmo ficar, e assim como eu, pessoas que nasceram e se criaram aqui devem querer fazer o mesmo, gostaria de repartir alguns pedaços de terra para as famílias que nasceram e se criaram aqui". Então assim fizemos fomos pegar os nomes das pessoas direitinho, fizemos as escrituras e no dia da festa de 80 anos dela ela fez um discurso, entregando a cada um um pedaço de terra. Me emociono aqui escrevendo, lembro o quão forte foi aquele momento, para ela, que lembrara do falecido marido Audálio, de toda trajetoria vivida na Fazenda Nova e da ligação com aquele povo e para eles, gente que se criou ali naquele pedaço de terra, que sempre viveram e trabalharam ali, a terra era agora parte efetiva da vida de cada um.

Bem, isso é só uma das belas historias que posso ilustrar aqui do que era a vida desses dois icones dessa região, e que fazem muita falta na nossa "Família".

Nossa Vovó Dasdores faleceu em Maceió sob os cuidados de minha Mãe Jacy Médica, e deixou a Fazenda Nova em testamento, que fez quando ainda era viva, para a família da filha Tereza, mas infelizmente, não podemos entrar mais na fazenda, pois os sobrinhos indignados com a vontade dela, invadiram e brigam pela posse, nós não brigamos esperamos que a justiça julgue e faça valer a vontade que Dasdores expressou em vida, afinal, para nós o que realmente importa nao é o bem material, mas sim as recordações dos momentos que vivemos com eles e com todos que ali vivem, que infelizmente esses que agora vivem lá, nunca tiveram.

Atualmente vivo em Milão, faço mestrado em arquitetura, e são em momentos assim como esse, que eu agradeço ao inventor da internet e a tecnologia pela oportunidade de me transportar a um lugar virtualmente, onde não posso mais ir materialmente, espero que tudo se resolva e eu possa voltar a reviver minha infância e a dar aquelas velhas cavalgadas na Fazenda Nova.

Patricia Quintella Mélo

antonio moraes disse...

dr audalio foi o maior lider p olitico da regiao de aguas belas
meu avo chamava-se antonio leonel e morava em um sitio chamado nazario proximo a fazenda nova. tinha por dr audalio respeito. aponto de toda vespera de eleiçao ir na casa do dr sabe em gual canidato ele e sua familia ira votar

toinho ´´antonio moraes
aguas belas pe

Anônimo disse...

Bom, a familia de meu pai era grande amigos de Audalio, sendo que seu Audalio era padrinho do irmão dele, que era filho de Manoel Barros. Agradeceria muito, se conseguissem fotos do local que ele morava é Colegio Sitio Pinto, fica perto de Algredo Duarte.
Email: paty_20891@hotmail.com

Nunes Cordeiro disse...

Belo blog, parabéns.

Meu pai em saudosa memória João Nunes 10/01/1922-23/03/2012, era primo do cel João Nunes, que foi comandante geral da PM de PE, trabalhou para o cel Audálio, abrindo estradas por ter sido perito em explosivos.
www.osnunesemtodosostempos.blogspot.com

Anônimo disse...

Foi devido a essa desgraça de fazenda que o PROMOTOR morreu

Anônimo disse...

E ao que diz Patricia Quintella Melo há um testamento para a família de sua avó Tereza, filha de criação de Das Dores e Audálio Tenório, que não é aceito pelos sobrinhos.

Iapoã Leite Gomes Barros Barros disse...

Eu tive a felicidade de morar em frente a casa do Capitão Flávio a quem eu chamava de vovô e sua esposa Laura que eu chamava de vovó, a ligação era tão forte que o meu irmão caçula tem o nome dele e minha filha o nome dela, detalhe na época, não lembrava, não tinha consciência disso, que os nomes eram copiados dos mesmos só anos depois, em conversa é que tomamos consciência, pois bem fi através de "vovô" Flávio que frequentei a casa de Dr. Audálio e de Gerson Maranhão, lembro inclusive de ter pernoitado na casa deste último: havia uma sala que trago na memória, iluminada por um candeeiro, é aquela luz fraca refletindo na cor da sala linda...linda e na lembrança então...dia seguinte no curral, acho que levei um coice, de um bezerro recém nascido e ainda lembro de ter comido preá nesta visita, vejam só era uma criança e isso aconteceu a aproximadamente cinquenta anos, posso estar fantasiando muito coisa, traído pela memoria do amor que tenho pelo meu torrão e pelos meus avós "tortos".

dasilva santos disse...

oi eu me chamo roberio eu tenho uma tia qui morava na fazenda nova ela era conhecida como ...quiteria rufino se vçs..poderem me mandar auguma noticia dela ou de augum familiar..digam que a irmã dela...alaide maria rufino esta a sua procuraela nao se vem à mais de 40 anos,,,meu telefone é esse 96096714 sou de alagoas..meu gmail ou email é NIKOLLASDASILVA@GMAIL.COM
MEU FACEBOOK ESTOU COMO{BEL DA SILVA..POR FAVOR ME AJUDEM...

Sargão Bento Maranhão disse...

Audálio e Gérson se revesavam entre Itaíba e Águas Belas. Quando terminavam um mandato mudavam de cidade pois não podiam se reeleger na mesma.E os dois eram Deputados estaduais quando foram cassados pela ditadura em 1969, ambos faleceram em 1974 sem seus direitos políticos. Gérson nasceu em 1902, Audálio era uns 20 anos mais velho que Gérson. por volta de 1917, nasceu Luizão o filho de Gérson com sua prima, irmã de Audálio, mas Luizão foi adotado por Audálio que era estéril e queria um filho. Gérson depois quando mais velho foi delegado da guarda civil mas pediu demissão pois Audálio emprestou terra e sementes e dinheiro para sua primeira plantação. Depois de três anos pagou a dívida ao primo. E a partir daí montou sua fortuna.Hoje os filhos de Gérson são donos da Agropecuária Gérson Maranhão, e da Fiabesa fábrica de embalagens.

CARIRI CANGAÇO disse...

Caro Sargão, muito obrigado por sua colaboração preciosa, receba o abraço da família Cariri Cangaço. Me mande seus contatos para:
manoelsevero@bol.com.br

Kellen Tiburski disse...

Minha avó conta várias historias sobre Dr. Audalio ela está com 84 anos e lembra de quando criança dele na igreja em pao Ferro ele era padrinho do irmão dela António. Gostaria muito se pudesse me manda uma foto dele para eu mostra para ela que está tentando achar a família de la pois veio morar em curitiba a anos e não tem mais notícias..
kelllen@hotmail.com

Mucio Procopio disse...

Sempre acompanho o Cariri Cangaço mas, não tinha visto essa matéria. Não sei se somente a matéria teria causado tanta importância como agora com os comentários visto que, sies anos depois o assunto está muito mais rico e com sentido muito mais abrangente. Parabéns ao Vilela, Severo e os que contribuíram, com seus comentários, para o melhor entendimento da figura do Cel, Dr.e Sr. Audálio . Múcio Procópio